Os erros são uma teia, a qual adoramos nos prender. A muito tempo atrás não existia um arbítrio completo, o perdão de quem descobria não era impossível, mas muito improvável. Quem errava tinha sua penalidade, e quem ainda não tinha errado ficava com medo, não de errar, mas da p…
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Os erros são uma teia, a qual adoramos nos prender. A muito tempo atrás não existia um arbítrio completo, o perdão de quem descobria não era impossível, mas muito improvável. Quem errava tinha sua penalidade, e quem ainda não tinha errado ficava com medo, não de errar, mas da penalidade que vinha com o erro. Então (parte d)o mundo ficou "livre" de penalidades, e confundiram a liberdade com o poder extremo de errar, não falo de falhar, mas de errar feio com alguém. São muitos os motivos pelos quais aceitamos os nossos erros, e os erros, os erros das pessoas que erram conosco, e que infelizmente muitas vezes, são as que amamos, mas o que me pergunto é: Seria continuar amando um errante, um erro?