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Frases de Ricardo Melo .

1.316 frases

⁠Eu e meu amigo. Numa viagem não programada... Levantei-me bem cedinho...
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⁠Eu e meu amigo. Numa viagem não programada... Levantei-me bem cedinho... E numa desconhecida estrada... Entrei eu por ela... Rumo á ilusão e sem destino... Comecei acelerar... Nesse momento... O ponteiro marcava 150 km... O que ouvi... Foi só o chiado dos pneus... Motor mais que revisado... Tanque cheio... Som sertanejo.... E um cachorro do lado... Meu velho amigo e companheiro... Nunca me largou... Cada verso da música que ia tocando... Meu velho amigo também ia chorando... Meu desconhecido futuro... Onde será que você está....? Na visão panorâmica do meu para brisa... Só cigarras avisando o sol quente que ia chegando... Tentando compreender minha viagem... Apenas miragem que eu via pela frente... Nas curvas acentuadas.... Sempre uma surpresa no repente.... Infinito destino... Pra onde quer me levar... Meu cãozinho sentado.... Ja começava até sonhar... Parece até que... Ele sente tudo que sinto... E sempre de olhar atento... Late como se quisesse algo me falar.... Naquele deserto de chão batido... E uma parte asfaltado... Por alguns segundos eu fechei os meus olhos... É como se eu ouvisse... Tudo que o velho companheiro queria desabafar... Ele dizia:... Amigo , Cuidado mais a frente... É imprescindível nós darmos uma parada... Nunca faça assim como estás fazendo... Para quê tanta pressa....? Se nem sabemos para onde estamos indo... Pare... Relaxe.... A vida é agora... Foi tu amigo , que me ensinou assim... Não sabemos para onde essa estrada da vida vai parar.... Vamos tomar um banho de Rio... Lavar a alma é preciso... Descarregar as energias também... Amanhã.... Cedo acordamos.... E iremos continuar.... Meu faro é aguçado... E sinto o cheiro do outro lado do teu olhar.... Está vendo além do horizonte.... Pois é amigo..... Lá... Ou depois de lá que seu olhar pode alcançar... Não só você... E sim também eu.... Teremos juntos... Uma nova chance para recomeçar... Mas para isso acontecer.... Vamos aqui anoitecer... Dormir e amanhecer.... Frases bonitas... Você pode até fazer.... Permita-me oh amigo.... Eu e tu... Somos personagens nessa estrada... Ela nos convidou.... E aqui estamos.... Não estrague tudo... Acalma o teu coração.... Nossa responsabilidade é imensa... Faça então devagar... Cada dia é um Sol... Aliás... É o mesmo Sol... Mas como a terra gira em torno dele... Não deixe ela te derrubar.... Autor:Ricardo Melo O Poeta que Voa.

⁠Saudade. Quando a saudade doer... Vá em busca da saudade e cure-se...
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⁠Saudade. Quando a saudade doer... Vá em busca da saudade e cure-se... Quando a saudade bater... Vá atrás da saudade e bata nela também... Quando a saudade te fazer lembrar... Lembre-se dela também... Quando a raiz da saudade não quiser crescer... Regue-a Logo a saudade mostrará sua face.. Quando a saudade te sangrar... Cuide-se... Estanque-o.... Cuidado para o sangue não coagular... Atrás de cada saudade... Existe uma história... Uma dor... Um sorriso.. Uma realidade... Antes era uma lágrima... Após o jogo do bilhar.... Alguma esfera sobre a mesa se fragmentou... E nas lacunas da vida lá elas estão... Escondidas em umas das fendas... No piscar de uma luz... Existe ou existiu um choro silencioso ou esgoelado.... Se alguém sentiu.... E se alguém viu... Não deixe o sangue coágular.... Se mantenha agasalhado.... Pois a saudade bate frio... E se não cuidar.... Ela pode se tornar.... Um eterno calafrio..... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Rasuras da vida Fiz rasuras por essa vida... Sem saber....
