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Frases de Risomar Sírley da Silva

341 frases

'NÃO DESISTA... ' Sonho esparramado no amanhecer. Na alma,
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'NÃO DESISTA... ' Sonho esparramado no amanhecer. Na alma, caminhos sem rumos. Rotatividade devorando o pôr-do-sol. E uma insônia impregnada no peito... Olhos fechados, sonolentos à procura de grãos de areias. Estrelas são diariamente ofuscadas. Salobro o café da manhã não vê sentimentos. Tudo vai se distanciando... Não desista dos distantes corpos celestes. Tampouco dos sonhos que há de se conquistar. Trilhe os caminhos de ausências, e sinta-se forte o bastante para transformar vidas. Cultive o amor próprio já esquecido... Seja sedento por transformar sua jornada cervical em pulsos eletrizantes. Junte os sonhos jogado nas calçadas. Não desista de transformá-los um a um. Deixando o coração aberto às descobertas E um peito suspirando vida...

'OS ACENOS DO AMOR...' A amor novamente acena cintilando os escombros Lençóis embrulhados com nódoas
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'OS ACENOS DO AMOR...' A amor novamente acena cintilando os escombros Lençóis embrulhados com nódoas Tempos de assombros levando os amores de outrora. O amor sucumbiu, Despencando os olhares... Decerto, O Júbilo momentâneo perfurou corações Navegando no antes [no agora e no depois] Ele vai acenando Nas suas ruas de granizos... O Amor derrama seus novos espinhos nocivos Coadjuvante subalterno manda flores Tornou-se criança, Cheio de esperança na escadaria de sabão A visão o fantasma perfura-lhe... A liberdade carcerária é imanente O Amor corrói em todas as direções contrárias E as almas se apaixonam novamente Fervilhando prerrogativas no almoço, No café da manhã... O Amor sequioso agora ganha forças Partilha alegrias extraordinárias Mas novamente as maresias cristalizam mágoas, E vem a solidão no almoço, Outras fomes no café da manhã...

POR-DO-SOL SÃO SERES HUMANOS Apenas isso!
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POR-DO-SOL SÃO SERES HUMANOS Apenas isso! Contemplando o pôr-do-sol Quebrando infinitos planos Maresias turbulentas... PARA ONDE VAI PUJANTE CREPÚSCULO? Contratempos minúsculos Discursos de ausências Outrora fabuloso Vagarosa dolência Antigas canções de ninar... MÃOS EM SEDENTÁRIO PIANO Verbos naufragando Faz guerras irascíveis no tempo Inventando contratempos Entardecer aparente Lentamente Ambos se esvaem ...

'A DOR DA FELICIDADE' Essência e suor diário no rosto. À medida que o tempo passa, a magia da mágoa vai aumentando. Arraigando na alma como germe. Pouco a pouco ele perde origens, coisa que outrora nunca ganhou. Tempo devastador. E as dores da felicidade só exacerba seus dias...…
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'A DOR DA FELICIDADE' Essência e suor diário no rosto. À medida que o tempo passa, a magia da mágoa vai aumentando. Arraigando na alma como germe. Pouco a pouco ele perde origens, coisa que outrora nunca ganhou. Tempo devastador. E as dores da felicidade só exacerba seus dias... Ele gastou décadas para um emprego promíscuo, sufocador. Derramando condolências tijolo a tijolo. Para que prédios ou uma casinha de papel com seus odores? A felicidade tem um preço: busca incessante. Seja lá onde for, seja lá com quem for. O peso será sempre intenso, talvez o mesmo, balanceador. Só temos que minimizá-lo e colocá-lo no bolso e andar sorrindo como se não tivéssemos... Não adianta mais parar o tempo. Parar no tempo e olhar bobo para o passado/futuro. Ficar obeso, fazer academia, ter mais tempo com os amigos/família. A felicidade estará trazendo suas dores, cultivando seu preço. Misturado a compaixão e um punhado de tragédia, cada pessoa sufoca-se na felicidade que tem ou morre na infelicidade...

'POEMA DESESPERADO...' Cada um de nós, uma vertente nos punhos. Exceto o desespero, tal qual a proliferação do amanhã, sem cortina de cores... Canto palavras ao chão sem sentidos. Jogo vogais nas cortinas, falando das desesperanças do amanhã. Tenho sílabas, proparoxítonas. Não…
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'POEMA DESESPERADO...' Cada um de nós, uma vertente nos punhos. Exceto o desespero, tal qual a proliferação do amanhã, sem cortina de cores... Canto palavras ao chão sem sentidos. Jogo vogais nas cortinas, falando das desesperanças do amanhã. Tenho sílabas, proparoxítonas. Não quero o olhar dos que tem idade de oitenta... Quero crianças nas calçadas soltando borboletas. Sem criação de desesperos. Espreitando no peito calçadas de nuvens em meio à multidão. Poema desesperado, cantando canções de ninar...

