“Você tem coragem de admitir que gosta da forma como eu te desestabilizo… ou prefere fingir que ainda resiste?”
Frases de Santo_da_Favela
21 frases
“Dinheiro é como sexo — só vira urgência quando falta. E quando falta, o mundo encolhe, os sonhos desbotam,
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“Dinheiro é como sexo — só vira urgência quando falta. E quando falta, o mundo encolhe, os sonhos desbotam, a vida perde o cheiro de amanhã. Mas quando sobra, a gente percebe que continua buscando algo que ele nunca veio entregar: descanso pra alma.”
“Eu não sou o certo pra você… sou exatamente o que te destrói do jeito que você gosta.”
No fim, o amor mente pra não machucar, o ódio fala a verdade pra ferir, e a vida…
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No fim, o amor mente pra não machucar, o ódio fala a verdade pra ferir, e a vida… a vida é só essa rua sem saída onde cada grão de areia vira poesia, cada facada vira verso, e cada lágrima vira sangue
“Eu não quero te convencer… só quero que você sinta o que eu sinto quando penso em você.”
“Eu te quebro devagar, mas reconstruo do jeito que eu quiser.” “Tiro a tua paz sem levantar a voz. É assim que começa a sedução.” “Eu não minto… só conto a verdade no momento exato para te desarmar.”
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“Eu te quebro devagar, mas reconstruo do jeito que eu quiser.” “Tiro a tua paz sem levantar a voz. É assim que começa a sedução.” “Eu não minto… só conto a verdade no momento exato para te desarmar.” “Se eu quiser, te prendo sem te tocar. Sedução não é toque, é controle.”
“Tem algo no seu jeito que não dá pra copiar. E isso te deixa perigosa.”
“Quando eu te olhar, não peça clemência. Você sabe que já é tarde para voltar atrás.”
“Eu ia dormir… mas você resolveu aparecer na minha cabeça antes.”
“Sou o tipo de homem que não conquista… implanta dúvida. E a dúvida faz mais estrago que qualquer charme.” “Minha frieza não afasta ninguém… só seleciona quem vale a pena.” “Não prometo nada. Só deixo você imaginar o que pode acontecer — imaginação sempre seduz mais que toque.”
“Você não faz ideia do efeito que causa quando me olha daquele jeito.”
“Não sei o que você tem, mas quando some, parece que deixa um espaço seu aqui.”
“Você é exatamente aquele tipo de calma que me deixa inquieto.”
“Tem mulheres que passam. E tem você, que fica mesmo quando vai.”
“Eu não prometo amor, prometo intensidade. O amor você inventa depois para justificar o que sente por mim.”
“Você acha que tem controle… mas foi no momento em que me desejou em silêncio que perdeu o jogo.”
Eu grito por dentro, mas por fora finjo paz. Carrego pesos que ninguém vê,
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Eu grito por dentro, mas por fora finjo paz. Carrego pesos que ninguém vê, cicatrizes que ninguém desfaz. Eu tento ser forte, mas algo sempre me puxa pro chão. É a guerra silenciosa travada dentro da minha própria mão. E quando a dor volta, ela fala mais alto que a razão. Mas eu sigo — quebrado, sim — porém vivo, com a alma sangrando na palma da mão. — Valter Martins / Santo da Favela
“Não te seduzo com carinho… te seduzo com ausência. É nela que você percebe o quanto precisa de mim.”
Pensar é Pecado !!! Se pensar é pecado, então recebe em teus braços
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Pensar é Pecado !!! Se pensar é pecado, então recebe em teus braços o meu maior pecado: pensar, tocar o invisível, reviver o que o tempo jurou ter levado. Deixa então que eu peque mais um pouco, que eu pense, que eu sinta, que eu sonhe — porque é assim que eu existo: amando o que não cabe, procurando o que não se vê, tateando memórias que ainda respiram nos corredores da alma. E foi assim, nesse extravio silencioso, que o passado voltou a me chamar pelo nome. Um reencontro, um eco antigo, uma lembrança que caminhou até mim como quem pergunta: “você ainda sente?” E eu, pecador de pensamento, não soube mentir. Confessei: o que viveu em nós não morreu, apenas dormiu — esperando o instante certo para abrir os olhos de novo. Se pensar é pecado, que eu continue pecando, porque no toque invisível do passado eu descobri que ainda há vida onde o mundo só vê silêncio. — Valter Martins / Santo da Favela Poesia Marginal o Poeta das Ruas
O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo I ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Diário da Madrugada – Confissões de Rua
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O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo I ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Diário da Madrugada – Confissões de Rua O Passado Bateu na Minha Porta Vinte anos. Duas décadas inteiras guardadas num canto silencioso da memória — onde a vida empurra aquilo que a gente pensa que superou. Mas o tempo não apaga tudo. Algumas histórias só hibernam. Ela era jovem — igual a mim —, mas tinha aquele jeito leve, quase de menina, que escondia uma mulher inteira por trás do sorriso. Naquela época, vivemos um romance que parecia improviso: rápido, intenso, urgente demais para ser entendido. A vida nos separou, como costuma fazer com tudo que queima cedo demais. Até hoje. Hoje o passado bateu na minha porta. E quando abri, ela estava ali. Não como lembrança — como realidade. Mais madura, mais linda, com cicatrizes que combinaram perfeitamente com as minhas. Conversamos como quem reencontra um livro interrompido na metade. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela inocência de antes. Mas com a mesma chama — só que agora mais consciente, mais perigosa, mais verdadeira. E quando nos tocamos, o tempo desmoronou. Foi como voltar para aquela versão de nós dois que acreditava em eternidade. A pele dela ainda tinha o mesmo sabor que minhas lembranças guardaram. E na ponta da língua, senti novamente o gosto que vinte anos não conseguiram apagar. Ela me puxou como quem sabe exatamente onde guardar meu corpo. E sugou cada gota do meu desejo com uma sede antiga, familiar, que parecia ter ficado congelada no tempo à espera desse reencontro. Não era nostalgia — era destino atrasado. Não era saudade — era continuidade. Não éramos nós de antes — éramos nós de agora, finalmente preparados para aquilo que antes não sabíamos segurar. O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo II ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Diário da Madrugada – Confissões de Rua Ela sorriu quando entrou, aquele sorriso que já tinha tirado meu chão duas décadas atrás. E enquanto falávamos do passado, ela trouxe à tona um detalhe que eu, talvez por culpa ou covardia, tinha escondido de mim mesmo: — “Você lembra da primeira vez? Lembra que me beijou na testa? Aquele beijo foi a última coisa sua que eu levei comigo.” A memória voltou inteira. Cravada. Viva. Cruel. Lembrei da menina que ela era — corpo jovem, mas desejo de mulher feita, dessas que aprendem cedo demais o que é sentir. Naquela noite, ela me levou à loucura. Foi mágico, foi urgente, foi proibido, foi fogo aceso sem pensar no estrago. Eu lembro da pele dela pedindo a minha, do olhar dela exigindo o que nem sabia nomear. Eu lembro das mãos trêmulas, da respiração curta, da forma como ela me puxou para dentro daquele instante como se fosse o último argumento do destino. E antes de irmos longe demais, beijei sua testa. Um gesto simples. Quase ingênuo. Mas para nós dois, aquilo valeu mais que todo o resto: foi a primeira vez que toquei a alma de alguém sem perceber. E ela continuou: — “Você prometeu que ia deixar sua namorada. Prometeu que ficaria comigo… e nunca mais voltou.” Senti o chão abrir. Porque era verdade. E eu era o tipo de homem que, naquela época, não sabia segurar nada — nem a mim mesmo. Disse que ia abandonar um amor morno por uma paixão que queimava. Disse. Mas não fiz. E deixei uma menina com coração de mulher esperando numa esquina que eu nunca tive coragem de retornar. Agora, vinte anos depois, estávamos ali — dois estranhos cheios de história um do outro, carregando as cicatrizes daquilo que não vivemos. E talvez tenha sido por isso que, quando a noite caiu, o reencontro não foi só reencontro: foi acerto de contas com o tempo. Ela me tocou como quem cobra uma dívida antiga. Me beijou como quem quer apagar duas décadas de silêncio de uma vez só. E quando me puxou para perto, senti a mesma fome de antes — só que agora lapidada, adulta, consciente de tudo que podia destruir. A roupa dela caiu como se tivesse esperado vinte anos para cair de novo. E cada gesto, cada respiração, cada mordida tinha a mesma intensidade de quando era menina — mas agora com a precisão fatal de uma mulher que sabe exatamente onde guardar um homem e como desmontá-lo sem pressa. E eu me entreguei. Não como antes, movido por imprudência. O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo III ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Diário da Madrugada – Confissões de Rua Mas como agora: movido por falta, por memória, por desejo que sobreviveu escondido em alguma gaveta da alma. Na metade do nosso corpo entrelaçado, ela sussurrou no meu ouvido: — “Vinte anos… e você ainda tem o mesmo gosto.” E pela primeira vez desde jovem, senti minha própria vida passar inteira pelos olhos enquanto o corpo dela encaixava no meu como se nunca tivesse deixado de ser meu lugar. Não houve nostalgia. Não houve fantasia. Não houve mentira. Houve nós dois. De verdade. Finalmente no mesmo tempo. Finalmente na mesma pele. E percebi: alguns amores não envelhecem. Eles apenas esperam o relógio certo para voltar e cobrar o que deixamos pela metade. Quando teus olhos encostaram nos meus, o mundo perdeu o equilíbrio — e eu perdi a noção do que era certo ou seguro. Teu corpo tinha o cheiro de madrugada molhada, pele quente pedindo abrigo, e eu… eu era só um homem cansado demais pra negar o destino e faminto demais pra recusar tua boca. Me deitei nas tuas curvas como quem encontra casa, mas beijei tua pele como quem sabe que toda casa um dia desaba. Teus dedos riscavam meu peito, e cada toque teu parecia um poema escrito com fogo, um aviso de que não existe amor sem queimadura. E, mesmo sabendo, eu me atirei. Porque quando você sussurrou meu nome, não era só desejo — era recomeço, era cura, era pecado, era tudo aquilo que eu nunca tive e que sempre pedi calado. E se amanhã a gente se perder, que seja. Hoje, aqui, agora, eu quero teus olhos, tua pele, teu caos inteiro, até o último fio de luz que escorre da tua alma quando você desmorona nos meus braços. Hoje, amor… eu só quero te sentir até a poesia gemer. ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Diário da Madrugada – Confissões de Rua
“Falo do que não vivo” ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Em meus poemas,
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“Falo do que não vivo” ✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua Em meus poemas, falo de cigarros que nunca acendi, mas sinto a fumaça deles entrando na alma. Falo de bebidas que não bebo, mas conheço o gosto amargo de quem tenta afogar o que sente no fundo de um copo imaginário. Falo de lágrimas que não caem, porque já chorei demais por dentro — lá onde ninguém enxerga, mas tudo dói. Falo de amor, mesmo sem saber amar, porque o amor é isso: tentar entender o fogo sem nunca ter tocado a chama. Escrevo pra não morrer calado, pra dar nome ao vazio, pra fazer das palavras o abrigo que o mundo me negou. E talvez seja isso o que me salva — mentir em versos pra dizer a mais pura verdade.