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⁠Rasuras da vida Fiz rasuras por essa vida... Sem saber.... Estava com a atenção adormecida... Postei rascunhos que ficaram registrados... Cego.... Não ativei o lado desatento... Apatir de uma exclusão... Fiz uma geografia preservando minha natureza.... Observei meu lado pessoal... O meu lado domador... E o meu lado gladiador.... Nas idas e voltas.... Embuti dentro do meu coração.. Todas as postagens que eu fiz... No cálculo exato.... Reservei um minuto de minha atenção... Aquele obrigado deixado de lado... Ou esquecido por um atrito... Ou foi um devaneio de um murmuro meu.... Gritei... E raspando o céu do meu pensamento.... Borbulhei na água marinha... Com sal me embebedei.... Por mim... E por todos... Emergi.... Mas falhei.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Poeta Boiadeiro Ah seu moço... Nesse tema que venho trazendo...
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⁠Poeta Boiadeiro Ah seu moço... Nesse tema que venho trazendo... La vou eu começando... Não me feche as portas... Escancare as jenelas... Por essas aberturas... O ar precisa entrar... Anoiteceu com mormaço... E esfriou na madrugada... Amanheceu ventilado... E no sonho que eu tive... Resolvi usar o que tenho guardado... Essa minha imaginação... Não queira saber como flui.... Ela percorre o estradão do deserto.... Sapateia no asfalto.... Levanta poeira na ferrovia... E se quer mesmo saber mais um pouco de mim.... Distante está as estrelas... Minha vida se resume... Sou filho de lavradores... As sementes que eles plantaram... Eis aqui um escritor... No repique desse poema... Minha morena é formosa... Para aqueles que me conhecem.... Sabem que não faço poesia em forma de prosa.... Não sou valente pelos punhos... Mas por essa vida.... Ja machuquei tubarões.... Sou de algum estado do Sul.... Nascido na região Norte.... Essa baita inspiração.... Falo de mim... E improviso nesse refrão.... Explicar o que tem no meu juízo... Por favor... Não me pergunte não... Todo segundo... É um verso que vem na direita... E o outro pela contramão..... Importando e exportando... Versos por esse mundão.... Ja cortei cabeça de cobra... Misturei com farinha e degustei... Não por querer.... Mas sim por prazer... Sou doido um punhado... Revoltado por completo.... Tirou minha paz... Eu mostro logo o meu martelo... Faço virar mingau... Aquilo que me faz mal... Xô , agrura maldita.... Credo em cruz sai pra lá.... Na viagem que faço.... Não aceito nada me incomodar.... Meu destino eu não sei... Nesse mundo á fora... Em cada dor eu me formei.... Moço você aí... Que me ouviu até aqui.... Não me leve a mal... Se fui grosso e arrogante contigo... Faça-me então uma gentileza aqui pro seu amigo.... Não é para sempre que vou... Mas por alguns instantes..... Não crie expectativas sobre o meu retorno... Saio agora de sua presença... Não porque de ti não gostei... Lisonjeado eu fico... Por me deixar desabafar... Entenda também... Não sou muito normal... Isso pra mim é mesmice.... Quero sempre provar e sentir... O sobrenatural Toque um pouco o berrante seu moço... Minha boiada ja pastou... E eu não posso parar... Se não eu passo mal....

⁠Meu Rincão Meu passado... Ranchinho querido da infância...
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⁠Meu Rincão Meu passado... Ranchinho querido da infância... Aqui estou eu... Te trazendo em um poema meu... La na gruta... A terra que dava o arroz... No horizonte de minha janela... Pastos e cafezais... Oh tempo passado... Até hoje te aprecio... Naquela natureza vivida... Naquele chão pisado de terra batida... Por trás da nossa casa... Hortaliças que perdia de vista.... Ali... Amendoim e repolho... Alho, cebola e couve.... Alface, rabanete e mandioca.... Na palhoça... Milho para as galinhas... Os porcos gordos no chiqueiro... Mais a frente.... Curral de tábuas manchadas... Com óleo velho queimado... O gado nelore... Era de alta qualidade.... As vacas leiteiras.... Davam leite naquela mangueira... O pomar era pura fartura... Laranja lima e pera do rio... Amoras e carambolas... Polcãs e mexiricas.... Adolescência vivida... Tinha tudo e reclamava.... E hoje.... Só o tempo marcado que ficou naquela tábua... Na espera de um novo Sol... Talvez o vento me leve pra rever... Apreciar e contemplar.... Aquele abençoado lugar... Assim como o rio que corre para o mar... Onde as estrelas me falam.... O inacabado ciclo da vida... Um dia posso eu... Naquele rincão verdejante morar... Baruck... Famosa Fazenda São Jorge... Nessa posse.... Sera modificado seu nome... Darei á ela um pseudônimo... Dedicarei também uma inspiração única.... Terra formada de outrora... Um dia lá atrás... Os meus olhos da inocência te viram... Na mata ainda intocada.... Será o cravo tirado de um poema... Para isso acontecer.... Não precisei muito sonhar.... Apenas tive essa visão... Seu nome um dia será... Meu terno... E eterno sertão.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠UTI da ilusão. Esqueci.... Um poema que ficou perdido...
