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Frase de Susatel

⁠Era uma tarde ensolarada, o céu azul se estendia infinitamente sobre a cidade. Os ruídos do cotidiano preenchiam o ar, misturando-se ao burburinho das conversas e aos passos apressados dos transeuntes. Era nesse cenário que se desenrolavam as histórias, as pequenas crônicas do dia a dia. Nas ruas movimentadas, as pessoas seguiam seus trajetos, cada uma com seus pensamentos e preocupações. Havia aqueles que pareciam perdidos em seus próprios mundos, absortos em seus problemas e questões pessoais. Outros compartilhavam risos e sorrisos, espalhando alegria por onde passavam. No meio dessa agitação, um olhar atento poderia perceber os detalhes, as nuances que compunham essa crônica urbana. Nas esquinas, artistas de rua encantavam com sua música e suas performances. Nas cafeterias, os aromas do café fresco se misturavam ao som das conversas animadas. Em meio ao caos da cidade, havia também momentos de calma e contemplação. Nos parques, as árvores se erguiam majestosas, testemunhando o vai e vem das estações. Pessoas se sentavam nos bancos, entregando-se ao prazer de ler um livro ou simplesmente observar a vida passar. No coração da crônica urbana, estavam as relações humanas. Amores que nasciam e se desvaneciam, amizades que se fortaleciam, encontros e desencontros que marcavam os destinos das pessoas. Cada interação, por menor que fosse, tecia a teia da vida na cidade. E assim, no ritmo frenético da metrópole, a crônica se desdobrava. A cada esquina, uma história se desenrolava, personagens cruzavam caminhos, sentimentos se entrelaçavam. E mesmo diante da correria do dia a dia, havia momentos de pausa, de reflexão, em que a vida se revelava em sua plenitude. Essa crônica urbana, como a própria vida, era uma mistura de caos e ordem, de encontros e despedidas, de sonhos e desafios. Era uma dança complexa, em que cada passo dado deixava uma marca, uma lembrança na memória coletiva da cidade. E assim, nesse emaranhado de histórias e emoções, a crônica seguia seu curso. O tempo passava, levando consigo os momentos vividos, mas deixando a essência de cada pessoa, cada experiência, impregnada nas ruas, nas esquinas, nos corações. In, O divino entre os tendões da vida

Susatel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Abrir mão de si mesmo, significa perder total poder sobre aquilo que és, e isso ninguém poderá trazer de volta até mesmo você; In, Além da compreensão Humana
É povo por substantivo, é digno de assim ser, mas não é digno de pedi-lo como apoiante ao certo. Pessoas que mais falam, mas pouquíssimo ouvem e entendem. Dão vida a convicções erradas.
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É povo por substantivo, é digno de assim ser, mas não é digno de pedi-lo como apoiante ao certo. Pessoas que mais falam, mas pouquíssimo ouvem e entendem. Dão vida a convicções erradas. Se intitulam pensadores no muito, mas nada ao certo falam. Estes todos, praticam senão a incompetência intelectual. Ora, há dentre eles verdadeiramente algum filósofo? Me perguntam por que coloco à pequenita questão? É simples, não possuem filosofia nenhuma. In, Correr no aqui deve ser para o ali também