Vagabundo vi Vi pouco Mais!?
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Vagabundo vi Vi pouco Mais!? Vi, vi bem.
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Vagabundo vi Vi pouco Mais!?
Vagabundo vi Vi pouco Mais!? Vi, vi bem.
Conta um conto em todo canto contadora
Conta um conto em todo canto contadora taxa minhas baixas e entra no meu peito pois nele nada é imposto
Enquanto despertas nesse frio invernal Te sonho
Enquanto despertas nesse frio invernal Te sonho um calor de mil verões
Nos trilhos Um que com a minha Ao seu lado
Nos trilhos Um que com a minha Ao seu lado Cem, dez vias É um constante Descarrilhar
A duras penas Arranco minhas penas Asas rasas apenas
A duras penas Arranco minhas penas Asas rasas apenas E peno o penar Retiro o pano Planejo pleno É plano Plaino Companheira Penso em partir Parte à parte Há toda parte Aparte minha parte Como o parto Parte a arte Dá a luz Em paz o caos Há paz Ah a paz...
"Depois que você mexeu comigo
"Depois que você mexeu comigo Não consigo me parar"
Provo na prova O ramo do rumo da prosa Que breve se atreve
Provo na prova O ramo do rumo da prosa Que breve se atreve E apruma o entrave É trinca de ais, em cima de trinca de reis Aprovo, apraz, a proposta E posto, no post o que é posto Aposto que posto o oposto, após A pena da pena Na bruma do imbróglio
Quando ela fala Meu corpo se balança Até o ouvido dança
Quando ela fala Meu corpo se balança Até o ouvido dança Arrepia por inteiro Pois o tempero Causador do piripaque Desse seu belo sotaque É o bão jeitin mineiro
Ela é puro fogo Me incendeia Com a chama
Ela é puro fogo Me incendeia Com a chama Que brilha Com o fulgor De dois sóis
Surgiu na multidão Furtivo olhar, paixão Céu negro se encheu de cor
Surgiu na multidão Furtivo olhar, paixão Céu negro se encheu de cor E a lua acendeu o farol Chama é de queimar Brilha um pavio Vela pra saldar Feitio de oração Basta a faísca de um só olhar Queima como veneno É o que encandeia o nosso altar Que se revela sereno Brilho transcendental
Vendo teu rosto Me doou Compro tua beleza
Vendo teu rosto Me doou Compro tua beleza Que inspira ação Te alugo Rabiscando palavras Pra roubar só risos Sol que me resta Às sombras É o desejo Acordo pegado Da cor do pecado Meus Brasis Teus cabelos Nós, os sambas, Teus olhares Tua voz, Ainda oculta Anda tão culta Que me corta Me reparas Quando arraso Raso Teu rosto me arrasta Tua boca é o beco Que sonho não ter saída
Quisera o poeta abandonar o seu ofício Sofrer difícil foi sentir Transmitir lhe doeu e deu
Quisera o poeta abandonar o seu ofício Sofrer difícil foi sentir Transmitir lhe doeu e deu Rompeu a aurora de sorrisos fáceis Vulgarizaram suas faces Transfiguraram seus dizeres Que seres, seus seres De infelizes compreenderes Ofereceu-se esmola em sua arte E parte a parte Feneceu a honestidade da esperança Que outrora velho moço Hoje é o velho no poço Silenciar é o presente que o presente traz Aquele que é capaz de aguardar A sinfonia certa De certa sonoridade Da sonora idade de sua liberdade (sem título)
Quando contigo acordo O acordo É uma corda
Quando contigo acordo O acordo É uma corda De um "nós" Que não desata
"Esse lance de TOP tomara
"Esse lance de TOP tomara que caia"
Há gente que não se emociona com nada,
Há gente que não se emociona com nada, a gente se emociona COM TUDO
Se queres mostrar que És melhor Do que alguém,
Se queres mostrar que És melhor Do que alguém, Deves mostrar Para todos Que não és melhor Do que ninguém...
"Quando o desespero Me afogar, Em teus braços quero
"Quando o desespero Me afogar, Em teus braços quero Mergulhar Meus medos"