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⁠UTI da ilusão. Esqueci.... Um poema que ficou perdido... E não mais achei na imensidão... Esqueci.... De falar o que devia... De salvar a frase morta que estava morrendo... Esqueci... De importar por quem merecia... E de falar de amor todos os dias.... Esqueci De pregar os versos românticos... Que dentro de mim estavam... E de cantar como um pássaro cantador... Esqueci.... De escrever o que eu sabia... De fazer meus versos flutuar nas tardes quentes e nas madrugadas frias... Esqueci.... De gravar meus cenários... Guardar a fita no armário... E rever para regravar tudo o que faltou... Esqueci... De dramatizar uma cena Real.... Falar de qualquer coisa legal.... E sorrir sempre com alto astral... Esqueci... De morrer por dentro... E ressuscitar junto ao nascer do Sol.... Esqueci.... Do universo que me teve... E agradecer por tudo que eu tive... Esqueci.... De ajoelhar no primeiro dia do ano... De rasgar os panos.... E olhar além do horizonte.... E segurar minhas emoções... Que me impedia realizar os meus planos... Mas... Esqueci mesmo....? Ou...? Tive que vagar e aprender para renascer...? Acordar para não errar...? Reviver para de fato voltar á respirar....? A qualquer hora... Pode então chover muito... E a chuva pode Apagar todas as minhas escritas talvez... Mas dentro de mim.... Imortal elas estarão... E de acordo com o meu olhar.... Por anos estava em coma profundo... Minha necessidade de renascer... É a cada segundo... Posso então morrer novamente...? Há se posso... Cabe a mim então... Continuar na UTI da ilusão... Mas também sobreviver.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠O Desafiado levando sorte. Um certo dia... Outro poeta me desafiou...
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⁠O Desafiado levando sorte. Um certo dia... Outro poeta me desafiou... Disse-me que eu não seria capaz... De fazer uma escrita nessa terra... Trazendo então... Alguns nomes de países Olhei no fundo dos olhos dele... E respondi.... ____Caro poeta desconhecido... Seu insulto para mim... É vitamina para meu cerebro... Só tem um pequeno detalhe... Minha cabeça é uma fornalha... E isso... Você não percebeu... Minha imaginação... Ja passou pelo Afeganistão... De lá... Peguei um trem... Fui bater na Alemanha... E se não foge das minhas entranhas.... Ja era bem cedo... Acordei na Tanzânia... Tomei um café... Fui a China... E visitei o Japão... E subi o morro... E avistei o Cazaquistão... Sou poeta voador... Minhas asas são longas e vou até onde seus olhos não vêem... Argentina , Iraque e Austrália... Angola e também Itália... Comi Poio na tigela... Na parte Central de Caracas... A famosa capital da Venezuela.. África do Sul, Albânia... Armênia ,Paraguai e Uruguai... Não contrabandiei nada de lá... Aqui onde eu moro... É crime e dói até os poros... Escrevo pra ti oh Poeta desafiador... Porque não quero lhe ver triste... Só mostro o que gosto de fazer... E vou continuando com o Chile... Fiquei triste na Somália... Lá... A fome e pobreza ímpera demais... Quem sabe Estados Unidos da América... Suíça e Suécia.. E outros países também... Se unem... Para acabar com tanta coisa que não presta... Sabe poeta... Um lema eu trago comigo.. Coréia do Norte e do sul... São coladas uma a outra.. O escritor que vos fala... Pode até deixar algo para traz... Mas não tem nada de trouxa.... Espanha e Jordânia são de um continente... O Canadá é do norte... Por enquanto... Nesse desafio eu estou levando sorte... Nessa pequena demonstração... Por favor... Não me leve a mal não... Sou um inspirador Brasileiro... Caso queira um trocado... Fale comigo a sós... Grite bem alto e se renda... Deixo na tua face.. O meu verso entalhado... Sou igual a qualquer outro... E se essa escrita não te fez bem... Saiba você e saiba o mundo... Não fiz ela só pra você... Fiz treinando meus instintos... Falo a verdade e não minto... Escrevi até aqui.... E se algo faltou em formalizar Sinto muito... Mas na arte da poesia... Eu também posso errar... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Desatando os nós da imaginação. Cedo ou mais tarde... No início da noite ou na madrugada...
