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Frases de Ricardo Pinto

13 frases

Não há buracos para tapar Não era hora para te encontrar Não planejava isso, não imaginava, nem em pensamento.
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Não há buracos para tapar Não era hora para te encontrar Não planejava isso, não imaginava, nem em pensamento. Mas o destino não me deu a escolha do momento E você passou novamente... Só tapamos buracos quando eles existem Não há vazios para preencher Só havia o medo de novamente você apenas passar E eu, de novo, te perder... e perdi. Mesmo sem você a travessia continua com a mais plena alegria Levando a minha essência e a minha nova vida, navegarei por outros mares E aportarei em outros portos sem a sua companhia.

Até quando essa fantasmagoria e essa busca insana Busca que cega, que encontra o que não busco Resta-me a coragem para mostrar uma força que não é minha
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Até quando essa fantasmagoria e essa busca insana Busca que cega, que encontra o que não busco Resta-me a coragem para mostrar uma força que não é minha Que me mantém de pé, lutando, expondo outra face E esse desejo sem objetivo, com forte paixão, mas sem destino. Uma grande alma à espera de um show sem plateia. Não quero mendigar paz para minha dor, mas força para dominá-la O refrigério é a certeza que uma hora tudo vai mudar

QUANDO AS ALMAS SE ENCONTRAM Dei me conta do imaginário alcançado Sustentado por sua doce presença
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QUANDO AS ALMAS SE ENCONTRAM Dei me conta do imaginário alcançado Sustentado por sua doce presença Esquadrinhei minha linha do tempo Precedendo a sua personificação Surgia por entre véus Despontava na leveza de uma pluma Brilhava num sonho adolescente Alimentado pelo conto de quem me fazia fé Cri na existência da alma gêmea Amando-a desde sempre Mas as estações rodopiaram Sucederam-se procelas E noites sem estrelas Barco sem rumo Fé a deriva Fundeando porto franco Mirei travessias Busquei a maior aspiração E encontrei mais, muito mais Surgiu por entre véus opacos, em céu nublado A pluma densificou-se, desmoronou Mas uma pequena chama, ainda que sufocada Perpetuava o sonho adolescente E trazia o todo que não se espera, que não se imagina Para renascer na maior de todas as auroras Clarificando duas almas Disfarçando-as em uma só.

Um olhar que transpõe minha alma Um sussurro que acalma minha guerra Ao seu colo deposito meus sonhos
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Um olhar que transpõe minha alma Um sussurro que acalma minha guerra Ao seu colo deposito meus sonhos E o meu último recomeço Quisera ser a paixão primeira E dar-te outra história Mas consagro todo esforço para a transcendência E lhe causar o grande enlevo Se faço, é por ti e também por mim És de uma beleza inquestionável, inspiradora, O desenho raro, perfeito, absoluto Que não se contempla, diviniza.

Gosto de olhar nos seus olhos, bem lá dentro, sabe?! É um olhar que escancara a porta da alma Revela um sentimento que não se acalma
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Gosto de olhar nos seus olhos, bem lá dentro, sabe?! É um olhar que escancara a porta da alma Revela um sentimento que não se acalma Vertendo um brilho que insiste ocultar A mais refinada doçura que me faz inebriar Contrapõe essa força que ora lhe é exigida Mostrando-se doce e também destemida.

A metade do seu beijo O corpo era desejo Mas a alma, prisioneira
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A metade do seu beijo O corpo era desejo Mas a alma, prisioneira Eram metades Desejando ser inteiros Beijos quentes, incendiários Mas pela metade Meias entregas, meias conversas Verdades inteiras que não venceram o que era metade Uma meia história Uma história sem meio nem fim Só um começo inteiro Um beijo pela metade E a metade de um beijo