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Frases de Rodrigo Gael (Portugal)

56 frases

⁠Juízes da vida alheia Hoje descobri que, todos quantos julgam as minhas buscas na vida, morrem de inveja por perceberem, que, afinal, só estou a buscar meus sonhos, coisa que eles não têm coragem de fazer. Preferem viver emoldurados num "belo quadro social". Enquanto eles inve…
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⁠Juízes da vida alheia Hoje descobri que, todos quantos julgam as minhas buscas na vida, morrem de inveja por perceberem, que, afinal, só estou a buscar meus sonhos, coisa que eles não têm coragem de fazer. Preferem viver emoldurados num "belo quadro social". Enquanto eles invejam meus passos, mas não andam, avanço, seguindo sempre o meu conceito de vida. Rodrigo Gael - Portugal

⁠Viver no mundo do Ser... Saber falar pouco e contar ainda menos. Todos são muito amigos, deves ter em atenção que alguns falseiam. Estar ciente de que, por estar a tratar com outro ser humano - racional como tu - um dia pode morder a mão que o alimenta.
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⁠Viver no mundo do Ser... Saber falar pouco e contar ainda menos. Todos são muito amigos, deves ter em atenção que alguns falseiam. Estar ciente de que, por estar a tratar com outro ser humano - racional como tu - um dia pode morder a mão que o alimenta. Igualmente ter em conta que, como animais, uns são mais agressivos que outros - no entanto, uma parte pode ser considera pacífica. Nota: Mesmo um animal racional pacífico, se provocado, pode se tornar violento quando agredido. Socialmente, o ser possui qualidade inata de convívio em grupo, no entanto, ainda que dotado desta valência, alguns são tragados pelo egoísmo doentio, sendo afastado por outros elementos. Inveja é outro quesito presente no ser racional. Pode ser benéfica se for "consumida" de forma que te impulsione a construir o seu próprio abrigo. Se for usada apenas para denigrir as conquistas do vizinho, torna-se daninha à alma e como doença grave deve ser tratada. A passividade também pode ser encontrada em alguns seres desta espécie racional. Ingenuidade e inocência pode ser facilmente encontrada em elementos mais jovens nos clãs. Com o passar dos anos, o crescimento força o ser racional a aprender que, pura ingenuidade, aliada a inocência é a receita exata para ser pisado pela sociedade racional. Ou, assim apresentada! Ficar "em cima do muro" é um termo muito utilizado, seja na forma verbal ou factual. É como der mais jeito ao jeitoso! O ser racional é movido por sentimentos na sua maioria racionais ou irracionais - depende do prisma de quem observa - todavia, na mescla de sentimentos, um ser pode. Esconder - abafar, ou - no limite, exterminar o outro. Seja por medo, inveja, frustração pessoal, enfim. Uma parafernália de sentimentos que, se em um determinado momento pode ser bom para o ser, num outro momento, o mesmo sentimento pode ser odre. Irracional, mas odre! Bem-vindo ao mundo do ser humano! Rodrigo Gael - Portugal

⁠No meio do cruzamento Sinto muito, toda a tempestade Já faz tempo que o meu canto se faz baixo
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⁠No meio do cruzamento Sinto muito, toda a tempestade Já faz tempo que o meu canto se faz baixo Escondido nos becos das paredes molhadas Não consigo decidir, comprei cinzas no vento Talvez um adeus nos resolvesse! Mas continuo parado no meio do cruzamento Ao fundo um caminhão se aproxima! Vejo-o cada vez mais perto e não consigo decidir o nosso melhor rumo Pode ser que o condutor, atento aos transeuntes nos perceba Talvez nos leve para algum lugar pacífico Sim, é real! Sonhar nunca foi um erro. Atrever-se a conhecer o fundo do ser é uma dádiva Mamã, nasci assim… Atrevido - Rebelde - Avassalador, fraco muitas vezes! Já faz tempo que o meu canto se faz baixo, sempre que paro no meio do mesmo cruzamento Em vão busco a saída segura, sabedor que toda saída implica dor Cá, continuo, parado no meio do cruzamento esperando por mim! Rodrigo Gael - Portugal