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⁠Desatando os nós da imaginação. Cedo ou mais tarde... No início da noite ou na madrugada... Vou direto ver as lições que preciso termina-las... Ao verifica-las... Primeiro passo.. Um cabeçalho... Segundo passo... __É o parágrafo que nem sei de onde ele surgi com a força do vento.... E no terceiro... Uma fantasia que flutua no mar azul de minha imaginação... Se alguém me perguntar... Na prosa.... Não conseguiria responder.... Apenas sei quê é uma jornada incrível... Somente sei que escrevo... Vou recheando uma frase... Dou toques nos versos... E de repente.... Um poema está montado.... Para mim... É como se eu fechasse meus olhos e saísse por aí.... Acelerando em busca de uma aventura qualquer... Aquele pequeno copo de vidro que em outrora caiu no chão... E aos cacos ficou... Desse objeto... Faço dele um ou dois versos.. Dos cacos... Eu faço um livro aberto... Com requintes de uma inocência.... Ou até de uma bruta crueldade... Pois ao quebrar... Veio ao pó... E é desse pó... Que vou desatando os nós... Ao elaborar sem usar ferramentas... Sinto tristezas profundas... Mas também é uma alegria que não cessa... Talvez uma torre de onde os querubins estão me protegendo.... Ou uma pipoca e um filme no cinema... Acompanhado de uma gelada Coca-Cola... Na aprendizagem... Fotografo paisagens.... No pior dos fracassos.... Faço um verso sem cor... Talvez embaçado.... Mas repudio as limitações... Tento evitar.... Mas as frustrações me desafiam.... Afinal de contas... Eu tenho sim... Uma ou duas... Até dezenas de opções... Fato é.... Agrado a mim...? Ou ao mundo todo...? E daqueles poemas já registrados... Trago comigo um acordo... Eu sou o poeta... E eles... São minhas lições.... Concordando ou não... Não uso nem um ingrediente... Só quero terminar mais uma tarefa... Com minha ilusória... Imaginação... Se são devaneios ou anseios... Sei lá... Só sei que é uma sensação te satisfação... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Resgatando uma canção Resgatei de dentro de mim... Uma canção perdida...
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⁠Resgatando uma canção Resgatei de dentro de mim... Uma canção perdida... Fortemente armado... E a arte aflorando dentro da minha imaginação... Versos sobre versos... Um á um eu resgatei.... Fiz pulsar dentro de minha inspiração... Um refrão escondido.... Sem pisar no chão... Tive uma imensa ilusão... A melodia distanciada.... Mostrou sua cara... Multipliquei ela com som de um acordeon.... Frases de uma poema que floravam... Na magia da poesia... Fui coadjuvante nesse teclado.... Cambaleando por ele... Não parava de escrever... Deixei junto a uma flor... O odor do meu clamor... Sonhando com isso... Acreditei.... Na canção resgatada... Faceira e ligeira.... Sentada na garupa... E eu... Fui controlando seu trote.... E ela voltando pras minhas mãos... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Gardênia Me influenciando com uma estrela... No meio do verde mata...
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⁠Gardênia Me influenciando com uma estrela... No meio do verde mata... Rosa flor.... Seu véu esbranquiçado... Bela e mais que bela... Seu encanto era inigualável... Sua cor era totalmente notável... E seus segredos eram indecifráveis.... No perfume deixado no ar.... A embriaguez nunca me deixou só... Bêbado... E enjaulado por teu aroma... Flor-Mulher... Seu perfume e suas essências... Das margaridas por mim já tocadas.. Entre todos os jardins que andei... Nem os mais purificados jasmins... São capazes de descrever teu odor... Gardênia minha flor... No vago espaço sólido... E no outro líquido... Teu cheiro vai inebriando todo ar... Entre as flores... Tu... Oh mulher... Nessa escrita que dedico á você... Não uso delicadeza para escrever... Assim... Me torno um colecionador da tua beleza.. E com a memória ativada com sucesso... Teu cheiro em mim... Ficou.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Poesia de fina escrita Desmontei um quebra cabeça... Misturei todas as peças...
