A distância que fere, não é a física; é quando a alma se afasta...
Frases de Susanna Almeida
232 frases
'...mas não posso deixar de observar o quanto pode ser benéfica essa nossa discrepância... Ela representa o espaço entre caminhar e voar... Quando houver alguma pedra um tanto mais pontiaguda a ferir os pés - nossos pés - eu te arrastarei para aquela antiga e desejada dança por e…
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'...mas não posso deixar de observar o quanto pode ser benéfica essa nossa discrepância... Ela representa o espaço entre caminhar e voar... Quando houver alguma pedra um tanto mais pontiaguda a ferir os pés - nossos pés - eu te arrastarei para aquela antiga e desejada dança por entre as estrelas e, você por sua vez, ao me ver empreender algum voo mais perigoso, me puxará pelas minhas penas e, às duras penas [...] me trará de volta e me atará com correias aos seus pés...'
A liberdade mais desejada, não é a física. Porque se nos encerrarem no pior dos cárceres, ainda assim, não estaremos ali, se não desejarmos ali estar...
Por que você não me esperou? Que pressa você tem; teve...
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Por que você não me esperou? Que pressa você tem; teve... Que pressa os dezoito traz... Trouxe... Que pressa intempestiva, de final dos tempos, de quem tem medo de perder o trem para o futuro das coisas...! Que pressa de meteoro que risca o céu... e desenha ali, todas os sonhos de um só dia... Como se nada mais restasse; E resta, e há; e houve...
Faça porque acredita. Convença, atraia pelo respeito, mas sem crer que a sua verdade seja a única. Cada ser traz em seu cerne sua versão da verdade capaz de mudar o mundo.
Procure a essência das coisas e muito poucas perguntas ficarão sem resposta...
Só seremos grandes quando juntarmos nossas forças, só seremos mais, quando não tornarmos o outro menos. Têm-se um objetivo, tanto melhor será, podermos contar com cada um que estiver seguindo na mesma direção...
Não sou bailarina, mas a vida me ensinou a dançar
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Não sou bailarina, mas a vida me ensinou a dançar e a abusar dos ritmos. Nem sempre conforme a música, Apenas sigo dançando... [ao revés] Dançando, vou atrás dos meus sonhos a cada passo que dou; a cada sopro de vida... Que me anima os pés...
A quintessência, o uno, a menor partícula, eu ainda busco...
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A quintessência, o uno, a menor partícula, eu ainda busco... Pode ser que a encontre – ou não, na pétala que não se abriu, ou abriu e não ficou um só dia, nem houve tempo, porque assim estava escrito, e caiu ao chão... Por um átomo, um instante, um clarão; uma sentença! Que eu não tenha compreendido... E deixei passar... A quintessência, eu ainda procuro... Estaria ela, na incons-ciência das coisas que guardo em minha despensa, no escuro...?!
Criança, ainda, Já, com tanta bagagem! Para fazer a viagem,
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Criança, ainda, Já, com tanta bagagem! Para fazer a viagem, fostes deixado na estrada. Seus pensamentos pueris, não lhe acompanham os pés, obrigados a crescerem com os revés da vida...! E ganhar o chão, e o pão, e a lida, seja como for... Obrigado fostes, a pisar firme, embora, errante, hesitante, ao primeiro tropeção! Criança crescida! Que cessem teus medos, tuas lágrimas, tua dor... E nunca teus sonhos; E nunca o amor!
Que sentimento é esse, que me tira a calma, e me desnuda a alma?
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Que sentimento é esse, que me tira a calma, e me desnuda a alma? Revelando-me o meu lado mais bonito, o meu lado vulnerável de manteiga derretida?! Não sou mais, forte! Não sou mais nada! Tenho a inquietação do bater das asas de mil borboletas! Ah! Borboletas! Pudesse eu, roubar-lhes as asas eu voaria ao encontro do meu bem... Mas, não posso; a contragosto, espero um sinal... O seu sinal que não vem...
