Quem nunca Ricky Henry / Fabio Gonn / Marcio Freitas Uma Visita muito da inesperada
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Quem nunca Ricky Henry / Fabio Gonn / Marcio Freitas Uma Visita muito da inesperada Acabou com tudo, não me sobrou nada. Bateram palma no portão da minha casa Não sei se ria ou se eu chorava Estava tirando um descanso, Barriga pra cima com a barba de molho, Ouvindo João Bosco, Não sou obrigado eu tenho bom gosto, Mas como quem chega como não quer nada Quando fui ver, Adentraram em minha sala. Bateram palma no portão da minha casa. Não sei se ria ou se eu chorava. Eram dois primos, tio e tia, minha prima Casa de pobre não suporta estar vazia. Em pouco tempo, os amigos e família Estavam em peso e ainda era dia. Uma Visita muito da inesperada Acabou com tudo, não me sobrou nada. Não sou vidente, Não me valio de presságio, E eu também não me troco Pelo mago de cajado. Sou burro velho, casco duro, calejado! Isso vai da ruim, isso só pode dar errado. Bateram palma no portão da minha casa, Não sei se ria, ou se eu chorava. A nega veia sempre muito paciente Pôs o feijão no fogo, Me perguntou se era o suficiente Eu dei risada e respondi amor acalma, Mas você sabe, Que isso não vai dar pra nada. Uma Visita muito da inesperada Acabou com tudo, não me sobrou nada. Assaram minha mistura, O frango, a lingüiça, O Hambúrguer, a carne E a sede era tanta Tomaram até o meu vinagre. A negrada roeu até o osso do cachorro Em casa de doido até o sóbrio fica Loko. Bateram palma no portão da minha casa, Não sei se ria, ou se eu chorava. Acordei com uma ressaca do c... Cochilei no banheiro Acordei dentro do carro. “A nega veia” com bicão de papagaio Porque a casa estava de cabeça pra baixo. Uma visita muito da inesperada Acabou com tudo não me sobrou nada. Bateram palma No portão da minha casa Não sei se ria ou se eu chorava Quem Nunca!!! kkkkk