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Frases de Rozilda Euzebio Costa

217 frases

Viver a nossa vida com delicadeza de alma significa olhar para ela com mais amor, com mais paciência, e com mais tolerância.
Na vida vamos encontrar obstáculos sempre, e faz parte da nossa caminhada, da nossa luta. A decisão de tentar vencê-los, ou de desistir diante deles para se deixar morrer, está em nossas mãos. É uma escolha que teremos que fazer e que, só dependerá de nós, a possibilidade de venc…
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Na vida vamos encontrar obstáculos sempre, e faz parte da nossa caminhada, da nossa luta. A decisão de tentar vencê-los, ou de desistir diante deles para se deixar morrer, está em nossas mãos. É uma escolha que teremos que fazer e que, só dependerá de nós, a possibilidade de vencê-los.

O que se faz com um diamante bruto? Não se lapida ele para tirar toda a sujeira até que ele fique maravilhosamente brilhante? O que se faz com o ouro? Não se passa pelo forno quente para ser derretido e apurado? Assim também a vida faz com as pessoas! Para que seus corações se to…
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O que se faz com um diamante bruto? Não se lapida ele para tirar toda a sujeira até que ele fique maravilhosamente brilhante? O que se faz com o ouro? Não se passa pelo forno quente para ser derretido e apurado? Assim também a vida faz com as pessoas! Para que seus corações se tornem mais brilhantes elas precisam passar por provações, por sofrimentos, e por lutas constantes.

O nosso sopro de vida espiritual é um sopro eterno, é um sopro vital que está ligado a Deus, à Fonte Central que nos criou e nos alimenta de vida plena e eterna. Nós sempre existimos, e sempre vamos existir. Basta observar os nossos sentimentos de eternidade. Basta buscar em noss…
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O nosso sopro de vida espiritual é um sopro eterno, é um sopro vital que está ligado a Deus, à Fonte Central que nos criou e nos alimenta de vida plena e eterna. Nós sempre existimos, e sempre vamos existir. Basta observar os nossos sentimentos de eternidade. Basta buscar em nossas memórias estes sentimentos.

Existe um tempo em que podemos dar um basta e nos afastarmos de pessoas que querem transformar a nossa vida de acordo a satisfazer suas próprias vontades. Porque nós devemos nos reconhecer ao olharmos para a nossa vida. Se não nos reconhecemos dentro da vida que estamos vivendo,…
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Existe um tempo em que podemos dar um basta e nos afastarmos de pessoas que querem transformar a nossa vida de acordo a satisfazer suas próprias vontades. Porque nós devemos nos reconhecer ao olharmos para a nossa vida. Se não nos reconhecemos dentro da vida que estamos vivendo, significa que, estamos vivendo a vida de outra pessoa, não a nossa, com nossas escolhas e com as nossas preferências. Este tempo se chama: HOJE.

CENÁRIOS SOCIAIS Diante do vão da desigualdade e da indiferença social, Existem comunidades inteiras de egos elevados,
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CENÁRIOS SOCIAIS Diante do vão da desigualdade e da indiferença social, Existem comunidades inteiras de egos elevados, Representando modéstias falsas e orgulhos exacerbados. Num cenário absurdo, frio de sentimento e brutal. Existem dois mundos desiguais que se cruzam sem comunhão, Neles, multidões nunca se acenam e quase nunca se tocam, Estão todos dentro de um panorama de vida real, Vivendo uma existência sem amor e sem emoção. Diante de uma grande aglomeração de vidas humanas, Existem numerosos contrastes bastante explícitos, De um lado – a abundância, o desperdício, e a esperteza desonesta, E do outro – a doença, a fome, a nudez e vidas insanas. Nas personagens reais que atuam nas entrelinhas da vida, Existe uma fome que grita eloquente nos pobres desvalidos, Mas ninguém ouve esse grito! Estão todos surdos! Estão todos mergulhados em seus propósitos, em sua própria lida. Existem aqueles que não sabem mais o que é o viver, Eles vegetam no campo árido de seu próprio existir, Sem nenhuma consciência real, sem nada mais desejar para si, Da vida que levam, e do ar que respiram, vivem sem nada compreender. Existe ainda uma grande multidão que quer fazer o bem, Plena de conhecimento – sabe que, um abraço aquece e conforta, Mas sua resistência ainda é muito maior do que o seu amor, E o medo de ser afetada pelos sofrimentos do outro, a detém. Existem tantas sociedades no consumismo inconsciente, Quanto existe em seu meio aqueles que nada possuem. Estão todos juntos, em um mesmo barco, em um mesmo caminho, Vivendo de uma mesma vida de altos e baixos – inconsistente. Diante do espelho exposto na face do irmão, Ninguém consegue ver a si mesmo, nem se reconhecer como família, E todos vivem numa crença preenchida por delírios, Numa existência cega, sem sentimentos, sem o calor do coração.

