Pular para o conteúdo

Frases de Ronaldo Crispim

13 frases

⁠Se o sorriso sumir E a esperança esmorecer Se o sol bater 40°
Continuar lendo

⁠Se o sorriso sumir E a esperança esmorecer Se o sol bater 40° E o suor me descer Se a labuta de hoje Amanhã eu não puder colher Se a chuva não vier E a colheita definhar Se os pássaros não voarem Se a flor não desabrochar Se o meu sangue precisar cair Se a comida na mesa faltar Se meu nome não puder dizer Se minha voz eu tenha que calar Em meio a tudo isso A Asa Branca cantará Quero que o mundo saiba Que o Nordeste é o meu lugar

⁠Escrever é abrir portas, é trilhar novos caminhos. Dar vida a coisas e sentimentos. É um chegar, que alcança todo o mundo. É uma decisão impessoal. É amor. Envolve , invoca, inspira. Faz parte do SER HUMANO ; é quase um membro (órgão). Algo interno, que transborda . É sabedoria.…
Continuar lendo

⁠Escrever é abrir portas, é trilhar novos caminhos. Dar vida a coisas e sentimentos. É um chegar, que alcança todo o mundo. É uma decisão impessoal. É amor. Envolve , invoca, inspira. Faz parte do SER HUMANO ; é quase um membro (órgão). Algo interno, que transborda . É sabedoria. É revelador (revela o que a boca não consegue dizer) . É luz . É uma ponte entre o presente e um futuro melhor.

⁠ALAGOAS Alagoas minha querida. Fica nas margens do Nordeste
Continuar lendo

⁠ALAGOAS Alagoas minha querida. Fica nas margens do Nordeste Terra recheada de Cultura; Na zona da mata, no sertão e no agreste. Suas belas praias, Do mundo tem atenção. Alagoas de águas, Que causam emoção. O que não sofreu esse povo Pra chegarem até aqui. 200 anos não é pouco Tem guerreiros a servir. Lugar do meu coração. Terra dos marechais, Dos índios e do algodão, Do fumo e canaviais. Maceió é a capital, Intitulada de sereia. Na bandeira tem branco e azul E também a cor vermelha. Um estado arretado Mistura de muita gente. Para a terra “brasis” Deu logo dois presidentes. Suas terras são fabris. Um artesanato impecável, Um dos melhores do país De matéria prima inigualável. Terra fértil Terra amada De encantos mil, És tu, Alagoas do meu Brasil

IGACI ⁠nos teus seios amada terra as tuas águas e tua história
Continuar lendo

IGACI ⁠nos teus seios amada terra as tuas águas e tua história fazem de mim um brado forte um grito amigo pela paz um cidadão ativo e perspicaz os teus caminhos e fortes as tuas emblemáticas lutas as tuas luzes de vitória fazem de mim um vencedor rico em humildade e memória tuas estradas mostram um povo uma gente sofredora um coletivo de valor trazem a tona um grande homem João de Lima Acioli um português sonhador sonhou uma Igaci para todos trouxe o pouco para que o muito viesse deu de si o suor deixou em campo suas armas partiu deixando sua gente muito melhor amparada Situada no agreste Uma boa terra alagoana Filha do Nordeste e cheia de gente bacana Com suas poucas milhas Sampaio, Torres e Santos Silva São algumas das famílias Que aqui iniciaram a vida Vila e distrito ficaram na memória tornou-se Igaci uma cidade majestosa tendo em 1957 uma nova história Sua emancipação como um brado de vitória Seu nome é de origem indígena Significa olho D'água era seu nome anterior Quando à vila foi elevada As primeiras famílias que apareceram Formaram o centro urbano Logo chegou a linha férrea Ajudando o ser humano Quem mora em Igaci Tem o gentílico Igaciense Os primeiros daqui Eram gente valente Sua bandeira tem um brasão Tem o amarelo dos minerais Traz o verde da vegetação E outras cores com belas histórias por trás em Igaci temos outro nome que não podemos esquecer o do grandioso Padre Luís Farias Torres que nos ajudou até morrer deixou um grande legado que hoje todos podem ver Uma terra de garra e fé Tem como padroeira Nossa Senhora da Saúde tem ainda bons artistas e estradas cheias de açude A Serra do Cruzeiro e o rio Jacuípe A festa da padroeira e a emancipação São as grandes emoções Que o nosso povo vive Sua população É de quase 26 mil Igaci, virtuosa pedaço desse imenso Brasil §§§em edição§§§§

⁠A VIDA & A ROSA: EFEMERIDADE E SUTILEZA Só existe beleza naquilo que queremos. Somos autocríticos de nós mesmos e de todos que permitem. Somos a faca e a espada que cortam ferozmente o coração do lobo. Somos lobos sedentos. Somos a água que mata essa sede. Somos a sede que não…
Continuar lendo

⁠A VIDA & A ROSA: EFEMERIDADE E SUTILEZA Só existe beleza naquilo que queremos. Somos autocríticos de nós mesmos e de todos que permitem. Somos a faca e a espada que cortam ferozmente o coração do lobo. Somos lobos sedentos. Somos a água que mata essa sede. Somos a sede que não tem fim. Somos o fim, daqueles que não se permitem sonhar. Somos o sonho, de quem aprendeu amar. Somos o amor, dos que na vida, quiseram lutar. Somos a luta dos dias de sol. Somos o sol brilhando às 5h da manhã. Somos o amanhã, de quem acredita na vida. Somos sol, raio e flor. Somos incontáveis células de amor.