''NÃO HÁ...' Não há fases para predizer o presente. Sequer liberdade para abraçar o infinito derramado sob a terra em avesso.
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''NÃO HÁ...' Não há fases para predizer o presente. Sequer liberdade para abraçar o infinito derramado sob a terra em avesso. Nada cíclico! Para quê infância, mistérios, míseros sonhos exalando pelas mãos... Inerte cenário! Não há fotografias antigas para matar a saudade! Nem pinceladas atuais tratando um novo destino. Sem fotoperíodos para o crescimento do caule na alma. Só evidencias regressivas estilhaçando desígnios... Não há imaginário, fantasias. Apenas corridas contra o tempo. Tudo opaco e vazio, tal qual o eco de um desconhecido falando de razão. Suspirando um novo espírito nos órgãos. Sob a janela amarroada, amparando vaga-lumes, ausentes de lumes nas seguidas noites sem canções...

'QUANDO EU CRESCER...' Abarcarei montanhas e mares de ausências, turbulência e poeira nos olhos tornar-se-ão verdadeiras. Ficará a saudade dos abrolhos nas plantas rasteiras exalando o que realmente seria a vida... As lágrimas cor de sangue ficarão mais impetuosas e perceptívei…
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'QUANDO EU CRESCER...' Abarcarei montanhas e mares de ausências, turbulência e poeira nos olhos tornar-se-ão verdadeiras. Ficará a saudade dos abrolhos nas plantas rasteiras exalando o que realmente seria a vida... As lágrimas cor de sangue ficarão mais impetuosas e perceptíveis. Não haverá mais lugar para elas caírem ou mãos para agarrarem-nas nas pontas. O sol agora em ruínas tornar-se-á mais avassalador, dissecando dores e as poucas esperanças nas tempestades e dias sombrios... Quando eu crescer, quero ter olhos de criança. Não o ser sem bonança que fizeram de mim: sem identidade própria e lugar no mundo, trancafiado numa caixa de pandora, respirando desvairados acasos e um amotinado de questões sem respostas ... Tudo acontece lentamente quando se vai espichando o espírito. A coleta de sorrisos esparramados tornam-se resquícios, sem arco-íris. Quer-se acalanto, um mundo menos profano e de todos, sem metafísica... Quando eu crescer, quero ser um casebre de palha, sem retratos pendurados nas janelas. Sem sequelas ou falas para reproduzir a harmonia passada. Tudo sem dualidades, sem metáforas que fazem da vida uma repetição desastrosa e colapsada. Eu nunca pedi para crescer! ...

'LIBERDADE' E quando algum dia tudo findar, não serei religião.
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'LIBERDADE' E quando algum dia tudo findar, não serei religião. Sem razão ou princípios abstratos. Não mais serei terra seca, emoções, essências ou buscas. Tampouco punhado de areia [fragmentado], deixado aos cantos, felicidade exilada ou resignação... Não serei saudade nas alcateias que compartilhei. Tudo sempre será como fora um dia. Sem matilha, o mundo será o mesmo. Agora deitado ao chão, Não quero donzela reascendendo paixão fúnebre ou amores de outrora. Quero algo maior! Não o luxo de uma consciência sem lume... Liberdade! As portas do primeiro choro cumprirão suas promessas. Deverias vir sorrindo, brancacenta, sem foice nas mãos. Mais pessoas precisarão serem libertas. Sentir a calmaria do teu bafo quando a dormência ficar o coração. Pode vir sem dó, aduzindo ventos [galhas] e palmeiras...

'QUANDO EU PARAR DE SONHAR...' Quando eu parar de sonhar, serei um hipócrita simulando poesias.
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'QUANDO EU PARAR DE SONHAR...' Quando eu parar de sonhar, serei um hipócrita simulando poesias. Praguejando dias irreais. Sem cordilheiras, fingirei a presença de verbos... A caminhada será insensata, abstrata com sua burca espalhando negrume. O novo Oriente implorará complacência. Pretenso, não mais falará de religião... Quando eu parar de sonhar, Não terei os abraços convencionais, desleais/egoístas. A casa não terá crianças para avivar os dias fúteis. O ar exalará despedidas misturada à escassez de utopias... O coração arrítmico confessará segredos não mais sonhados. Medos terão descansos promíscuos. Ao lado a realidade verídica, tão implícita, agonizando os dias reais...

