O ADEUS NA DESPEDIDA Fremente amargura ao ver à tanta partida, Que tanto sufoca o meu frangível coração,
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O ADEUS NA DESPEDIDA Fremente amargura ao ver à tanta partida, Que tanto sufoca o meu frangível coração, São os reveses de uma vida já tão sofrida, Amores fatíloquos de uma difícil aceitação. Sente a minh’alma o adeus na despedida, Por isto peço: Não me veja com compaixão! Ao sair feche a porta, minta estar distraída! Não olhe para traz, trazer-me-á comoção. Minha estrutura emocional já corrompida, É o fruto da mais iníqua e desdita desilusão; Que digam que a minha existência renhida, Foi um musical de talentosa orquestração, Mas os ais que me levaram a sentir a ida, Foram as déias que me fizeram ingratidão. Rivadávia Leite --------------------------------------------------------------------------------