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Frases de Susatel

394 frases

⁠A juventude pode até ter ideias para gerar mudanças, porém é preciso que antes ela tenha consciência e conhecimento de como o fazer, pois, não basta apenas ter a ideia sobre uma determinada acção e não saber amplamentá-la... E, não é novidade que para boa parte desta, muita coi…
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⁠A juventude pode até ter ideias para gerar mudanças, porém é preciso que antes ela tenha consciência e conhecimento de como o fazer, pois, não basta apenas ter a ideia sobre uma determinada acção e não saber amplamentá-la... E, não é novidade que para boa parte desta, muita coisa é tida como piada, isto, é também resultado da educação de consciência que tivera. In, Machado pesado (corte profundo) Copyrighted

⁠Falar sobre esta geração de adultos e jovens africanos, é falar à parte sobre um problema muito mais complexo que uma operação matemática tida como sem solução, ou como solucionar uma equação que ajude a tirar um foguete do planeta Terra para o planeta Marte, os números não ment…
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⁠Falar sobre esta geração de adultos e jovens africanos, é falar à parte sobre um problema muito mais complexo que uma operação matemática tida como sem solução, ou como solucionar uma equação que ajude a tirar um foguete do planeta Terra para o planeta Marte, os números não mentem, apenas apresentam resultados satisfatórios e ou não consoante a lógica aplicada; Porém, quanto a esta geração, o problema é devastador de uma dimensão muito mais complexa, pois, ela se autodeprecia, autodestrói e se autorenega diariamente de todas as possíveis formas. _ Eis que não se trata de uma equação matemática, senão, erá só acertar a mesma para que dê resultados satisfatórios, prontos, problema resolvido. E, isso, não é de causar ínfimo espanto, é tremendamente assustador, pelo que a velocidade com que a mesma adopta culturas alheias e as defende como se de suas se tratassem ultrapassa a da luz, caminha inevitavelmente para o precipício às cegas, mais de 500 anos de escravidão, e, eis que precisará de mais que isso para alcançar então a sua independência. Falta-nos a consciência para fazer o exame! In, Machado Pesado Copyrighted

⁠Irão tentar diminuir a tua grandeza, diabolizando a tua cor, ridicularizando os teus penteados, a tua cultura, crenças e valores. Olha, não te entristeças, pois tu és filha de uma Mãe rica e forte, o rugido do forte Leão negro mora aí dentro de ti, o abraço da tua ancestralidade…
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⁠Irão tentar diminuir a tua grandeza, diabolizando a tua cor, ridicularizando os teus penteados, a tua cultura, crenças e valores. Olha, não te entristeças, pois tu és filha de uma Mãe rica e forte, o rugido do forte Leão negro mora aí dentro de ti, o abraço da tua ancestralidade é ainda maior que qualquer grito e ou acção de opressão, você é África em toda sua grandeza, nunca te esqueças. In, Machado pesado

Sempre repisarei na seguinte ideia: A maior parte dos negros Africanos abriu mão da sua cultura, valores, ancestralidade, filosofia, essência e história, em troca da importação massiva destas mesmas coisas da raça alheia, estes, são tidos como semente deturpada cujos frutos não t…
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Sempre repisarei na seguinte ideia: A maior parte dos negros Africanos abriu mão da sua cultura, valores, ancestralidade, filosofia, essência e história, em troca da importação massiva destas mesmas coisas da raça alheia, estes, são tidos como semente deturpada cujos frutos não terão proveito algum "estão em África porém, já não são pertencente a ela, a essência morreu". In, Machado pesado (corte profundo)

⁠Se você se afastar por pelo menos duas semanas das pessoas, de todas elas, e se confinar no seu quarto ou escritório dedicando-se aos números e ou a leitura, você notará a sublime arte do desapego. Muitas das pessoas ao nosso redor são inúteis, não acrescentam nada de valor em n…
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⁠Se você se afastar por pelo menos duas semanas das pessoas, de todas elas, e se confinar no seu quarto ou escritório dedicando-se aos números e ou a leitura, você notará a sublime arte do desapego. Muitas das pessoas ao nosso redor são inúteis, não acrescentam nada de valor em nossas vidas e ou no que pretendemos nos tornar, odeie que lhe façam perder tempo com futilidades; In, De volta à bolha

⁠Educamos as crianças e uma toda sociedade africana com histórias distorcidas sobre seus ancestrais, resultado "amantes incondicionais de uma religião inventada por aqueles mataram e roubam seus ancestrais", e qual é o pior mal nisso, é uma toda geração futura condenada por aquel…
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⁠Educamos as crianças e uma toda sociedade africana com histórias distorcidas sobre seus ancestrais, resultado "amantes incondicionais de uma religião inventada por aqueles mataram e roubam seus ancestrais", e qual é o pior mal nisso, é uma toda geração futura condenada por aqueles que se recusam enxergar à luz da verdade; In, A semente do mal entre nós

Na masmorra da razão, na escuridão profunda, A dualidade se revela, a mente se afunda. Entre o empirismo dominante e a crítica pura,
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Na masmorra da razão, na escuridão profunda, A dualidade se revela, a mente se afunda. Entre o empirismo dominante e a crítica pura, Desponta a lucidez ácida, uma voz que perdura. Explorando a energia cósmica, além do visível, O poeta mergulha nas camadas mais sensíveis. Questiona o domínio do empirismo estreito, Buscando a verdade além do mero preconceito. Na dualidade do pensamento, a luz e a sombra se entrelaçam, A lucidez ácida em cada verso se desfaçam. Enxerga além das amarras do racionalismo comum, Desvendando mistérios que a razão não assume. Na masmorra da mente, a crítica se debate, Entre o empirismo dominante e a razão que abate. A energia cósmica pulsa, invisível aos olhos, E o poeta desbrava caminhos, voa em seus voos. A lucidez ácida o guia nessa jornada, Explorando horizontes além da empiria adotada. No cerne das trevas, encontra a faísca de luz, E revela verdades que desafiam a cruz. Que o poeta, com sua voz ácida e ardente, Rompa as amarras da razão, ouse ir além da mente. Que a dualidade se dissipe na energia cósmica, E que sua poesia transcenda qualquer lógica. In, A sombra sobre o véu

