Pular para o conteúdo

Frases de Sérgio Júnior

183 frases

⁠"Quando tu necessitas fazer ressalvas a cada afirmação tua sobre um assunto, duas coisas podem estar acontecendo: Ou tu não sabes do que falas e estás inseguro. Ou existe um cruel cerceamento do "livre pensar" na sociedade em que vives e, tu temes represálias."
Continuar lendo

⁠"Quando tu necessitas fazer ressalvas a cada afirmação tua sobre um assunto, duas coisas podem estar acontecendo: Ou tu não sabes do que falas e estás inseguro. Ou existe um cruel cerceamento do "livre pensar" na sociedade em que vives e, tu temes represálias." Sergio Junior

⁠PARADOXAL A busca pelo ideário de mundo perfeito onde pessoas estão vivendo em plenitude social, é de fato, ausência de entendimento do que é o ser humano. Dotado de caráter proativo e desbravador, este, vê na inércia e na rotina hermética, uma fórmula de depressão e de tédio.…
Continuar lendo

⁠PARADOXAL A busca pelo ideário de mundo perfeito onde pessoas estão vivendo em plenitude social, é de fato, ausência de entendimento do que é o ser humano. Dotado de caráter proativo e desbravador, este, vê na inércia e na rotina hermética, uma fórmula de depressão e de tédio. É natural que um renascentista, iluminista - romântico, acredite veementemente nesta tese e a persiga. Também o pobre analisa a vida do rico e usa esse mesmo pressuposto. Aliás, todos quando estão vivendo um dilema, também coadunam com essa opinião. É que o ser humano é complexo e pueril, analisam a teodicéia e acham que poderia ser criada a panacéia, se esquecendo que, paradoxalmente, no local onde houve a primeira queda, a falha, a tragédia e a traição; era exatamente no paraíso. No Jardim de Deus. Sergio Junior

⁠A NUVEM DO MEDO Haverá em breve lá fora, uma nuvem reincidente. Querendo pôr no abrigo trancados, não deixando sair.
Continuar lendo

⁠A NUVEM DO MEDO Haverá em breve lá fora, uma nuvem reincidente. Querendo pôr no abrigo trancados, não deixando sair. Dizendo que a nuvem pode matar toda a gente. Fomentando sentimento de impotência, fazendo muitos desistir. Alguns que falavam, já não discordam mais. Agora brigam dentro de casa, todos na mesma mesa. Parece ter acabado o tempo de sabedoria, de luz e de paz. Alimentam-se de notícias de morte, de dor e de tristeza. Se irritam facilmente com quem ousa discordar e sair sem "guarda-chuva." Quem ignora o pavor imposto e a cínica exaltação dos malfeitores. Gente que come queijo, toma vinho e planta uva. Que não cede ao pânico, nem às notícias, nem aos temores. Não vai chover, e mesmo que chova, é chuva passageira, é um teste. É um experimento, para observar sua reação, uma nova onda, nova peste. Doenças fabricadas, vírus fabricados e que precisam ser testados, coisas indizíveis. Armas de guerra, sim, a crueldade não quer o estrago de mísseis. A nuvem que quer voltar, já se forma no obscuro, no escondido, lá no fundo. Almeja o momento em que consiga controlar o mundo, em milésimos de segundo: Querem levantar o "vento" adequado, para soprar forte, trancar portas de mercados. Precisando fazer todos ficarem em casa aterrorizados, assim o vento arranca o telhado. Logo que o vento invade por cima e controla a mente, limita-se a sagacidade. Ao ponto em que se acredita em tudo que se ouve e se lê, saiu na TV então é verdade. Ninguém questiona nada, afinal, quem inquiriu, sentiu o peso do vento e a ameaça da nuvem. Resta ainda a inteligência do respirar e esperar, a paciência de explorar o hiato. De não se isolar como ilha, de se orientar em família, de brincar com o cão, beijar o filho e abraçar a filha. Saber que a nuvem do medo esconde um segredo: que o queijo é a ruína do rato e a armadilha é o boato. Que no fim, a nuvem invisível, acostumada a fazer muro no escuro, vai embora, pois o nascer do sol da verdade a humilha; Pois a apreensão não faz a estação e, nuvem nunca brilha. Sergio Junior

