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Frases de Rodrigo Mez

26 frases

Se não creio não crio...
Luz, por fim cegou-se, Diz-vos orgulhoso, o puro se decompôs, Outrora inocente, filtrou-se da perfeição,
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Luz, por fim cegou-se, Diz-vos orgulhoso, o puro se decompôs, Outrora inocente, filtrou-se da perfeição, Repugnou-se ao ver-se lá atrás Verme rastejante, cordeiro condenado, E o doloroso casulo apodreceu E o óleo negro tomou o mar E a luz se foi... Metamorfose, é lobo traiçoeiro, Luz? No breu, será sua própria fonte!

Desulpe dor Mas vá saindo de lado Pois não aceito fracasso algum
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Desulpe dor Mas vá saindo de lado Pois não aceito fracasso algum Por essa minha vida Sem essa de que estou magoado Dawn, deprimido ou cansado Desejo o próximo passo Com o explendor da visão O dom supremo do amor E se me pego no chão Bato a poeira, sou aço Ligado a persepção Do que entendo ser O tão "melhor pra mim".

O ser humano tem a necessidade natural de compartilhar as coisas não materiais, mesmo a fé, de não se sentir diferente ou uma aberração. Somos uma espécie coletiva que desde os primórdios convivemos em grupos, em sociedade, como um formigueiro mal organizado territorialista, que…
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O ser humano tem a necessidade natural de compartilhar as coisas não materiais, mesmo a fé, de não se sentir diferente ou uma aberração. Somos uma espécie coletiva que desde os primórdios convivemos em grupos, em sociedade, como um formigueiro mal organizado territorialista, que também como outras espécies menos evoluídas que se matam em uma competição infinita pela sua continuidade ou poder. Fazemos a lei do quem pode mais, a lei do “tenho” e não do “sou”. Mas “dê a Cezar o que é de Cezar”.

Os objetos que eu costumava manter com orgulho em destaque na estante hoje estão empoeirados dentro das caixas de que vivo desviando. Os CDs do AC/DC, Janis Joplin, Iron Maden cederam seus lugares a Gonzaguinha, Maria Bethania e Milton Nascimento. Minha coleção de Paulo Coelho fo…
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Os objetos que eu costumava manter com orgulho em destaque na estante hoje estão empoeirados dentro das caixas de que vivo desviando. Os CDs do AC/DC, Janis Joplin, Iron Maden cederam seus lugares a Gonzaguinha, Maria Bethania e Milton Nascimento. Minha coleção de Paulo Coelho foi devorada por cupins e eu nem notei. Meus DVDs de Alien, Predador, Duro de Matar, onde foram parar? E as canções que escrevia querendo transmitir certa inconseqüência adolescente hoje são retratos meus, do que fui ou desejei ser, das pessoas importantes que cruzaram o meu caminho e se fundiram a mim me tornando um pouco uma mistura homogenia com suas manias irrelevantes ou encantadoras. Sei que me engano imaginando que essas canções não serão esquecidas, por que as pessoas mudam todos os dias, a beleza passa, a personalidade é uma mutação constante, e as paixões deslizam por entre os dedos como algo que não podemos controlar. “Hoje sou mais que ontem e um pouco menos que amanhã”. Na casa que me encontro agora há reformas todos os dias com as paixões que chegam e se vão, com os amores que ficam, com o sorriso que aprendi a admirar, com a minha alternância de padrões e razões. Também há uma garota que pinta as unhas de verde, que não bem conheço porque entrou de repente, sem pedir licença, que esta trocando tudo de lugar, derrubando paredes e fazendo uma bagunça assustadora.

E assim descobri que posso ser como Deus. Não O que cria, não O que comanda, não O que castiga, mas sim o que Ama, incondicionalmente. Porque sou seu filho, criado A sua imagem e semelhança. Tenho a Sua Luz e não possuo a tal “maldade” inexistente, o lado negro, mas sim o oposto…
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E assim descobri que posso ser como Deus. Não O que cria, não O que comanda, não O que castiga, mas sim o que Ama, incondicionalmente. Porque sou seu filho, criado A sua imagem e semelhança. Tenho a Sua Luz e não possuo a tal “maldade” inexistente, o lado negro, mas sim o oposto do amor, que é o vazio que todos às vezes sentimos, quando justamente nos falta o Amor. Como tudo criado por Deus em sua balança harmoniosa. A matéria e a antimatéria, ou seja, o tudo e o nada.