⁠Em tempos antigos, em eras passadas, Onde a bravura e honra eram celebradas, Na vastidão da terra, de castelos cercada,
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⁠Em tempos antigos, em eras passadas, Onde a bravura e honra eram celebradas, Na vastidão da terra, de castelos cercada, Ecos de histórias de coragem ecoavam na estrada. No torneio, cavaleiros erguiam suas lanças, Em duelos valentes, provavam suas façanhas, Os bardos entoavam canções de amor e dor, Em festas e banquetes, nobres se reuniam com fervor. A ética cavalheiresca guiava suas ações, Valores nobres e virtudes, em seus corações, Defendiam a justiça, a verdade e o bem, Em um mundo em que o destino era o desdém. Sob o manto da noite, a escuridão da alma pairava, Mas a luz da esperança sempre se propagava, No seio da natureza, mistérios desvendados, O elo entre o homem e o divino, revelado. No universo medieval, intemporal e mágico, O desejo de aventura era o combustível épico, Em meio a batalhas, castelos e lendas a se contar, O espírito medieval jamais deixará de encantar. In, Uma visita às memórias

⁠No vasto espaço-tempo, onde o universo flui, Há um poeta chamado Marti, que a poesia constrói. Entre quarks e bosons, ele tece versos no ar,
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⁠No vasto espaço-tempo, onde o universo flui, Há um poeta chamado Marti, que a poesia constrói. Entre quarks e bosons, ele tece versos no ar, Revelando os segredos que ninguém pode alcançar. Ele é o ceifador de palavras, colhendo o que há de belo, E em cada estrofe, o doador de sonhos singelos. Com seu dom único, ele desvenda mistérios, No vácuo do verso, ele cria cenários sérios. Em um barraco negro de emoções e sentimentos, Noêmia de Sousa surge, poetisa de tantos talentos. Seu canto atravessa o espaço sideral, Como uma aurora boreal, brilhante e celestial. E Chiziane, com sua voz corajosa e intensa, Traça versos de luta, revelando a essência. No encontro dessas vozes, a poesia se completa, Uma sinfonia de palavras que ninguém se arrebata. Então, nesse universo vasto e infinito, O poeta Marti, entre estrelas, descreve o infinito. Com sua pena mágica, ele cria arte divinal, Revelando a poesia que habita o celestial. In, Susatel - pedaço de mundo Copyrighted

⁠Era uma tarde ensolarada, o céu azul se estendia infinitamente sobre a cidade. Os ruídos do cotidiano preenchiam o ar, misturando-se ao burburinho das conversas e aos passos apressados dos transeuntes. Era nesse cenário que se desenrolavam as histórias, as pequenas crônicas do d…
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⁠Era uma tarde ensolarada, o céu azul se estendia infinitamente sobre a cidade. Os ruídos do cotidiano preenchiam o ar, misturando-se ao burburinho das conversas e aos passos apressados dos transeuntes. Era nesse cenário que se desenrolavam as histórias, as pequenas crônicas do dia a dia. Nas ruas movimentadas, as pessoas seguiam seus trajetos, cada uma com seus pensamentos e preocupações. Havia aqueles que pareciam perdidos em seus próprios mundos, absortos em seus problemas e questões pessoais. Outros compartilhavam risos e sorrisos, espalhando alegria por onde passavam. No meio dessa agitação, um olhar atento poderia perceber os detalhes, as nuances que compunham essa crônica urbana. Nas esquinas, artistas de rua encantavam com sua música e suas performances. Nas cafeterias, os aromas do café fresco se misturavam ao som das conversas animadas. Em meio ao caos da cidade, havia também momentos de calma e contemplação. Nos parques, as árvores se erguiam majestosas, testemunhando o vai e vem das estações. Pessoas se sentavam nos bancos, entregando-se ao prazer de ler um livro ou simplesmente observar a vida passar. No coração da crônica urbana, estavam as relações humanas. Amores que nasciam e se desvaneciam, amizades que se fortaleciam, encontros e desencontros que marcavam os destinos das pessoas. Cada interação, por menor que fosse, tecia a teia da vida na cidade. E assim, no ritmo frenético da metrópole, a crônica se desdobrava. A cada esquina, uma história se desenrolava, personagens cruzavam caminhos, sentimentos se entrelaçavam. E mesmo diante da correria do dia a dia, havia momentos de pausa, de reflexão, em que a vida se revelava em sua plenitude. Essa crônica urbana, como a própria vida, era uma mistura de caos e ordem, de encontros e despedidas, de sonhos e desafios. Era uma dança complexa, em que cada passo dado deixava uma marca, uma lembrança na memória coletiva da cidade. E assim, nesse emaranhado de histórias e emoções, a crônica seguia seu curso. O tempo passava, levando consigo os momentos vividos, mas deixando a essência de cada pessoa, cada experiência, impregnada nas ruas, nas esquinas, nos corações. In, O divino entre os tendões da vida