Desconversei... Queria tagarelar! Me confundi, estranhei...
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Desconversei... Queria tagarelar! Me confundi, estranhei... Não pensei e vazei, em lágrima muda! Rimei um duo bem no meio de nós e compus uma ausência... Estava parada e tinha uma janela, sem vento, pensei: -Quente, preciso lavar-me, mas, ausente, sem colo, me restringi a pensar. Só peguei papel, caneta e fui lá fora saudar, o que poderia fazer em mim, um par e um versinho de amor, só pra acolher meu solo num violão imaginário, com uma canção triste e desarranjada, sem coro, sem sopro, só com vela acesa e minha estranheza com essa imensidão de versos que, não pulavam para o amarelo da folha estagnada em minhas mãos, presos em torrentes, o coração e arquivados na memória, desde então!