O amor liberta cada um de si mesmo, para ligá-lo ao outro, constitutivamente, e possível respirar sozinho, comer à parte, dormir sem ninguém mas não amar
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O amor liberta cada um de si mesmo, para ligá-lo ao outro, constitutivamente, e possível respirar sozinho, comer à parte, dormir sem ninguém mas não amar é sempre em si e fora de si, o outro primeiro O amor é esse enigma que inverte tudo