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⁠Poesia de fina escrita Desmontei um quebra cabeça... Misturei todas as peças... Ao começar a montar... Viajei com meus devaneios... Na ilusão do meu olhar... Apenas versos falavam dentro de mim... Usei então... Uma metodologia diferente... Deixei cair um pingo de lágrima minha.. E ao bater em uma das peças.... Emudeceu e transformou em ouro de fina qualidade.... Com o coração transbordado de paz... A ispiração se multiplicava... Aquele pingo de choro meu que tinha caído... Mal eu sabia... Que era a chuva que regava minha imaginação... Perguntei eu então á minha alma... Cadê teu sorriso..? Cadê o teu paraíso...? A voz de minh'alma então ecoou dentro de mim... E raspando meu cerebro... Ela me disse... Eis-me aqui oh Poeta inspirador... Escrevi no seu coração... Reguei tua inspiração... E fiz brotar em ti... Uma semente e uma canção... E ao céu viajando... Coloquei meus olhos na prata do luar.. E a lua me disse... Oh alma inspiradora.... Escreverei em teu nome.. Com escrita fina de última geração... Perdoe-me oh Poeta... Mas teu escrevinhar... Ninguém poderá apagar... Os pensamentos são teus... A Imaginação e sua... Esse poema feito aqui... Foi devaneio de uma lágrima tua... Conectada junto a ti estou... Mergulhe sempre... Não temas... Você jamais irá se afogar... Esse mundo... É todo seu.. E eu.. Sou apaixonada... Com esse teu jeito... De poetizar.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Rimando. Pelos confins da literatura... Rimo eu sem querer...
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⁠Rimando. Pelos confins da literatura... Rimo eu sem querer... Não rimo para esquecer... Rimo para dia passare chegar logo o anoitecer.... Rimo por horas... Rimo testando minhas trovas... Rimo sem pensar... E não me preocupo no que vai dar... Rimo almoçando... Rimo amando... Rimo debruçado... Rimo em pé ou sentado... Rimo para os amigos... Rimo para quem quer seguir comigo... Rimo até na cozinha... Rimo e não chamo a atenção da vizinha... Rimo para minhas irmãs... Rimo para os meus fãs... Rimo para o meu irmão.... Se ele não gostar... Invento pra ele outro refrão... Vou pelas beiras... Vou nas esfolas.... Rimo sem falar besteiras... Rimo dedilhando minha viola... Rimo para as mulheres... Rimo para os homens... Mas não rimo para o lobisomem... Rimo para filhas... Para minha esposa... Eu rimo e dedico um verso apaixonado... Com meu talento... Entrego a ela meus escritos bem elaborados... Ela é calma e esquentada... E como escritor... Olho pra ela e dou uma piscada... Rimo para as mamães... Rimo para as tias e os tios Por dias... Rimo também riscando o pavio... E com um pedaço de fio... Ligo na tomada... E rimo para os primos... Como poeta menino... Escrevo seguindo meu destino... Rimo até para os que duvidam... Caso eu feche meus olhos... Agradeço a Deus e aqueles que me convidam... Pego minha sacola... Coloco letras na caçarola... Congelo água e esfrio minha cachola... Sem plateia na arquibancada... Jogo um pouco de bola... Dizem que o Pelé é o rei do gol... Será...? Não acredito muito nesse vovô... Dou asas para o minha inspiração... E se rimei até aqui... Não é para satisfazer o meu ego não... Rimei porquê eu quis... E se ninguém fala nada.... É porque sabem o motivo que fiz... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Se o vento muda...! Então porquê eu não posso mudar...? Sim,
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⁠Se o vento muda...! Então porquê eu não posso mudar...? Sim, Mudarei sim, Jamais um barco navegará em sentido contrário ao vento. Não importa o cais que encostarei, Nem portos, Não almejo um paradeiro, Vou desfrutar dos mares, Pois temos vários, Os desejos que sinto, É maior que os 7 mares, Não apenas ancorar-me num porto e apreciar um único horizonte, Credo....🤦🏼‍♂ Autor :José Ricardo

Falando ⁠Agora vou falar, Rasgarei minha garganta,