⁠São duas horas da manhã - uma madrugada fria de setembro. O sabiá rasga a garganta em plena avenida 9 de julho. Nenhum dos extensos prédios é capaz de esconder a dor ou amor que ele traz no peito. E o shopping parece não ter uma loja que o sacie. Passa a viatura da polícia e não…
Continuar lendo

⁠São duas horas da manhã - uma madrugada fria de setembro. O sabiá rasga a garganta em plena avenida 9 de julho. Nenhum dos extensos prédios é capaz de esconder a dor ou amor que ele traz no peito. E o shopping parece não ter uma loja que o sacie. Passa a viatura da polícia e não o prende, porque sabem que tamanha tristeza/ alegria não cabem numa delegacia. Nem a farmácia 24h tem um remédio para ajudá-lo. Todas essas árvores são insuficientes para acolhe-lo. O café do posto de gasolina não o agrada. Os andarilhos passam e o observam. O vigia do edifício ao lado olha para cá e eu olho para lá e não compreendemos tamanha solidão e solitude. Os semáforos abrem e fecham em sintonia. A rua se cala para ouvir, mas o som de seu canto se distancia e se perde no horizonte. Certamente foi embora. Foi amar em outro bairro. Vai sabiá, vai nas serras do Japy, vai no mundo das crianças, no parque engordadouro ou Eloy, quem sabe ainda, no jardim botânico, que sabe lá tu encontres outro canto. Jundiaí, Interior de São Paulo, 06 de setembro de 2022, 02h40 am. *** Oito meses nessa inenarrável cidade***

⁠Cadáver Você (ansiedade) me cerca e dilacera minha alma Perdão a mim mesmo
Continuar lendo

⁠Cadáver Você (ansiedade) me cerca e dilacera minha alma Perdão a mim mesmo Por tantas permissões tolas Perdão a mim mesmo Pelas loucuras expostas Pelos pássaros presos Nas masmorras da ignorância Pelos sins que deveriam ser nãos Pela corda colocada no pescoço E por puxar o banco Por tantas desventuras e arrogâncias Num barco à deriva Eu cortei meus pulsos O oceano encheu-se de mim Bebeu do mais incerto sentir Andorinhas pousaram sobre meu corpo E dançando valsa, levaram meu espírito Raios de sol queimam minha pele Pálida como papel Distante como a lua O céu permanece azul Tubarões se aproximam para olhar o seu rei Uma coragem lastimável Um impacto de forças Eu me pergunto agora O que faz alguém se perder Eu me questiono nesse momento O que faz alguém pular Qual momento é o momento Qual o tamanho dessa dor Qual o tamanho do sofrimento Os olhos lacrimejam adeus Ainda há um círculo de sorriso no mais escuro da pupila Um ato sem despedidas Uma busca por respiração Os sonhos somem como as veias Quanto vale um corpo que sonhou? Ou já é um cadáver que amou?

⁠DEPOIS QUE MARIA PARTIU... ... partiram a alegria, os sorrisos, os louvores, os cochilos no sofá. Aquele terço de pedras azuis e brancas esteve com ela até o fim. Certamente escutaram cada dor, ouviram em silêncio cada prece, sentiram o arder dos joelhos de uma fé inviolável.
Continuar lendo

⁠DEPOIS QUE MARIA PARTIU... ... partiram a alegria, os sorrisos, os louvores, os cochilos no sofá. Aquele terço de pedras azuis e brancas esteve com ela até o fim. Certamente escutaram cada dor, ouviram em silêncio cada prece, sentiram o arder dos joelhos de uma fé inviolável. O cheiro do café não é o mesmo, já não se acorda cedinho na rede, ouvindo a TV alta sintonizada na reza do terço ou na celebração da missa. E as 18h não se vê mais o mesmo encanto nem a mesma dedicação para ligar o rádio ou mudar a frequência para ouvir o programa Jesus te ama. O cuidado com os de fora e com os da família era invejável. Uma preocupação, um querer perto e querer bem. Coisas de Maria... O quintal já não ouve as mesmas gargalhadas das reuniões em família. Olhar os quadros na parede de sua casa ou observar as fotografias dos álbuns que ela guardava com maior primor causa no peito uma emoção tamanha de memórias impagáveis. O pé de cajueiro chora, pois, a espera todo ano para, ali em sua sombra, Maria quebrar castanha. O fogão a lenha já não queima com a mesma simpatia. A comida não tem o mesmo cheiro e nem o mesmo sabor. A égua velha caducou em solidão, chorando noite e dia com saudades de Maria. As demais criações, como seu cachorro Surubim, ficaram desoladas, impotentes com tamanha perda. Quem dera pudessem assinar um contrato de esperança, ficando, além da lembrança, a certeza de que Maria iria voltar. E, como no ato ligeiro de balançar a rede ou fechar uma janela, tudo se modifica... tudo se modificou. As frechas da janela verde relembram um ambiente onde, apesar das dores e desarmonias de um lar, o amor de Maria sobrepôs tudo. E se a saudade tivesse outro nome, sem dúvidas seria Maria.