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Frases de Romário Camelo

35 frases

Poema V "O Arquiteto de Si" Um homem que pensagrande,
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Poema V "O Arquiteto de Si" Um homem que pensagrande, Cuja alma o orgulho nãocomanda. Sem busca por aplausosvãos, Nem cede ao medo que do mundoemana. De olhos na realnecessidade, Disciplina fora e dentro dolar. Ouvindo anciãos comhumildade, Aprendendo dia a dia aquestionar. Tudo com zelo eprimor, Como se para Deus fosse amissão. Pois o Criador é o seuGestor, Com excelência edireção. Justiça faz aopartilhar, Sua parte no fluxosagrado. Pois sabia que, aoentregar, O seu vaso seriarenovado. Das sobras, o chão eleerguia: Terras, mercadorias evalor. No equilíbrio de quem sabia o quefazia, Moldou-se um homemvencedor.

Pensamento XI A sorte favorece os audazes "Ouve isto: a sorte fica adiante de quem ela quer. Todavia, se a porta em que bate está fechada, ela logo desiste e segue seu caminho. Sim, esta não avisa e exige recepção; mas se, ouvindo tu falares dela, fores ao seu encontro em busca…
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Pensamento XI A sorte favorece os audazes "Ouve isto: a sorte fica adiante de quem ela quer. Todavia, se a porta em que bate está fechada, ela logo desiste e segue seu caminho. Sim, esta não avisa e exige recepção; mas se, ouvindo tu falares dela, fores ao seu encontro em busca do 'talvez', ela não poderá te ignorar por muito tempo."

Pensamento X "o tempo." "Quando me ponho a pensar, o tempo é abstração matemática: pontos de vista do passado, rascunhos do que se espera; coleções de memórias e ilusões intocáveis. O ser observa as ocorrências e, em meio à névoa, calcula as consequências. Onde o ser observa o…
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Pensamento X "o tempo." "Quando me ponho a pensar, o tempo é abstração matemática: pontos de vista do passado, rascunhos do que se espera; coleções de memórias e ilusões intocáveis. O ser observa as ocorrências e, em meio à névoa, calcula as consequências. Onde o ser observa o tempo, ali o tempo estagna. A realidade é a prisão do observador, mas ela não perdura; logo, o observador — agora desencarcerado — compreende o fato sem ser apenas um recorte."

A parábola do capitalismo medieval "Havia um homem, detentor de terras, que tinha trabalhadores à sua disposição. Ao colher o trigo, repartia-o com eles seguindo um princípio em seu coração: 'Duas vezes ao ano colho o fruto da terra, mas estes trabalhadores não possuem terras; f…
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A parábola do capitalismo medieval "Havia um homem, detentor de terras, que tinha trabalhadores à sua disposição. Ao colher o trigo, repartia-o com eles seguindo um princípio em seu coração: 'Duas vezes ao ano colho o fruto da terra, mas estes trabalhadores não possuem terras; farei, então, assim: repartirei o necessário para que comam, eles e suas famílias, por meio ano. Nem a mais, para que não deixem de trabalhar, nem a menos, para que não morram de fome'. Assim fez o senhor da terra, repartindo conforme seu intento. Porém, a ganância surgiu em seu coração, e pensou consigo: 'Estes homens podem me roubar ou, de má-fé, sabotar minha colheita. Se eu puser animais para puxar o arado, precisarei de menos trabalhadores na minha sega'. A pergunta é: repartirá o senhor da terra o trigo que economizou com os trabalhadores que restaram ou se preocupará apenas em aumentar o estoque de seu celeiro?"