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Falando ⁠Agora vou falar, Rasgarei minha garganta, E por favor, Não se espanta, Falo com emoção, E do coração, Do mundo que vivo, Da vibração que sinto, Falo a verdade e não minto, Gosto do poetizar e abrilhantar, No meu escrevinhar Posso de fato causar! Profundos sentimentos, Seja ele bruto, Ou sensível, Só não baixo o meu nível, Meu caminho é um desenho, Onde eu sempre tenho, No que mais eu me empenho, Faço ser real, Menos desleal, Se falo brincando, Vou apenas rabiscando, Se erro muito, Volto pra traz consertando, Nas minhas poesias, Faço delas os meus dias, Faço também as mudanças, Não abro mão, Das minhas perseveranças Mudo de comportamento, Depois pego um pouco de vento, Algo me aflora, Então nessa hora, Decido continuar, Á escrever sem parar, Se tenho paixão, Vai então, Explode coração, Quando não se pode viver, Nas suas escritas, Por vezes ditas, Deixe os pontos e siga, Cada amanhecer é com você,. Vá sem se controlar, Pois é! É isso ser poeta, Deixo aqui meu abraço á todos, Até mesmo pros que me detesta... Autor :José Ricardo

⁠Vasculhando sentimentos. Com tom de cores ilustradas... Umas foscas e outras cintilantes...
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⁠Vasculhando sentimentos. Com tom de cores ilustradas... Umas foscas e outras cintilantes... Decidi eu... Vasculhar alguns sentimentos... Fiz uma bancada... Espalhei meu alfabeto... Único e diferente do abecedário... Do tal famoso ABC.... Comecei logo pela segurança... Embora não sabia como os sentimentos Iriam se comportar... Satisfação em fazer isso... Em momento algum me faltou... Insatisfeito com certas coisas... E satisfeito com minha imaginação... Saturei e temperei... A saudade bandida que me maltrata... Sensível e ao mesmo tempo sufocado... Meu desejo era único... E regorgitar o que por dentro me corroía... Saudável e sensato... Separei os pontos... Eliminei as reticências.... Sem tolerâncias... Deixei as tristezas e prosegui... Almejava o sucesso.... Suspeitei do que viria pela frente... Dei um chute no sofrimento... Tentando abafar os tormentos... Busquei muita saúde... Sozinho e sereno... O horizonte estava ainda distante.... Sobrecarregado e sonolento.... Tive surpresas vasculhando... Superei o tédio... Teimoso e com temor... Perdi o sono por vezes.... E fiquei tenso... Soltei as latas de tintas... Unifiquei junto á uma poesia.. Para a tranquilizar e me encontrar... Precisava eu... Abrir as cortinas e começar a gritar... Tímido e matemático.... Somei outras cores e liguei a esteira... Motorizado... E energizado por uma turbina... As letras alfabetizadas corriam soltas... Esperava o momento certo em apanha-las... Cada uma tinha um tom de cor... As outras eram coloridas... E foi assim... Que encontrei a compreensão... Comecei a entender... O significado de cada sentimento... Colei do início ao fim... Uma marca minha na correia que não parava de correr... A bancada era ilusória... Nem pés tinha para sustentar... Fui no estoque... Peguei tudo que não fazia bem... A malícia foi logo a primeira da fila... Depois a desconfiança... Ódio e rancor... Magoa e pavor... E outras mais que causavam dores... Formigação e ilusão... Atordoei todos esparramando minha imensa revolta... Entre todos eles... Eram mais de cem... Enjoado e encorajado... Martelei um à um... E ao pó... Vi todos destruidos em minha frente... E ainda de pé... Tive essa inspiração... Encontrando o segredo de cada um... E foi assim que tive um encontro... Com o Amor e o perdão... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

Minha Escola ⁠Ah escola, Escola minha,