Sobre o silêncio... Minha poesia vai dormir agora. Ou silenciar com teu silêncio,
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Sobre o silêncio... Minha poesia vai dormir agora. Ou silenciar com teu silêncio, Aquele que teimas Em "usar sabiamente" E que me faz mal... Silêncio sepulcral; O meu sepulcro! É lá que repousarei agora, E por ora, Minha poesia Repousará...
A vida é um sopro; nós somos tudo e nada ao mesmo tempo...
Quero estar lá, mas ainda estou aqui [falo do tempo]...
Se, ficou em mim algum encanto dos cantos das cantigas
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Se, ficou em mim algum encanto dos cantos das cantigas e contos das fadas Se, ficou em mim uma fiapo da esperança da criança que eu fui, então, eu posso esticar meus braços e alcançar o céu... brincar as brincadeiras das ruas... das cirandas, das estrelas que com os dedos, apontava! Se, ficou em mim, ainda está comigo essa força inocente, veemente, então, eu posso esticar meus braços e agarrar a luz da lua... E iluminar meu carrossel...
Viver nos obriga a ir de uma estratégia a outra. Dançamos conforme a música muitas vezes, à exaustão sem encontrarmos a fórmula ideal, porque essa, não existe. Nem toda teoria é praticável; ela é passível de vitórias e fracassos na mesma proporção... As quedas fazem parte da tra…
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Viver nos obriga a ir de uma estratégia a outra. Dançamos conforme a música muitas vezes, à exaustão sem encontrarmos a fórmula ideal, porque essa, não existe. Nem toda teoria é praticável; ela é passível de vitórias e fracassos na mesma proporção... As quedas fazem parte da trajetória; o erguer-se delas, mais ainda!
Devemos lutar contra tudo quanto é "ismo", racismo, sexismo, especismo, individualismo, conformismo, que de certa forma abre caminho para todos os abismos que nos devoram. A vida é um sopro, nós somos tudo e nada ao mesmo tempo...
Há aquele que pode fazer muito, mas não o faz. Há aquele que quer fazer, mas não pode, porque, na maioria das vezes é impedido de fazer o pouco que seria da obrigação do coletivo.
Brilhe, mas, com o brilho de dentro para fora, e não o seu contrário, que só servirá para atravancar o caminho, impedindo a verdadeira luz, que brota do seu interior.
Minha alma borboleta, voa aqui, voa acolá... Sou etérea...
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Minha alma borboleta, voa aqui, voa acolá... Sou etérea... Frágil, transparente... Um repente! Minha alma é o pensamento! Ágil como serpente; é a bruma que se dispersa ao sabor do vento... Minha alma é a melodia, é o tempo, a sinfonia! A canção que não cantei...
À procura de um nome, encontrei-me em um rosto... À procura de flores, espetou-me o dedo um espinho. 'Mas não dormirei por cem anos como Bela' (...); nem precisarei acordar de um sono que não dormi... Quanto ao dedo, aquela flor já murchou...
Persigo a tua luz, na esperança vã de me tornar tua sombra e caminhar ao teu lado...
Não quero saber qual planeta você habita ou orbita. Sou um ser perfeitamente adaptável ao meio...
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Não quero saber qual planeta você habita ou orbita. Sou um ser perfeitamente adaptável ao meio... Como um nômade, sem destino; Um menino! Um cão sem dono, no abandono, que vaga, ora aqui, ora ali... E quando, em qualquer tempo, ouve um assovio que o chama, se inflama! Abana a cauda e, incondicionalmente, segue o seu amo...
A maturidade nos proporciona o alívio de não precisarmos agradar a ninguém. Podemos eliminar todas as máscaras, uma a uma, que a vida em algumas situações nos impõe. [Não que tenhamos de fato, que usá-las - e por essa razão ela nos queima a pele - mas é de bom tom exercitar o sil…
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A maturidade nos proporciona o alívio de não precisarmos agradar a ninguém. Podemos eliminar todas as máscaras, uma a uma, que a vida em algumas situações nos impõe. [Não que tenhamos de fato, que usá-las - e por essa razão ela nos queima a pele - mas é de bom tom exercitar o silêncio e manter o respeito. Às vezes, não precisamos ser tão crus...].