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Frases de Rodrigo Gael (Portugal)

56 frases

⁠Quero apenas navegar em águas serenas. Se me tentarem a desafiar mar revolto, opto por meu porto-de-abrigo e tranquilo sigo em paz comigo mesmo.
Ao olhar para o meu percurso de vida, vejo que me atirei de cabeça nos vales, abismos, estradas íngremes. Atrevi-me viver como melhor me pareceu. Hoje, envelhecido, restam-me estórias para contar. Histórias de vida! Em conversa com uma amiga que sempre viveu no palácio, triste…
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Ao olhar para o meu percurso de vida, vejo que me atirei de cabeça nos vales, abismos, estradas íngremes. Atrevi-me viver como melhor me pareceu. Hoje, envelhecido, restam-me estórias para contar. Histórias de vida! Em conversa com uma amiga que sempre viveu no palácio, triste foi ouvir que, apesar de todo luxo, o que ela tinha para contar ao mundo externo eram apenas os segredos que as paredes gélidas do palácio contaram. Ao ouvir tal versão, pude perceber com clareza que a liberdade consiste em ser quem somos, sem nunca nos deixarmos engavetar. Atire-se a maravilhosa aventura de viver! ⁠

⁠O QUE ELA ME ROUBOU Ela me roubou a juventude Na infância não lembro da a ter conhecido
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⁠O QUE ELA ME ROUBOU Ela me roubou a juventude Na infância não lembro da a ter conhecido Roube-me a paz (no) espírito Com isso, perdi o caminho Roubou-me o futuro pois não caminhei rumo a ele Antes, fui embrulhado nele e largado ao vento Por causa dela perdi a crença em mim ainda muito cedo Nos anos que me empurrei para o abismo, também lá estava ela Perdi filhos, pais, vizinhos, amigos… Perdi praticamente tudo pois tinha a alma ferida, também, por ela. Perdi créditos, ela mos roubou e os meus protetores não mos repuseram Ninguém os recompôs, ela é ladra perita em malabarismos. Viveu em mim despercebida dos olhares mais afoitos. Hoje, que sei da presença dela, às vezes até brinco Outras nem por isso! É mesmo a análise sobre o que ela me tirou que agora pesa. Saber que o ontem poderia ter sido um amanhã luminoso, entristece! Não fosse a presença dela na minha vida, sem que ninguém a percebesse Se tivesse sido descoberta, toda minha vida estaria mais protegida. Não teria sido rotulado, nem torturador de mim mesmo. Teria sido mais meu amigo e nunca meu algoz. Sem que eu pudesse ter sido, de alguma forma ajudado Antes que o presente se transformasse em primitivo E trouxesse no futuro, o amargo do passado. Por causa dela, na escola e não só, afastei-me dos "outros" e, optei pelos mais "iguais" ou pelos meus silêncios. Rebelei-me contra o mundo, mas sem saber por qual mundo lutava! Com ela em mim, andei constantemente à deriva. Hoje, depois de muitos anos, quando finalmente te descubro Alguma revolta é muito natural. Somos humanos! Todavia, ainda não te aceitei em mim, assim como não aceitei outras… Aparvalhado vejo um caracol a me ultrapassar e não percebo Como pode ser possível um caracol chegar ao pódio à disputar com uma formiga? Maldita dislexia, ou bem que te aceito, ou mal que me venças! Seja como for, a luta é por demais penosa. NOTA: Texto não revisado. Caros leitores, por ter noção de que a minha escrita no que concerne, pontuação, concordância verbal, etc. não é perfeita. Se algum leitor/a, com conhecimento, perceber a minha falha, pode, se entender, por favor me mostrar onde devo aplicar a correção. Pode ser por mensagem privada, ou mesmo nos comentários. Da minha parte, agradeço e sempre tive em linha de conta que aprender não ocupa espaço e mal daquele que não consegue abraçar uma crítica construtiva.

⁠DISFARÇADO À BETINHO Ele, cheio das manias, assim não se revê, mas as tem. Precisa delas como bengalas para apoiar-se e continuar a fingir as frustrações da sua vida, aparentemente colorida. Vive no seu sumptuoso apartamento, bem localizado, dizem… Apresenta-se nas redes socia…
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⁠DISFARÇADO À BETINHO Ele, cheio das manias, assim não se revê, mas as tem. Precisa delas como bengalas para apoiar-se e continuar a fingir as frustrações da sua vida, aparentemente colorida. Vive no seu sumptuoso apartamento, bem localizado, dizem… Apresenta-se nas redes sociais nas mais diversas formas, todavia, sem nunca perder a pose. A tal que o faz (o betinho de Cascais). O seu interior é coberto de vaidades, vazios fúnebres - outros nem por isso, porém, igualmente vazios causados e alimentados pela sua crença na superioridade em relação aos seus semelhantes. Acha-se uma m...da, contudo, precisa de se afirmar perante aos olhos de terceiros, é então que assume o poleiro de onde acha-se um bocadinho superior a quem se cruze com ele. Não chora em público porque pode parecer fraqueza. Apenas sorri… Quase sempre falsamente! É no silêncio do monastério onde se esconde que apenas ele ouve o gritar alto da solidão que lhe atordoa. No entanto, ninguém a consegue ouvir, apenas ele, o solitário vestido à betinho. Na turbulência do desamparo, ele não é ouvido porque apesar de estar num momento aflitivo não aprendeu que para ser ouvido, deverá descer do pedestal que, o próprio construiu para, assim achar que poderia olhar os outros de cima. Deve descer e dizer. - Ajuda-me porque todos os meus dias estão a ser consumidos pela minha extrema frustração que se pronuncia através da minha postura social de sobranceria para com os outros. Diante a riqueza da humildade demonstrada um abraço surgirá seguro, e mais outro, e logo a seguir um outro. Quando se deres conta, muitos daqueles que antes julgavas sem receio, estarão ali, bem no meio de todos a reforçar o abraço. Ainda acha que vale a pena ficar sentado no meio do seu apartamento de luxo feito um deus sem servo a julgar o mundo de quem te rodeia? NOTA: Texto não revisado. Caros leitores, por ter noção de que a minha escrita no que concerne, pontuação, concordância verbal, etc. não é perfeita. Se algum leitor/a, com conhecimento, perceber a minha falha, pode, se entender, por favor me mostrar onde devo aplicar a correção. Pode ser por mensagem privada, ou mesmo nos comentários. Da minha parte, agradeço. Sempre tive em linha de conta que aprender não ocupa espaço e mal daquele que não consegue abraçar uma crítica construtiva.