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Minha Escola ⁠Ah escola, Escola minha, Sozinho pensando, Meio que vagando, Com alto estima, Dedicarei á vc essa rima, São Bernardo do Campo, Lembrando de de ti, Aqui no meu canto, Foi aí que tudo começou Venho acompanhado, Aqui de outro estado, Conduzido por um tema, Cujo problema, Que mexe comigo, Escrevo aqui agora, Pra lembrar da escola, Que um dia estudei, Hoje me sinto cheio da bola, Pra aqui te escrever, Nesse meu viver, Um dia sentei em suas cadeiras, Escrevi em suas carteiras, Cujo era de madeiras, Madeiras essas de lei, E hoje me sinto um Rei, Pra aqui te grafar, Escola Pedra Maria de Carvalho, Depois de vc, Tive muitos atalhos, Agora eu falo alto, Com seu sobre nome, Carvalho, Nos tempos atuais, Embora desiguais, Devo isso meus pais, A quem deixo aqui os meus cordiais! Ah professora Maria José, Nem sei se ainda existe, Ou jà se foi, Ja se passaram 5 décadas, E após 42 anos, E hoje sem enganos, Dedico a vc esse poema, Cujo você é o tema, Que um dia me lecionou, E trago comigo até hoje, O seu emblema, Sonhos e ilusões, Vivo hoje, Como se fosse ontem, Me lembro de detalhes, Talvez alguém me desapontem, Mas, Ninguém é perfeito, Vivemos de erros, E também de aprendizados . Estudei aí, Nunca me distrai, Nunca me reprovei, E engraçado, E na escola da vida, Já fui reprovado, Inclusive várias vezes, Me despeço por aqui, Deixo aqui meu sincero obrigado, E obrigado meu Deus, Por nunca desistir de mim. Autor: José Ricardo O Poeta que Voa

⁠Magonovódio Aquela rosa que caiu no campo... Aquele rio que corre no manto...
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⁠Magonovódio Aquela rosa que caiu no campo... Aquele rio que corre no manto... Aquele mar que cobre todos os continentes.... Aquela lavoura de trigo que carrega o pão... Nos achados e perdidos da minha imaginação.... Estão alguns itens desconhecidos dos olhos da ilusão.... Na altitude e latitude.... Uma magoa e revolta... Misturada com ódio e nojo... Que açoita e que me devora.... Poderia eu dizer que é do amigo(a)...? Poderia eu dizer que é do bandido....? Poderia eu dizer que tal mistura de sentimentos ruins está pela humanidade...? É claro Não.... Minha mágoa tem nome... Minha revolta sobre nome.... Meu ódio oculto está trancafiado... Um nojo que regorgito a cada milésimo de segundo... Peço a Deus muita sabedoria e paz... Para quando eles escaparem de minha boca... Eu realmente saiba o que estarei falando... Jamais pensei... Jamais imaginei... Jamais sonhei que teria isso... Poderia até inventar um pseudônimo para esses quatro sentimentos..... Magonovódio... Falo abreviado... Falo até para aqueles que me chamem de coitado... Eu sei que sentir isso não é bom.... Mas acho que estou no caminho certo Escolheria uma classe para revelar...? Escolheria uma arena para gritar...? Escolheria o mais alto eco para fazer meu grito ecoar....? Não sei.... Tais poesias e versos... Tais improvisos e canções... Tais línguas que falam difíceis de entender... Do javanês ou inglês... Português , mandarim.... Ou espanhol até o hebraico.... Nunca fui no monte de palha... Mas jogo fogo nessa fornalha... Quando será que irá explodir de dentro de mim... Não sei.... O que sei... É que Deus criou alguém... Deu fôlego da vida a esse alguém... Deu vida a esse alguém... E cuidou até hoje desse alguém... Nessa gaveta... O que tem por dentro.... Não posso brindar porquê tenho.... Não posso me vangloriar porque sinto... Apenas tenho... Não falo de sucesso... Não falo de felicidade.... Não falo de dinheiro... Falo de algo por inteiro... Falo de algo que não cabe em qualquer caderno... Ele não é sonoro... É algo que saí pelos poros... Não cabe nessas frases.. Mais apenas sei... É algo muito forte que só Deus sabe... O imenso sentimento... Que guardo comigo... Que abrevio nesse poema... Nesse exato momento... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

Louco Se me chamarem de louco, Eu digo sou e mais um pouco,
