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Frases de Rjevangelista

12 frases

J. Rubens!... Se foi!... um amigo,
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J. Rubens!... Se foi!... um amigo, quando amigo já não se há!... eis que chega ela, a infame e sacana desonra!... a morte... esta inimiga inseparável tragou o meu único e terno amigo... e ele sumiu no vão do infinito sem ao menos dizer-me adeus!... inexplicavelmente não houve tempo... soube depois... e neste vazio que se nos separa à vida ele sumiu eternamente... e como o éter diluiu-se no ar!... que desgraça é a morte!... sabe de uma coisa?... sinto sede de ser ateu... mas como se me explicar tudo, - Deus!... se ao menos sei lá quem sou?... é morrer no esquecimento dos meus desenganos!... Ah, morrer... é a pior das sinfonias... ouço Beethoven a 9ª e ela se me desperta para a Valsa do Adeus!... e no barco da morte viajo no tempo perdido nesta triste agonia... é Zé... Santo Antônio de Jesus não há mais... você partiu daqui à senda do infinito... que irônica é a vida... sem tempo de se nos despedir!... quem sabe, um dia, talvez encontrar-nos-emos para sorver quem sabe... a última cerveja!... meu amigo... Adeus!... (evangelista da silva)

Desaba a madrugada nos ombros da minha existência. E nesta hora de tanto pavor e solidão, só a morte me consola em saber que sou imortal porque vivo. Ah que desgraça de ilusão é viver e morrer na realidade inconsciente de quem teme a dor e desfalecimento em agonia. Será morrer um…
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Desaba a madrugada nos ombros da minha existência. E nesta hora de tanto pavor e solidão, só a morte me consola em saber que sou imortal porque vivo. Ah que desgraça de ilusão é viver e morrer na realidade inconsciente de quem teme a dor e desfalecimento em agonia. Será morrer uma outra ilusão?... Sei não. Qual sábio explicar-me-ia com tamanha ironia não saber?... A filosofia poderia... A psicanálise, não. Não!... Nada explica tamanha covardia de viver. E você, que pensa de sua morte, e vida, e tudo, e nada?... Sei. Viver é um estado de euforia que vai de uma infinitude de graça, a um zero de tristeza e agonia. Mas viver vale a pena porque iludir-se é a maior realidade de quem vive. Aliás, viver é a maior das confusas realidades. Amar e ver o sol se nos basta. (evangelista da silva)

Coração - Bomba Atômica da Vida O coração, este falso sentimental ditador, Dá ordens a quem pensa, e controla a vida de quem ama.
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Coração - Bomba Atômica da Vida O coração, este falso sentimental ditador, Dá ordens a quem pensa, e controla a vida de quem ama. O coração pulsa a vida afirmando a morte. E tudo começa pelo coração... Ainda que o cérebro sinalize a não aceitação da vida, É nele, no coração, que existe o comando do passo e compasso. O cérebro desistindo, o coração insiste; O coração desistindo, o cérebro diz adeus - não!... E, neste presente momento, é que os anjos se encontram - No afago da vida, após a sentenciada Desistência do corpo físico de viver, O coração, amigo, nada sente; todavia, Impõe ao cérebro o seu capricho. A existência depende não de quem sente, Mas, infelizmente, de quem manda sentir. É a vida!... (evangelista da silva)

É carnaval. O grande circo está empilhado de BICHOS, e os PALHAÇOS desempenham as suas tarefas, - cada uma mais bizarra que a outra. Uns gargalham a humilhar em suas piadas; outros, gemem em gargalhadas e gritos, e prantos, e dor. Mas haverá sempre uma quarta feira de cinzas para…
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É carnaval. O grande circo está empilhado de BICHOS, e os PALHAÇOS desempenham as suas tarefas, - cada uma mais bizarra que a outra. Uns gargalham a humilhar em suas piadas; outros, gemem em gargalhadas e gritos, e prantos, e dor. Mas haverá sempre uma quarta feira de cinzas para apagar as chamas de uma Fogueira Santa da esperteza, ilusão e sofrimento. (evangelista da silva)