⁠PEDAÇOS Parecem intactos, mas já não são, são feridos e sarados. Não são perfeitos, apenas se levantaram, não quiseram ficar prostrados.
Continuar lendo

⁠PEDAÇOS Parecem intactos, mas já não são, são feridos e sarados. Não são perfeitos, apenas se levantaram, não quiseram ficar prostrados. Alí, no lugar da miséria, da frustração e da derrota. Decidiram tentar de novo, com outra estratégia, bater em outra porta. Choram em secreto e se riem em público, para não fomentar depressão, tristeza, sepulcro. Analisam que em meio a tanto tormento, pavores e incompreensão, viver é lucro. Não são poucos os que prosperam, no real sentido do termo. Nada pecuniário, nem moeda ou papel, espírito enfermo andando a ermo. Mas de sucesso pessoal, social e familiar. Do tipo difícil de deter, dissuadir ou manipular. As fotos na academia, nas praças, nas praias e casamentos. São respostas a si mesmo, exposição do desafio vencido, curativo no ferimento. São sorrisos cobrindo prantos, novos horizontes, no lugar do desencanto. É didático, terapêutico e extremamente inteligente, fé, luz, Deus, santo. É preferível subir nesse barco que navegou em mar bravio e tempestuoso. Que viveu tempos não herméticos, bando de cabeça dura, teimosos. Esse povo que perde e que ganha, sabe atalhos, jeitos, falas e manhas. Que outrora foi reduzido, esquecido, coisa tacanha. Já venceram só por resistir e enfrentar, derrubar muros e destruir embaraços. Por arrumar linha para completar a peça, para os sapatos, cadarços. Por não negar conselhos, empatia, cortesias e abraços. São esses inteiros antes arrebentados, que hoje animam, alegram e motivam, emendando vidas, doando pedaços. Sergio Junior

⁠É a estrada se abrindo, a flor desabrochando. O mal se esvaindo e o melhor da vida chegando. É mais uma festa, um dia de gozo, depois de uma guerra, sempre há um repouso.
Continuar lendo

⁠É a estrada se abrindo, a flor desabrochando. O mal se esvaindo e o melhor da vida chegando. É mais uma festa, um dia de gozo, depois de uma guerra, sempre há um repouso. O tempo de espera, de meditação, uma nova era, nova emoção. A fase de fruta madura, da oportunidade, de conhecer nas agruras, nova capacidade. Assim seja sempre sua vida e sua graça singela. Aproveita a navegação nesse seu barco a vela. Nem a remo para não cansar em demasia, nem a motor para não ser rápido demais. Que no mar do viver navegues, com sua alegria ilumine muita gente, com ternura e com paz

SUBTERFÚGIO Um dia, meus olhos estiveram fixos no mar, era fuga. Via beleza, grandeza e perigos, mas também refúgio.
Continuar lendo

SUBTERFÚGIO Um dia, meus olhos estiveram fixos no mar, era fuga. Via beleza, grandeza e perigos, mas também refúgio. Era só, tímido e apaixonado, lágrima que o tempo enxuga. Via as ondas, o vento e a poluição, na cadeira do bar fechado, subterfúgio. Ao toque da sirene, fim de intervalo, caderno, rabisco, ninguém ouve se eu me calo. A aula, contabilidade, indiferença e cálculos, saldo? Desamor e desigualdade. A sala refletia o mar brigando com o vento, só provocando ondas. Inequanime com barcos pequenos, favorecendo os grandes, maldade. Eram coisas que eu não podia mudar, independente de meu esforço, era só observação. Assim foi com o céu, o vento e as estações do ano. Até eu me interessar por pessoas, admirar o adestrado, criticar o inconsequente e entender a rebeldia do cavalo. A possibilidade de equanimidade é ínfima, mas porque se pode mudar, eu não mais apenas escrevo. Eu olho, aponto e falo. Embora exista no povo, exatamente o mesmo que existe no mar e na aula de cálculos, o mar não tem ouvidos. Eu parei de me importar por quem finge escutar . Sergio Junior

