Quando o Amor com asas livres Paira dentro de meus portões, E minha divina Altea vem
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Quando o Amor com asas livres Paira dentro de meus portões, E minha divina Altea vem Para sussurrar junto as grades; Quando me vejo enroscado em seu cabelo E agrilhoado ao seu olho, As aves que brincam no ar Não conhecem tamanha liberdade. Muros de pedra não constituem prisão, Tampouco barras de ferro ums jaula; Mentes puras e quietas tomam isso Como habitação do eremita; Se tenho liberdade em meu amor E em minha alma sou livre, Só os anjos, que planam acima, Desfrutam da mesma liberdade.