Em meu paraíso, o que habita minha imaginação, existe um lago, com um trapiche baixo de madeira cinzenta e esverdeada onde é possível sentar-se e repolsar os pés em suas águas brandas e cristalinas, que espelham e fundem o celeste do céu ao dourado do sol. Um lago emoldurado por…
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Em meu paraíso, o que habita minha imaginação, existe um lago, com um trapiche baixo de madeira cinzenta e esverdeada onde é possível sentar-se e repolsar os pés em suas águas brandas e cristalinas, que espelham e fundem o celeste do céu ao dourado do sol. Um lago emoldurado por rochas cobertas de limo e praias de gramados vivos e brilhantes que amparam arbustos e árvores de copas altas, que embalam suas folhas aos sons e rítmos de uma brisa suave, de temperatura agradável, como em um balé harmonioso e não sincronizado. Um lindo lago verde, confortante, mas inexplorado, de uma profundidade desconhecida, misteriosa. Mesmo assim divino, sagrado. Um lago para se passar a eternidade. Um lago verde. Tão verde e profundo como os olhos que eu poderia facilmente perder-me no tempo, no espaço, com os meus pés na água, apenas contemplando-os

Descobriu que tratava-se de uma semente, distinta, branca, de uma transparência suave. Mesmo contendo pequenas fissuras e arranhões, ele ainda não havia contemplado algo tão belo. Por suas cicatrizes radiava-se uma luz azulada, de pequeninos fachos dançantes que se alongavam e re…
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Descobriu que tratava-se de uma semente, distinta, branca, de uma transparência suave. Mesmo contendo pequenas fissuras e arranhões, ele ainda não havia contemplado algo tão belo. Por suas cicatrizes radiava-se uma luz azulada, de pequeninos fachos dançantes que se alongavam e retraíam tingindo toda a extensão da palma de sua mão em um tom anil. Intrigado aproximou-a de sua face tentando fixar seu olhar que momentaneamente se ofuscava e percebeu que de seu interior fluía uma canção sutil, capaz de ser ouvida apenas quando a aproximava junto ao ouvido. Um coral de muitas vozes, de um mesmo timbre, isento de palavras, que desfilava suas notas musicais em um ritmo de mar de marolas. Contemplando-a, hipnotizado, pegou-se imaginando o que poderia germinar de tamanha beleza. Fechou sua mão envolvendo-a, zelando para não esmagá-la, não maculá-la, e após um beijo em seus dedos cerrados caminhou procurando algum local especial, de semelhante grandeza, pois sabia em seu íntimo que algo tão glorioso não poderia ser cultivado em qualquer lugar.

Então compreenda, o “Seu Amor” não é uma pessoa em si, mas sim “O Seu Dom de Amar”, o dom que nasceu com você, tão singular, distinto, como uma impressão digital. A desordem está em associarmos “O Amar” ao ser, aquele que nos despertou a capacidade de amar, e que você aceitou ded…
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Então compreenda, o “Seu Amor” não é uma pessoa em si, mas sim “O Seu Dom de Amar”, o dom que nasceu com você, tão singular, distinto, como uma impressão digital. A desordem está em associarmos “O Amar” ao ser, aquele que nos despertou a capacidade de amar, e que você aceitou dedicar todo o “Seu Amor“.

Desconheceu então se era quente, ou frio... Porque, às vezes, queimava, como ferro que suturava a carne... E em outras congelava, como um lago traiçoeiro de uma fina e transparente camada de gelo que aguarda pacientemente por sua presa... E era dolorido desejar reter nas mãos...…
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Desconheceu então se era quente, ou frio... Porque, às vezes, queimava, como ferro que suturava a carne... E em outras congelava, como um lago traiçoeiro de uma fina e transparente camada de gelo que aguarda pacientemente por sua presa... E era dolorido desejar reter nas mãos... Mesmo que em momentos se acalmasse e adormecesse, quando era possível sentir sua textura aveludada e sua leveza flutuante, e a luz que penetrava por seus olhos e inundava-lhe o coração... Quando sabia então que tudo valia a pena, e suas cicatrizes soavam-lhes como troféus, condecorações de um conflito pela paz.