⁠O QUE ACONTECEU COM A GENTE? Eu, ainda estou estarrecido com a coragem dos homens atuais. No oculto planejam suas estratégias de guerra e nas praças falam de paz.
Continuar lendo

⁠O QUE ACONTECEU COM A GENTE? Eu, ainda estou estarrecido com a coragem dos homens atuais. No oculto planejam suas estratégias de guerra e nas praças falam de paz. Não conseguem conciliar a situação, a circunstância, com bondade e temperança. Pelo contrário, só enxergam dor e pregam desesperança, mimados como criança. Ávidos por aplausos, criam e potencializam casos, desrespeitam casas, inclusive as sem reboco. Assuntos de cunho pessoal e opinião virando leis de talião, juiz tosco. Na verdade, é tudo restrição, simplismo, reducionismo e obra de tédio. Me pergunto se a este tempo, em que adultos já não vão às creches, ainda se consegue doar remédio? Doentes são ou estão? Estão enfermos todas as etnias e ainda têm gente sã aguardando na fila. É como se em um exercício de imaginação, se louvasse a sabedoria do pai e ao mesmo tempo falasse mal de sua família. É só para destilar terceiras intenções, discordâncias e ataques intermitentes. Aonde vamos parar, onde estão os felizes, crentes e contentes. Os conselheiros pacientes, o que aconteceu com a gente? Sergio Junior

⁠AULA - É MENTIRA Você parece estar aqui por acaso, e ingênuo, ainda não percebeu a trama, deixe-me te ajudar. Está vendo esse set de filmagem?
Continuar lendo

⁠AULA - É MENTIRA Você parece estar aqui por acaso, e ingênuo, ainda não percebeu a trama, deixe-me te ajudar. Está vendo esse set de filmagem? Ouviu o comando: luz câmera, ação? Então, os cenários, o enredo, as lágrimas, os gritos. Espera, você acreditou? Disfarça, mas é irreal. É tudo para enganar você, mas a cena é falsa. Faz você vibrar e se emocionar, mas te aliena quanto a realidade. Sua inocência é o preço do bilhete. Agora que descobriu, decida! Saia ou fique aí fingindo acreditar. O nome do filme ? "ESQUERDA". A saída é, À direita. Sergio Junior

⁠RELATÓRIO. OLÁ, tudo bem? Esse tempo tem sido corrido, e não temos falado muito.
Continuar lendo