COISAS DESSE MUNDO Estou pensando nas ervas que nascem livres no campo, E nas flores que desabrocham sem a obrigação de serem belas,
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COISAS DESSE MUNDO Estou pensando nas ervas que nascem livres no campo, E nas flores que desabrocham sem a obrigação de serem belas, Eu estou pensando também no jardim de rosas do palácio do rei, E nos trevos que nasceram sozinhos no quintal do servo Sem que ele os tenha plantado. Sim... Eu estou pensando na vida como um todo. E de alguma forma, com tanto pensar, eu estou sentindo certo espanto. Que diferença há entre as flores dos palácios reais, E as flores dos nossos singelos quintais? Que diferença há no ar que por lá o rei e seus súditos respiram, Daquele que eu e outros servos da Terra, estamos a respirar? Estou a pensar, se é menor a dor dos reis de toda a Terra, Do que a dor que eu sinto em meu viver, Do que os meus próprios ais. Eu estou pensando no algodão que fornece a fibra para as vestes do rei, Não seria ele o mesmo algodão que veste o servo que o plantou? E porque aquele que o plantou veste os fios frágeis da sobra, e não o melhor deles? Que mundo mais estranho esse, onde o que planta fica com as sobras, E aquele que nada plantou, leva sempre os louros da colheita! Isso, eu realmente não entendo, eu nada sei! Eu estou pensando em tantas coisas, em tantas situações... Eu penso também nos passarinhos, que se tornaram inquilinos nos telhados da cidade, Que trocaram as copas das árvores pelas telhas de barro e cimento, A natureza já não lhes dá mais segurança? Ou ela, cansada e fraca, já não lhes dá mais o alimento? Uma coisa é certa – não foram os passarinhos que enlouqueceram as estações. 04.10.2016

A LIBERDADE DO OUTONO Enquanto caminhamos de mãos dadas pelas ruas, Tingidas com as cores amarelas e alaranjadas do outono,
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A LIBERDADE DO OUTONO Enquanto caminhamos de mãos dadas pelas ruas, Tingidas com as cores amarelas e alaranjadas do outono, Vamos libertando da árvore da nossa vida, As nossas cálidas e amareladas lembranças, Um cenário tingido por um tempo, Que não voltará nunca mais, Recordações que, de certa forma, Foram importantes em nossas vidas, São nossos retalhos de momentos vividos, São memórias minhas, e são memórias tuas. Sem impor força ou qualquer resistência, As folhas frágeis e amareladas do outono, Aceitam a liberdade a elas imposta, Frágeis, deixam-se levar ao sabor dos ventos, Depois, vão pousando lentamente na terra, Deixando-se adormecer placidamente, Fazendo com ela, uma comunhão, Terra e folha, juntas, em comum transformação. Como essas folhas, são as nossas lembranças, Elas se vão, libertando-se espontaneamente, Para adormecerem caudalosamente, Em algum canto da nossa existência. Lá, no cais do porto, nas orlas de um mar azul turquesa, Um barco ancorado já nos espera para partir, Dentro dele, estão nossas bagagens mais importantes, São nossos novos sonhos, para uma vida nova, Envoltos de uma esperança firme e forte. E renascidos das cinzas, como a imortal Fênix, Seguimos vitoriosos, para um novo viver, Assim, nos despertam novas forças, E aliado ao nosso mais puro amor, Que nunca esteve ausente de nós, Trocamos olhares demorados e cândidos, Com a certeza de que, foi este amor, a nossa maior riqueza. É chegada a hora de romper horizontes, e contemplar novas alvoradas, Em nós, não existe o medo de olhar para trás, Para dizermos adeus, a um tempo gasto, que agora é passado, Que vive congelado, nas imagens dos dias idos, E preso, nos relógios de longas jornadas findas. Não existe mais a dúvida de dar novos passos adiante, Porque é chegado o tempo de navegarmos novos mares, De atravessarmos novas fronteiras, de sobrevoarmos novos céus, De abrirmos no coração, um espaço para outras histórias, De construirmos na mente outras memórias, De vivermos e criarmos coisas novas, Em outras paragens, em outras grandes jornadas. 05.10.2016

