Soneto: Gente Maledicente "Com línguas venenosas, a falar, Gente maledicente, sem perdão,
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Soneto: Gente Maledicente "Com línguas venenosas, a falar, Gente maledicente, sem perdão, Com mentes tão vazias, sem pensar, Destilando a maldade em cada ação. São como cobras, prontas a picar, E sem nenhum pudor, sem hesitação, Destroem vidas, sem nunca se importar, Com a dor e a tristeza da outra condição. Mas não se enganem, pois o tempo há de chegar, E a justiça divina, sem hesitação, Há de julgar, e sem jamais perdoar. Então, que fique a lição, com muita atenção, Que a língua é a espada, que pode afiar, E o veneno que se espalha, é a própria destruição."