⁠RELATÓRIO. OLÁ, tudo bem? Esse tempo tem sido corrido, e não temos falado muito. Ou quando acontece, é sempre sobre outro assunto. Mas senti necessidade de contar as novidades. Embora eu esteja muito longe, em outro país, outra cidade. Guardo comigo muitas lembranças, das falhas e acertos, do amor e da cobrança. Coisas da era boba, da pura infância, hoje um homem, para ti, criança. Penso ser hora de dizer que também estou bem! Na medida do possível, nesse jogo do vai e vem. E te tenho no peito, embora imperfeito, és o meu maior simbolo de respeito. Não tenho tanto tua aparência, tento compensar imitando tua essência, teu jeito. É incrível, como tudo que se revela em mim fala mais sobre você. Coisas que só com o tempo pude perceber, em você eu pude aprender. E mesmo com a alma cheia de fissuras, frustrações e feridas, esse monte de entulho. Eu sempre fui tijolo, mas você me formou um muro, uma ponte, uma torre, você é meu orgulho. Quando me olho no espelho e observo o que me tornei. Sei que todo mérito é seu, de você eu herdei. Claro, Deus é responsável por tudo, a ele toda a glória. Mas aqui nessa terra, todos temos uma história. De grandeza ou tristeza, derrotas e vitórias. Tudo é lição, evolução, aprendizado e memórias. Aqui às vezes estou vibrando, às vezes moribundo. Coisas de quem decidiu, morar do outro lado do mundo. Confesso, tenho dores de saudades. Anseio pelo seu café, pelo seu abraço, meu suco de felicidade. Aqui eu cresci, tive filhos, seus netos ainda nem te conhece bem. Tenho uma casa grande, tem sofá, tem televisão e até computador tem. Ah! Já ia esquecendo, conheci muita gente boa por aqui. Alguns ficam curiosos, para saber de onde eu vim. E é aí que dói, porque me lembro de tudo. Do tempo difícil, do primeiro relógio, da bicicleta, de você mudo. Lembro do homem batendo na porta, cobrando no final do mês. Você atendendo, sorrindo amarelo, dizendo: volte amanhã freguês! Dos seus olhos vermelhos de chorar escondido. Do seu esforço de representar, ser bom pai, bom marido. Então eu choro. E não é de dor, de doença nem sintoma. É que um sentimento de amor e gratidão me toma. E não sei se já te disse, mas aprendi outro idioma. O que subtrai tristezas e contentamento soma. Quero agradecer por tudo e dizer que falo sempre de vocês. Cada passo, cada momento, cada dia e cada mês. Ainda espero poder abraçar seu peito e sentir suas lágrimas quentes descerem no meu ombro. E por fim, receber seu acalento, seu amor, sua voz que me dá segurança e desfaz o meu oculto assombro. Sergio Junior

⁠ÉS É no belo incômodo e na incongruência que a razão não aceita. No símbolo frágil, no olhar ágil, no sorriso, na voz perfeita.
Continuar lendo

⁠ÉS É no belo incômodo e na incongruência que a razão não aceita. No símbolo frágil, no olhar ágil, no sorriso, na voz perfeita. No tom que amansa o viril, nos braços que embalam o ser senil. Na confusão de interpretação de uma fala ou pela ferida que se abriu. Pela força similar a uma árvore que frutifica. E mesmo quando é cortada, a força ainda fica. Fica na memória do marido, na rua que morou, no peito do filho. Por mais que se tente explicar, sondar, é um mistério seu brilho. Exiges tempo, paciência, empatia e muita inteligência. Pois a escola não pode ensinar, por não seres formula nem ciência. És sentir, és sentar, és abraço, és diálogo e risada, seriedade e piada. És o medo, és ciúmes, és desabafo, és grito e fé. És o equilíbrio e a dinâmica do mundo, és a briga da brisa com a tempestade, és MULHER. #diainternacionaldamulher Sergio Junior

⁠NÃO E NÃO _Fez? Não e não quero!
Continuar lendo

⁠NÃO E NÃO _Fez? Não e não quero! _Doou? Não, precisava para mim. _Sentiu? Não, não queria me expor. _Experimentou? Não, muitos quebraram a cara. _Pediu? Não, gosto de ser independente. _Conversou? Não, não adianta. _Escutou? Não, tinha muito para fazer. _Leu? Não, não tenho tempo. _Mudou de opinião? Não, ninguém me muda! Sou cabeça dura! _Compartilhou? Não, ninguém me entende. _Celebrou? Não, não há nada para celebrar. _Escreveu? Não, não tenho nada para escrever. _Se apresentou? Não, já disse que não vou me expor. _Fez amigos? Não, só conheci gente falsa. _Casou? Não, para que? Para ter problemas? _Teve filhos? Não, dá muito trabalho. _Trabalhou? Não, não faço parte desse sistema. _Viveu? ....

⁠O fulcro do mal é destruir o poder de síntese e observação, fomentar a perda da fé e sufocar sonhos impondo negatividade. Pois se for percebido, o fato de um útero trazer até quatro ou cinco combatentes e um caixão levar apenas um; e que uma cidade tem mais maternidades que cemi…
Continuar lendo

⁠O fulcro do mal é destruir o poder de síntese e observação, fomentar a perda da fé e sufocar sonhos impondo negatividade. Pois se for percebido, o fato de um útero trazer até quatro ou cinco combatentes e um caixão levar apenas um; e que uma cidade tem mais maternidades que cemitérios, então o bem se ergue, se propaga e cria uma nova perspectiva de vida retomando a esperança.

