“Vi flores nascerem em pedras quando não mais descia a rua, levitando na sombra das nuvens,
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“Vi flores nascerem em pedras quando não mais descia a rua, levitando na sombra das nuvens, muito tempo após rodopiar entre borboletas. Outra vez me vejo atenta… sinto cheiro de terra molhada, ouço a melodia da chuva quando de encontro ao parapeito e à janela. Medito… no transparente voal, fronteira insegura dos sentidos, que frágil, balançando na brisa, revela ao meu olhar o horizonte…”