'ANÁLOGO...' Análogo, repetitivo. Ele caminha observando as mesmas imagens. Plantou sua imortalidade nos filhos. Acreditou naquilo que poucos acreditam: cogitação perpétua... Análogo, símile. Ele acorda às seis da manhã e dorme após às duas da madrugada tentando encorajar seus…
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'ANÁLOGO...' Análogo, repetitivo. Ele caminha observando as mesmas imagens. Plantou sua imortalidade nos filhos. Acreditou naquilo que poucos acreditam: cogitação perpétua... Análogo, símile. Ele acorda às seis da manhã e dorme após às duas da madrugada tentando encorajar seus congêneres. Poucos sabem, mas ele é reticências... Análogo, tem dormências diárias. Não contraria o acaso. Mas ver-se disperso fitando início, meio e fim. Quebra espelhos! Mas espelha-se no semblante abatido e cansado na qual todos tornam-se... Análogo, fitando o absurdo. Ele é mudo nas horas hostis. Observa a sobrevivência das orquestras cantando as mesmas canções há milênios. Melodias antifônicas que fazem parte do mundo, sobrevivendo e enraizando as almas...

'ANIVERSÁRIO' Não gosto de aniversário! De comemorar um ano a menos. Muito chato! Aqueles bolos recheados, devorados por dentro sob à mesa... Não me dê presentes! Consideremos. Nada de parabéns por uma data destarte. Aniversário não tem sentido. É muito ambíguo. Certo! Já tenho…
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'ANIVERSÁRIO' Não gosto de aniversário! De comemorar um ano a menos. Muito chato! Aqueles bolos recheados, devorados por dentro sob à mesa... Não me dê presentes! Consideremos. Nada de parabéns por uma data destarte. Aniversário não tem sentido. É muito ambíguo. Certo! Já tenho setenta... Talvez esteja desgastado pelos ventos, Tanta hipocrisia nos olhos. E dias miraculosos. Soltos à espera de destroços. Óbito nos cantos. Não quero velas, não quero palmas... Ah saudoso aniversário! Quando ao lado cultivava esperanças. Bonanças nas tempestades. Fervilhando-me a alma e a ponta dos pés... Não quero ser lembrado. Sou indignado por abraços e míseros aniversários que me faz ser humano a cada passo. Ultrajado. Desgastante...

'VELHO ANO...' Mais um Velho Ano que se aproxima. Menos saúde para comemorarmos. Milhares de células morrendo. Nunca entendi, por exemplo, algumas das comemorações. Para quê tal, se um Velho Ano não faz tanto sentido, faz tão mal para um velho bocado de pessoas... Quem conquist…
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'VELHO ANO...' Mais um Velho Ano que se aproxima. Menos saúde para comemorarmos. Milhares de células morrendo. Nunca entendi, por exemplo, algumas das comemorações. Para quê tal, se um Velho Ano não faz tanto sentido, faz tão mal para um velho bocado de pessoas... Quem conquistou, quem não conquistou não interessa! Interessa nos reconhecemos. Sermos mais irmãos! Se bem que essas frases de Ano Velho não surtem mais efeito na vida das pessoas. Elas continuam as mesmas. Do modo como vieram ao mundo. Talvez não! Dia dos Namorados, Natal, Ano Velho e Outros tem cara de Segunda-Feira. As pessoas vêm e vão. Outras com fé, outras com sentimentalismo. É aquele famoso rodízio melancolizando os dias que virão... Que venha o proximo ano parecido com o que se foi. Talvez a grande diferença seja o fato de termos menos tempo. Sabe Deus o quanto! Apesar dos pesares, quero agradecer por ainda estar preso nele, comemorando a minha forma velha de vê-lo...

TRAVESSIA A chuva fina caí em direções variadas. Às sete da manhã, caminhando lentamente, ele dobra à esquerda numa travessa sem nome. Há muitas pessoas na chuva tomando seus destinos... Uma senhora de idade carrega uma criança no colo a passos rápidos, tentando atravessar a ru…
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TRAVESSIA A chuva fina caí em direções variadas. Às sete da manhã, caminhando lentamente, ele dobra à esquerda numa travessa sem nome. Há muitas pessoas na chuva tomando seus destinos... Uma senhora de idade carrega uma criança no colo a passos rápidos, tentando atravessar a rua. Mas a rua é ligeiramente escorregadia e íngreme. Esboça-se um ar de complacência... Mas à frente, ele dobra à direita. Deixando a rua com suas escolhas e impulsos, rude e indelicada. Agora impulsivo, espera-se a próxima travessia dilatando o corolário, súbito à espera de um milagre...