Não há estação errada, cores específicas ou desencontros. O que existe de fato, é uma resistência em abandonar essa prisão de métodos e fórmulas. É esse litígio interno que provoca toda angústia e ansiedade.
Continuar lendo

Não há estação errada, cores específicas ou desencontros. O que existe de fato, é uma resistência em abandonar essa prisão de métodos e fórmulas. É esse litígio interno que provoca toda angústia e ansiedade. É a vida real diluindo a falsa noção de liberdade que nos ensinaram. ⁠

⁠_Não seja pueril, a terra que você semeou não se importa com seu desenvolvimento nem sua maturidade de agora; também não se ilude com a água fresca usada para regar. Ela fará brotar, exatamente a semente que você lançou. Um pouco de honestidade e reflexão pode ajudar na colheit…
Continuar lendo

⁠_Não seja pueril, a terra que você semeou não se importa com seu desenvolvimento nem sua maturidade de agora; também não se ilude com a água fresca usada para regar. Ela fará brotar, exatamente a semente que você lançou. Um pouco de honestidade e reflexão pode ajudar na colheita problemática ou maravilhosa. Sergio Junior

⁠Na verdade, a "TORNEIRA" pode estar ligada numa fonte de água saudável, com tubulação fluida, sólida e resistente. Porém, ainda que o ferrugem esteja ausente, a válvula de regulagem de pressão esteja bem calibrada; o fornecimento seja famoso e competente, cabalmente hábil para…
Continuar lendo

⁠Na verdade, a "TORNEIRA" pode estar ligada numa fonte de água saudável, com tubulação fluida, sólida e resistente. Porém, ainda que o ferrugem esteja ausente, a válvula de regulagem de pressão esteja bem calibrada; o fornecimento seja famoso e competente, cabalmente hábil para extinguir a sede, só haverá mérito se houver recipiente" SÉRGIO JÚNIOR

⁠O RECADO As páginas do calendário são trocadas, novos dias deixam para trás as noites escuras. Etapas ultrapassadas, metas alcançadas, método entendido, refinado entendimento, mentalidade madura.
Continuar lendo

⁠O RECADO As páginas do calendário são trocadas, novos dias deixam para trás as noites escuras. Etapas ultrapassadas, metas alcançadas, método entendido, refinado entendimento, mentalidade madura. Se mostra no espelho, agora um pouco mais preparado, após dos olhos terem sido secados. A caneta, a pena, a tinha, o papel, tudo estava sendo preparado. Você já tinha tudo guardado, eu era o seu resultado, a mensagem, o recado. Hoje, a sua mensagem, que já foi traduzida e que fala em outros idiomas. Sempre guarda com diligência, a receita, se há doença ou algum sintoma. E segue, com cada informação que ao caminho se soma. Sua altivez, sua coragem, seu grito, seu genoma. Sua herança caminha aqui, do outro lado, mas sempre lembrando de ti, nas minhas andanças. E hoje, nesse dia de alegria, trago minha gratidão, minha homenagem, minha lembrança. Sergio Junior Feliz

⁠ESQUEÇA! Sim, esse é o segredo. Todas agruras, sem exceção, todas angústias, estão diretas ou indiretamente ligadas a memória. Algumas, conscientes, outras, nem tanto.
Continuar lendo