Nas águas deste Mar As águas deste mar, têm muita história pra contar,
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Nas águas deste Mar As águas deste mar, têm muita história pra contar, Por elas, certa vez, passou um jovem sonhador, Suas pegadas moveram ondas! Sua meta era ensinar o AMOR, Tinha muito para ensinar... JESUS! Esse era o seu nome. Não se sabe bem qual era a sua cor. Uns dizem que tinha pele morena, Outros, que seus olhos eram azuis. Veio para curar os doentes do corpo e da fé, Veio, para em muitos, Aliviar o peso do sofrimento e da dor. Para os ouvidos dos sofredores, Sua voz era uma canção! Trazia em sua face, alegria e ternura, E sua caridade, era feita com coração. Hoje, ainda por estas águas se pode encontrar, Milhares de peregrinos navegando, a procurar, Um sinal deste Jesus, Que ensinou muita gente a amar. Mas o que poucos sabem sobre ele, É que não precisa ir muito longe para o encontrar! Basta abrir os olhos para ver! Ele está em toda parte, em todo lugar, Ele está no pobre faminto e nu, Que não tem ninguém, Nem mesmo uma casa para morar, Basta olhar, Basta ouvir, A voz, que vêm do necessitado, Por socorro a clamar, Basta abrir os ouvidos, Para esta voz escutar! É a voz de Jesus Cristo a chamar: Vem! Vem abraçar a minha causa! Vem me seguir, Vem ajudar! Que a messe é grande, E os trabalhadores são poucos! Vem! Se quiser verdadeiramente me encontrar.

Cantar Cantar os sonhos, A alegria, e a dor,
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Cantar Cantar os sonhos, A alegria, e a dor, Cantar os segredos da vida, Cantar os enredos, Encantar, e cantar o amor. Da formosura da primavera Fazer uma bela canção! Cantar também a frieza do inverno, A fraqueza do outono, E a leveza do verão. Cantar com força, A melodia da esperança. Por harmonia na própria fé, Afinar bem os instrumentos da alma, E cantar, Cantar com o coração, Cantar com a alma, Cantar com inocência, Como canto de criança.

"Para o homem que já nasce livre do jugo da escravidão física e mental, tudo lhe é permitido mas nem tudo lhe é lícito fazer. A busca por uma ideologia não pode ferir a sua honestidade e a confiança que outro venha a depositar em suas ações, pois a confiança vem aliada à uma étic…
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"Para o homem que já nasce livre do jugo da escravidão física e mental, tudo lhe é permitido mas nem tudo lhe é lícito fazer. A busca por uma ideologia não pode ferir a sua honestidade e a confiança que outro venha a depositar em suas ações, pois a confiança vem aliada à uma ética construída através de sua moral e de suas qualidades profissionais. Um homem que passa por cima de sua ética profissional e moral em prol de uma ideologia, acaba por destruir a base firme e confiável de suas ações, manchando assim, a sua conduta perante seus semelhantes."