Nefasta eloqüência As vozes que ouço iludem o meu inesperado,
Continuar lendo
Nefasta eloqüência As vozes que ouço iludem o meu inesperado, e desespero com o desprezo que recebo. São vozes de louca ciência, de religião inexata. Vozes de sentenças. Sou um servo cego e mudo mas as ouço como luz e verbo e choro, com tormenta, sua lógica esmagadora. Não fujo. São minhas as vozes e me humilham como os homens de pedra, como a morte que me nega. Obra registrada na Biblioteca Nacional sob o protocolo 410953-767-113