⁠ESQUEÇA! Sim, esse é o segredo. Todas agruras, sem exceção, todas angústias, estão diretas ou indiretamente ligadas a memória. Algumas, conscientes, outras, nem tanto. Você tem a maior capacidade cognitiva deste plano, mas o seu cérebro, sua cultura, seu caráter e sua personalidade, te destrói. O mundo é tendencioso a dar muita atenção aos doentes, nobre. Contudo, essa atenção é apenas um ato de caridade, que não pode ser eterno. Por isso, você precisa tomar uma decisão: ESQUEÇA. A arte de esquecer, é uma ação de guerra, de coragem e de resiliência. Não é fácil, eu sei. Porém, há um horizonte de superação depois da neblina. Eu sou prova viva disto. É claro que, em determinado momento a solidão vai bater. Alguns pensamentos deprimentes também se aproximarão, e inclusive, pessoas amargas chegarão para te desanimar. O desafio, é se levantar, secar as lágrimas e encontrar forças. É duro, não vou te negar. Em contrapartida, você vai encontrar gente maravilhosa, sincera e propositiva, sim, existe sim. Você só não vê porque ainda está infectado com lembranças sabotadoras. Você é uma pessoa incrível, linda, vencedora. Eu sei que vai dar certo. Quer apostar? Pare de se enxergar como vítima, mesmo que realmente tenhas sido uma. A hora de se levantar chegou, esquece esse negócio de "anos de sofrimento", "tempo de humilhação", mágoas de alguém ou feridas que alguém te fez. É sério, você não pode viver sua vida toda, carregando lixo que alguém te trouxe, está fedendo. Vamos fazer o seguinte: tira essa cara deprimida das redes sociais, faça sua mente vibrar com alguma coisa nova, inclusive com essa mensagem. Reaja! Chega! Basta! Você é o resultado da ousadia e rapidez de um espermatozóide que encontrou o óvulo certo. Você conseguiu. Não chegastes até aqui para desistir de tudo. Pega tudo, tudo que te fez mal até agora e, ESQUEÇA! SAIA DESSA PRISÃO! Estou te esperando aqui fora. Até mais. Sergio Junior

⁠SAUDADES ...E você continua nessa sanha louca, inseguro, desconfiado, gritando desesperado, erra e põe a mão na boca.
Continuar lendo

⁠SAUDADES ...E você continua nessa sanha louca, inseguro, desconfiado, gritando desesperado, erra e põe a mão na boca. Quer falar comigo, mas não quer ouvir a resposta. Insistindo para que eu mostre a minha face, sendo que para mim, vira a costa. Inventa métodos, estratégia, punição e teorias. Coisa que eu nunca te ensinei, que eu jamais aprovaria. Quer fazer de mim um prisma, uma filosofia, um único viés. Não sabe praticar o partir do pão, acha humilhante lavar outros pés. Eu não me encaixo nesses pensamentos de controle e de poder. Saiba que apesar de seus erros, eu dei fôlego a você. Eu não serei usado por ninguém, para oprimir nem massacrar criaturas. Sou o centro, o lado e o alto, posso voar em qualquer altura. Sou espírito, sou carne, sou alma, sou justiça e ternura. Sou liberdade de expressão, sou a antítese da ditadura. Eu sou a linha e o labirinto, a gaiola sem paredes. Sou o mar e dou as ondas, ao pescador também dou peixe. Estou no compêndio, no colosso, no bojo, no plural e no singular. Controlo tudo, céu, terra e mar, e tudo que você pensar. As tuas angústias, os teus medos e vitupérios. São porque no ápice da sua inteligência, pensa entender os meus mistérios. Você não pode entender, eu te fiz para ser feliz. O objetivo é que aprenda, que você é planta, eu sou a raíz. A descoberta não está lá fora, em nenhuma conquista, em nenhum evento. Você é a minha obra, a minha casa, eu moro aí dentro. Assim como o filhote de tartaruga sabe ao nascer, que o seu caminho é na água. Você também sabe me encontrar, mas precisa esquecer essa mágoa. Deixar para lá, perdoar, você sabe disso, embora fuja. Que tal lavar a minha casa, que já há um tempo permanece suja? Vou te mandar um novo código de conexão, pois o outro você perdeu. Fique atento se de repente, uma criança, um animal ou um filho teu. Parar diante de ti, te abraçar e sorrir, mudar o seu dia, fazer um arranjo. Sem som da terra, violão, teclado, violino ou banjo. Na música do silêncio vamos conversar, na brisa do reencontro, te envio meu anjo.