Sinto a madrugada arriar-se pesadamente sobre meus ombros e corpo, o seu cobertor pesado e umedecido de sangue... do meu sangue que jorra no leito da noite deserta e órfã... Enquanto tudo transcorre agonizantemente... Ela... serena como uma criança morre... dorme... suavemente…
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Sinto a madrugada arriar-se pesadamente sobre meus ombros e corpo, o seu cobertor pesado e umedecido de sangue... do meu sangue que jorra no leito da noite deserta e órfã... Enquanto tudo transcorre agonizantemente... Ela... serena como uma criança morre... dorme... suavemente em seu leito virgem esquecida que o mundo para mim se abre em pedaços de tristeza e solidão . E Ela... ainda acordada tivesse... que se dane o mundo mesmo por que Ela... não sou eu. Eu sou de mim a tristeza; em meu próprio mundo morro vigilante a tudo... enquanto Ela... dorme profundamente... C'est la vie mon amour... (evangelista da silva)

Largo da Palma Tarde de sábado... O silêncio mistura-se ao passado
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Largo da Palma Tarde de sábado... O silêncio mistura-se ao passado Que ainda vive na simplicidade dos casarios A mais pura e doce harmonia... A preguiça das ladeiras... O acanhamento das calçadas... Tudo são marcas de outrora... Por essas ladeiras negros subiram e desceram como burros maltratados... No vai-e-vem de sofrer e cansaço, pisando nessas pedras em pés descalços, Brotaram calos e mais calos - nos pés e alma. Doce injustiça... Observe em sua volta. E observe com carinho... De um lado, Roma ergue-se envergonhada; D'outro, o Instituto de Letras caindo aos pedaços - entrega-se a velhice em desespero... Além, lá no alto, lá em baixo, puteiros desmoronam-se em prantos... É a antítese da vida: humanos abandonados; desamor, luxúrias, encantos, injustiça e desencantos... Aqui, no barzinho da esquina, tudo se confunde: Samba, cachaça, Roma, bichas, capitalistas, senhoras e Putas...

Rosa Adry Tu és para mim uma prece!... Oro curvado aos teus pés
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Rosa Adry Tu és para mim uma prece!... Oro curvado aos teus pés E rogo-te em nome do Amor Que embala o nosso viver, A eterna fidelidade de Amar!... E nesta amplitude de querer e possuir, Triste e desesperado, Ajoelho-me apaixonado, Clamando o teu corpo - alucinado prazer... Envolvido no calor da tua boca e desejo. E neste bailar das nossas vidas, Aninhado ao teu lindo e alucinante corpo, Oh doce Nina!... Aninha!... Nininha do céu... Rosa Adry dos dias meus... Vem, bela e formosa Menina/Mulher!... A ti, suplico exaustivamente O silêncio de minha dor, E o desespero da minha paixão... E nesta Tempestade de Amor e Tudo, e Nada, Desmaio e morro sobre o teu corpo e encanto, minha Doce Amada... E enquanto tu celebras a tua alegria Em saudosa sinfonia de Aniversário de Natalício, Eu, morto e esquecido, vou rasgando um papel Mofado e amarelado: "um contrato de casamento", Para construir uma união estável onde possamos Viver e Amar. Serena, brava, ousada e cheirosa é a minha Menina... Beijo-te e degluto a saliva para me alimentar... Desta forma, Minha Nininha, vivemos a transição De um mundo tortuoso e cheio de indiferença, Para mergulharmos no oceano de vida, Amor e Amar...

QUANDO SETEMBRO VIER!... Ah!... Quando setembro vier!...
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QUANDO SETEMBRO VIER!... Ah!... Quando setembro vier!... As flores em primavera... Felizes e alegres a bailar farão festas... E em festas de primaveras... Embriagado de amores: Ana, Adry, (aninha)... Torto e coxo de felicidades... Certamente Estarei velho... Ainda assim... Decrépito e chato... Sairei correndo envergado Até a Feira de Santa Ana... Chegando a Princesa do Sertão... Gritarei como o trovão o teu Santo Nome... Oh minha doce e querida Ana!... Atirar-me-ei em teus braços... E teus doces pés beijarei Como ponto de partida... Para alcançar os teus lábios querida... Oh Mar de prazer e loucura!... Banhar-me-ei de suor, amor e vida!... Amar-te-ei em plena Avenida... Avenida Maria Quitéria... E descarrilado lá se me vou trem bala Neste cenário deserto... Onde o nosso Amar declamará versos... Gemendo Doces Sinfonias... Aninha!... Meu Lindo Amor!..