Soneto do Despertar De tudo, quem me dera ser a poesia homérica Ser o amor entumecido, não muito raro, esquecido
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Soneto do Despertar De tudo, quem me dera ser a poesia homérica Ser o amor entumecido, não muito raro, esquecido Nos porões do coração, em um deserto insociável, Mas tornei-me um miserável, por apetência de amor Me desprendestes da inocência, no despertar da consciência, Por cada estrofe, cada verso, por cada rima entusiasmada, Na mais florida das estradas, foste a mais redolente essência Ah quão doce és tu poesia! Na súplica do coração, deveras entristecido Ser o cume desta fé, seja homem ou mulher Em resposta a muitas preces, que a inquietude, seja breve Pois, escreverte-ei, em todos os momentos, Por teus versos, encantem-se os pensamentos, Para que muitas almas despertem! Autor: Roberto Junior 16.03.2021