⁠A VOZ DO IMPULSO A voz que me formou, não apenas falou, me assustou. Do cômodo lugar da inércia, com a sua vibração me movimentou.
Continuar lendo

⁠A VOZ DO IMPULSO A voz que me formou, não apenas falou, me assustou. Do cômodo lugar da inércia, com a sua vibração me movimentou. Com a face firme e olhar que denota cobrança. Se orgulhava da habilidade, daquela frágil criança. Investiu em minha cultura e me deu espírito de guarda, de proteção. Em mim hoje faz diferença, mas a origem é de outro coração. Essa voz que me ensinou a tostar alho com cebola, para preparar o arroz. Fez-me saber que, a vida é agora, pode ser que não haja o depois. E sobre os cálculos de matemática, sobre os estados e capitais, respondendo ligeiro. Essa voz não merece Palmas, mas o Tocantins inteiro. Hoje, a voz está mais cômoda, ciente do cumprimento da missão. Desde o amamentar, instruir e educar, ensinou a partilhar o pão. Porém, a energia daquela voz, que já foi profundamente vibrante; explicando hiato e ditongo, par e ímpar, vogal e consoante. Continua como eco, como vento na vela, como óleo na máquina de moer desafios. No momento da lágrima seca, nos momentos vitoriosos e nos arrepios. É o som que não precisa estar perto, pois é som que viaja longe. Com o objetivo de vencer a guerra barulhenta, ou de interpretar o silêncio do monge. Como um disco de uma sinfonia, que de tão profundo entranhando, não há quem arranhe. A voz que falou continua comigo, nas sílabas e boa dicção, oriundas de minha mãe.

⁠Há quem ouse fingir, não perceber o mal que a si mesmo faz. Que se cala em um turvo silêncio, insistindo em chamá-lo de paz. Que paz? Não é paz! Se nunca aprendeu, é orgulho ou capricho.
Continuar lendo

⁠Há quem ouse fingir, não perceber o mal que a si mesmo faz. Que se cala em um turvo silêncio, insistindo em chamá-lo de paz. Que paz? Não é paz! Se nunca aprendeu, é orgulho ou capricho. Por não querer se reciclar, prefere conviver com o lixo. É a saga do centauro, cara de homem, coração de bicho.

⁠ABRA O OLHO Você concluiu seus estudos, não te cumprimentou. Fizestes vestibular e foste aprovado, não te disse nada.
Continuar lendo

⁠ABRA O OLHO Você concluiu seus estudos, não te cumprimentou. Fizestes vestibular e foste aprovado, não te disse nada. Não foi na sua formatura, pois tinha um probleminha pra resolver. Você conseguiu um bom emprego, nunca te disse: parabéns. Então você decidiu empreender e abriu um salão de beleza. Cortou o cabelo no seu concorrente. Logo, você investiu em uma lanchonete, nunca comeu um sanduíche lá. Da vez que tomou um suco, nunca pagou. Você escreveu um livro, nunca comprou um livro na sua mão. Começaste a vender cosméticos, usou o seu creme e disse que não gostou do cheiro. Você comprou roupa pra revender, disse que era roupa fora de moda. Você caiu doente, sumiu de sua vida. Apareceu quando você já estava de pé novamente. Então você ficou mal financeiramente, sumiu de novo. Fostes morar em outra cidade, manda mensagem pedindo um Pix. Viajastes para tentar a vida no exterior, diz que tá com saudades e pergunta quando você vai voltar às suas origens. Porque na verdade, essa pessoa nunca se interessou por você, nunca torceu por você, nunca foi seu amigo de verdade. De fato, é como um espião, finge ser alguém, mas tem outras intenções. Se mantém supostamente do seu lado, na esperança de usufruir de alguma coisa que você possa oferecer. Você precisa se livrar desse tipo de gente que nunca te incentivou e que no íntimo, rir quando algo não dá certo. Às vezes, não é você que não tem sorte ou competência. É a sua insistência de chamar de amigo, quem na verdade, é uma mala sem alça.