No jardim, a flor se ergue a brilhar,Mas recusa o toque do jardineiro a regar. Com suas raízes, ela prefere a solidão, Ignorando a mão que a oferece a proteção.
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No jardim, a flor se ergue a brilhar,Mas recusa o toque do jardineiro a regar. Com suas raízes, ela prefere a solidão, Ignorando a mão que a oferece a proteção. O jardineiro, triste, mas sábio a entender, Viu que forçar seria fazer a flor sofrer. Decidiu então, com coração sereno, Deixar a flor em paz, sem mais o seu veneno. Assim, a vida segue, sem pressa de mudar, O jardineiro respeita, sem insistir em cuidar. Às vezes, o amor é o silêncio profundo, Deixar ser livre, sem aprisionar o mundo.