'CÂMARA DE GÁS' O trem caminha lentamente fazendo sempre o mesmo decurso. Gelos sob os trilhos são esmagados, Não tão qual semelhante a sua carga inóspita revelando sentimentos futuros. A câmara de gás espera suavemente todas as pessoas. Abraçando sintomas apáticos o tempo todo.…
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'CÂMARA DE GÁS' O trem caminha lentamente fazendo sempre o mesmo decurso. Gelos sob os trilhos são esmagados, Não tão qual semelhante a sua carga inóspita revelando sentimentos futuros. A câmara de gás espera suavemente todas as pessoas. Abraçando sintomas apáticos o tempo todo. Como piscinas, Pessoas entram nela diariamente. Cantarolando. Balbuciando martírios. Existencialismos... O gás é artificial. Nunca existira! Não há ares sufocantes. Mas há armas de todos os tipos espalhadas sobre o chão. É preciso determinação para encontrar as suas. Seleciona-se as melhores. As mais significativas e necessárias. Não precisas apertar os gatilhos. O gás é extremo psicológico. Aprisiona, Derruba. Faminto forjando janelas no fim do túnel. Estar-se próximo a um colapso anímico. Guerras internas, apocalípticas... O campo de concentração é extenso. A sopa rala está sobre a mesa sempre farta [de escrúpulos]. Sentados, expele-se ar de prisioneiros. Todos livres às suas escolhas. Libertos no sofá da sala assistindo seus programas preferidos. O luxo e o lixo abruptam-se nessas câmaras que, Em pouco espaço de tempo, Tornam-se sapatos molhados. Camisas listradas. Todos com suas escolhas já prontas, escolhas sem sentidos. Desejos de significados...

FRAGMENTOS III... O trajeto era da casa para o aeroporto. Sempre às cinco da manhã para que os malotes de jornais chegassem a tempo para serem distribuídos aos pequenos vendedores de jornais. Nessa época não tínhamos Internet, nem ouvíamos falar. As notícias eram vendidas fresqu…
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FRAGMENTOS III... O trajeto era da casa para o aeroporto. Sempre às cinco da manhã para que os malotes de jornais chegassem a tempo para serem distribuídos aos pequenos vendedores de jornais. Nessa época não tínhamos Internet, nem ouvíamos falar. As notícias eram vendidas fresquinhas de casa em casa, de rua em rua, de comércio a comércio... As lembranças daquele homem calvo ao volante, dirigindo seu carro para o aeroporto, após mais de trinta anos, sempre são perceptíveis na alma. Sempre de óculos. Pulso firme. Mostrando ser defensor de uma vida de igualdade e melhoras para todos... Seu Arthur Martins, homem que tenho referência indescritível. Pela benevolência. Nos deixou num dia qualquer. Não sei qual fora a estação. Tampouco isso importa! O importante é que houve um homem que fizera a diferença a vários meninos de rua, plantando esperança. Fez vidas melhores. Sou fruto disso...

'AFOGO-ME...' Afogo-me, tal qual um louco falando de amor,
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'AFOGO-ME...' Afogo-me, tal qual um louco falando de amor, insano porque não há quem entenda-lhe os pergaminhos. Desenho corações em linhas sinuosas, mergulhado nas incertezas dos dias. Sento-me sob à mesa. Desonesto, falando dos dias felizes... O mar flamejante está à procura de marinheiros. Soluto porque sou mar de desespero. Não tenho amanhã, nem cultivo. Tampouco porto para ancorar-me nas ilhas incipientes criadas no manjedouro... No dia a dia, espero lentidão velada que sufoca-me. Afoga-me nas substâncias de combinações não feitas, rarefeitas no tempo sacrificando pulmões. Sou expressões resultando incoerência, dias sem sentidos. Submergindo fracassos nas torturas, acasos imperceptíveis, procuras...

⁠'A ´ÁRVORE' À minha frente uma árvore Frágil
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⁠'A ´ÁRVORE' À minha frente uma árvore Frágil Porém Jorrando vida e ar fresco Caule submerso sob o pequeno rio Sugando seus nutrientes para a vida... Ressentida com alguns galhos quebrados Ela nunca será mais a mesma Os ventos vindos dos quatros cantos não são amigos Porém Ela resiste por um tempo... Ainda está no começo Pequenina em meio à tantas Sufocada Sua pequena sombra irá fazer falta nos dias de sol Faltará seus dias trazendo felicidades pelas manhãs... Seu caule precisa vencer a sujeira das águas Sugar apenas o que é bom Seus galhos secos caem um a um A árvore está morrendo Não há nada a fazer... Apenas esperar o improvável Frutos que nunca virão Outras árvores suspiram a infelicidade da pequena Já sem vida Cair no esquecimento...