VOZES Ouça... Ouça as vozes da minha cabeça; Que atormentam a minha existência;
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VOZES Ouça... Ouça as vozes da minha cabeça; Que atormentam a minha existência; Elas dizem " não ligue, mate, maltrate depois encare as consequências"; Já não conheço a minha mentalidade como antes; Ela está perdida em tamanha confusão, que nem mesmo um ancião pode descifrá-la com perfeição; Me sinto no inferno, do terrível enfermo que é ser a mim mesmo; N consigo imaginar uma alma sequer que possa me compreender; Demônios e entidades assolam a minha humanidade; Será que sou eu? Afinal, quem sou eu? Seria eu um humano comum? Ou será que sou apenas escória? Apenas perdição; É, a solidão é a única que me entende; Pois me acompanha como a lua persegue a noite e o sol persegue as estrelas. Mas no final, tudo se torna vácuo; O vácuo infinito e inexplicável do espaço.