⁠Pensei que nunca o desenho perfeito do teu rosto em mim se iria desvanecer. Viverias para sempre na minha memória! Mas hoje te busco e o semblante do teu rosto já quase não vejo... Te sinto! Guardo o teu olhar calmo, enquanto eu te perdia sem, que, por palavras nunca proferida…
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⁠Pensei que nunca o desenho perfeito do teu rosto em mim se iria desvanecer. Viverias para sempre na minha memória! Mas hoje te busco e o semblante do teu rosto já quase não vejo... Te sinto! Guardo o teu olhar calmo, enquanto eu te perdia sem, que, por palavras nunca proferidas, os teus lábios me dissesse o quanto éramos naquele espaço só nosso!

⁠Quando eu não mais estiver a sorrir Apenas me acompanhe sem perguntas e aguarde que, como partiu, o meu sorriso retorne.
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⁠Quando eu não mais estiver a sorrir Apenas me acompanhe sem perguntas e aguarde que, como partiu, o meu sorriso retorne. Virá, agora, com maior conhecimento sobre o que é estar triste, pois vagueou na vazio da desilusão. Estará, então, ainda mais humanizado e menos emoldurado!

⁠Quando lágrimas pesadas lavarem teu rosto Não se deixe perder ao buscar o teu tempo no tempo dos outros. Muitos, já lá não estarão! Aproveite e veja quando falsos amigos
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⁠Quando lágrimas pesadas lavarem teu rosto Não se deixe perder ao buscar o teu tempo no tempo dos outros. Muitos, já lá não estarão! Aproveite e veja quando falsos amigos As tuas lágrimas lavaram E também os apregoados amores fortificados Num ápice, desaparecerão! Não tenha medo que lágrimas cubram teu rosto Elas aliviam o coração da tristeza, enquanto limpam "amigos" espinhosos que nos dias festivos, afirmam, teu amigo ser.

Enquanto lá fora, águas prenunciam a chegada de um novo ciclo Cá dentro, verão perdido sem brilho e sem viço! Por vezes a cambalear, mas sempre esperançoso de, mentes pacíficas, no caminho encontrar.
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Enquanto lá fora, águas prenunciam a chegada de um novo ciclo Cá dentro, verão perdido sem brilho e sem viço! Por vezes a cambalear, mas sempre esperançoso de, mentes pacíficas, no caminho encontrar. Agora que uma nova temporada à porta se anuncia Espero que, estejamos, pois, capazes de uma maior união entre gentes Pessoas que sejam apenas sinceras com elas mesmas... Assim não teremos uma farsa, vestida de gente, e a frequentar nossas vidas.

⁠Hoje já não te espero, como antes Não sinto a tua falta, como sempre senti E te trazia pra mim, em noites de escuridão
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⁠Hoje já não te espero, como antes Não sinto a tua falta, como sempre senti E te trazia pra mim, em noites de escuridão Nas muitas conversas com teu espectro Conversas em dias de chuvas intensas Hoje vives no meu passado Ancorado no meu coração Em um espaço que brilha Assim reza na história do nosso passado Tumultuado, enérgico, intenso, inteiro Feliz! Rodrigo Gael - Portugal

⁠Ao descobrir da tua partida, para mim, precoce, é impossível não voltar no tempo em que a juventude banhava nossos corpos e avançávamos rumo as noites de POA, ou, nos encontros em tua casa para mais um chimarrão com uísque... André Marchiori, espero poder voltar a te encontrar,…
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⁠Ao descobrir da tua partida, para mim, precoce, é impossível não voltar no tempo em que a juventude banhava nossos corpos e avançávamos rumo as noites de POA, ou, nos encontros em tua casa para mais um chimarrão com uísque... André Marchiori, espero poder voltar a te encontrar, em casa, quando a minha travessia por cá também terminar. Até já, grande amigo. Isto do tempo passa muito rápido. Nos encontraremos na eternidade.

⁠O tempo passa, enquanto travo dura batalha contra o tempo, que insiste apagar em mim tua singela imagem, Sinto o desvanecer de nós na brisa que traz o tempo. O tempo que nos roubou a verdade, é o mesmo que se empenha em tentar insistentemente nos fazer deixar de sentir cá dent…
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⁠O tempo passa, enquanto travo dura batalha contra o tempo, que insiste apagar em mim tua singela imagem, Sinto o desvanecer de nós na brisa que traz o tempo. O tempo que nos roubou a verdade, é o mesmo que se empenha em tentar insistentemente nos fazer deixar de sentir cá dentro, a sintonia do nosso tempo quando nos atrevíamos a sonhar com nosso tempo futuro. O tempo traiu-nos!