⁠Se nunca um mentiroso nos cruzasse o caminho! Durante todo o nosso percurso de vida, devemos saber que, por vezes, seremos traídos aqui ou acolá! No (acolá) poderá ser mais fácil superar, porque é quando a traição chega de alguém que não conhecemos, então, é mais fácil recompo…
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⁠Se nunca um mentiroso nos cruzasse o caminho! Durante todo o nosso percurso de vida, devemos saber que, por vezes, seremos traídos aqui ou acolá! No (acolá) poderá ser mais fácil superar, porque é quando a traição chega de alguém que não conhecemos, então, é mais fácil recompor-se da queda pelo crédito concedido a quem não o merecia. O (aqui) já é mais complicado. Significa que fostes enganado por alguém próximo - que te era querido - alguém insuspeito! Aqui a queda é grande. Porém nunca deverá deixar uma pessoa por terra. Se o teu amigo te trai, na verdade, nua e crua, fica sempre a pergunta. - Terá sido algum dia teu amigo? Ou, antes, tu servias bem aos interesses materiais dele? Muitas vezes os sinais do extremo egoísmo está exposto bem à nossa frente e nos recusamos a aceitar - a olhar com olhos de ver. Simplesmente, porque não somos assim! Naquele caso, talvez a única pessoa que não tenha sido consumida pelo teu egoísmo possa ser o filho. Vá lá! Nem tudo está perdido. Agora é torcer para não tenhamos uma réplica! Destes a ele mundos que outros nunca lá chegarão. Verdade seja dita, muitos milagres foram feitos com santo alheio. Assim também eu! No entanto, diante de quedas cada vez mais frequentes, percebo que talvez as mesmas estejam ligadas a um processo de purificação d'alma. Estamos em constante processo de edificação espiritual. Por isso, é comum acontecer tais quedas. Fazem parte da condição de elevação ver máscaras caírem! Viveríamos com mais harmonia se não conhecêssemos o mentiroso? Podemos pensar que sim, mas e quando a mentira chegasse tardia? Como saberíamos nos resguardar se nunca antes a tivéssemos conhecido? Rodrigo Gael

⁠A Balança Quebrada da Justiça A justiça, idealmente, deveria ser uma balança imaculada, cega às distinções sociais e pesando unicamente os factos. Contudo, para uma parcela significativa da população, a realidade manifesta-se sob um véu opaco, onde a clareza dos princípios é ob…
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⁠A Balança Quebrada da Justiça A justiça, idealmente, deveria ser uma balança imaculada, cega às distinções sociais e pesando unicamente os factos. Contudo, para uma parcela significativa da população, a realidade manifesta-se sob um véu opaco, onde a clareza dos princípios é obscurecida pela disparidade de recursos e pelo aparente descaso. Observa-se, com frequência alarmante, que a robustez de um sistema judicial se dissolve quando confrontado com a vulnerabilidade económica do cidadão. O acesso pleno e eficaz à justiça, consagrado em textos fundamentais, parece, na prática, submeter-se a uma interpretação elástica que favorece quem detém o poder aquisitivo. A complexidade intrínseca dos procedimentos legais, aliada à percepção de uma indiferença por parte de alguns profissionais do direito, transforma a defesa de um direito numa odisseia solitária e, por vezes, inglória. O aconselhamento apressado, a falta de comunicação ou a recusa em explorar vias de recurso legítimas, sob a justificação de valores ou prazos que, na verdade, não são absolutos, geram um sentimento de abandono e profunda injustiça. A crença na imparcialidade do julgamento é corroída quando se testemunham sentenças que parecem ignorar evidências claras ou dar peso desproporcional a certas narrativas, em detrimento de outras. A ideia de que erros graves, ou até mesmo intencionais, possam persistir sem contestação eficaz, especialmente em esferas onde a "última palavra" deveria ser a verdade, é um golpe devastador na confiança institucional. O cidadão comum, ao confrontar-se com tal realidade, sente que a sua voz se perde num labirinto burocrático e que a "corda" inevitavelmente arrebenta para o lado mais fraco, deixando-o num estado de desamparo e desilusão profunda. Este cenário levanta questões severas sobre a verdadeira equidade de um sistema que, apesar de seus ideais nobres, parece, na prática, privilegiar o poder sobre a razão e o recurso sobre o direito. A percepção de que a verdade material é sacrificada em prol da celeridade ou da conveniência de um lado, enquanto o outro suporta o fardo de uma condenação injusta, mina a própria fundação da justiça. Rodrigo Gael