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Louco Se me chamarem de louco, Eu digo sou e mais um pouco, Digo e assumo. Sigo meu rumo, Acompanhado com meu plumo, Pois eu amo ser louco. É essa loucura, Está na minha estatura, Sigo esse poema, Com minha candidatura, Se amar demais é ser louco, Então deixo aqui minha assinatura, É onde eu me encontro, Com minhas abreviaturas, Deixar de ser louco...? Falo e repito, Nem um pouco, Minha imagem e meu olhar, Está no meu um versejar, Meu olhar de Poeta, Insisto em rimar, O que minha alma sente, Sobra tranquilidade, E pra falar aqui a verdade, Em qualquer lugar, Coloco a cabeça pra pensar, Se herdei isso de meu pai, Respondo á modo caipira, Sou mesmo "RAPAZ, Vejo portas, E passo por elas, Se não abrirem, Pulo as janelas, Com meu estilo, Coloco minhas metas, Nem que eu faça, Algo fora de época, Se alguém acha ruim, Faço então só pra mim, Na beleza do meu mundo, Existe a pureza do ar, Refresco minha memória, Pra esse texto continuar, Se falo bobagens, Ainda me vejo na vantagem, Traduzo inglês, E também português, Não sou formado em línguas, Pra essas traduções, Uso a Internet, Faço dela minha marionete, Permaneço no meu encanto, Quietinho no meu canto, Aprecio e vivo, Dou uma pausa e vou pescar nos rios, O quê devo escrever, Está dentro do meu crer, Na minha imaginação, Vem palavras sei lá de onde, Enquanto eu estiver no meu bonde, Buscarei palavras, Sabe lá Deus adonde, E se você quiser me ajudar, Vem aqui e me responde... Autor :José Ricardo⁠

⁠Na minha reta, Sou um simples poeta, Não tenho rima e nem rumo,
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⁠Na minha reta, Sou um simples poeta, Não tenho rima e nem rumo, Também não sou repentista, Só sigo meu plumo, E levo de boa, Essa minha vida de artista, Vivendo no meu canto, Rimando e semeando, Nesse meu mundo de rimador,. Faço meus versos Aliviando meus desejos, Pensando no meu lugarejo, Com meu coração sertanejo, Mas tem uma coisa que sou, Falarei sem pudor, Sou um tremendo egoísta, Jamais divido minha dor. Choro sozinho, Quietinho no meu ninho, Me desabafo com o Pai, Ele é único que me atrai, Pra enxugar as lágrimas que cai.. Autor :José Ricardo

⁠Pra quem não me conhece, Venho aqui e me apresento, Sou um que faço rimas ao vento,
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⁠Pra quem não me conhece, Venho aqui e me apresento, Sou um que faço rimas ao vento, Escrevo minhas rimas, Nasci com essa sina, Se falo do amor, Então esqueço da dor Sou rimador, Faço de tudo que escrevo, Ser um animador, Então eu me garanto, Aqui eu sou um ditador, Com meu cérebro pensador, Detalho sem horror, Pra depois ter um sabor Aqui sou amante, Homem da alma pensante, Não sou bandido, Pelo menos meu dia, Está garantido, Sou eu que escrevo, E pra mim jà é bastante, Nas experiências da vida, Algo me proporcionou, Pra hoje aqui fazer de mim, Um desbravador, Sou assim mesmo, Escrevo qualquer hora, Ainda como torresmo Aos que se vão, Aos outros ficam, O quê importa é a emoção, Os bons amigos, Trago comigo, Mesmo solitário, Decifro qualquer dicionário, Nesse minuto presente, Faço nesse poema uso meu pente, Vou penteando palavras, Tirando dos ovos até das claras, No fim disso tudo, Nem sei se ficará bom, Mas nas misturas quê ponho, Um paladar tem que dar, Apostando na hora de degustar, Nessas rimas sem fim, Ouço até o Japiim, Se as sombras vem me espantar, Dou um chega pra lá, Deus me carrega nos braços Prs aliviar meu cansaço, Respiro fundo e mergulho, Disso eu me orgulho, Existem barreiras, Derrubo com trator de esteiras, Vou quebrando tudo na frente, Pra mostrar pra essa gente, Que esse poeta é diferente, O lugar das estrelas está no infinito, Elas brilham no espaço bonito, Meus versos tem uma base, Deito e me levanto, Me levanto e deito, Vou despedir vocês, Amanhã outro dia talvez, Eu esteja aqui outra vez, Usando meu lado de artista, Me transformando num alpinista. Autor :José Ricardo

OBSERVANDO⁠ Observando a noite e a lua, Noite escura,
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OBSERVANDO⁠ Observando a noite e a lua, Noite escura, Noite silenciosa, Olho para o céu, Vejo no véu, Vejo pela janela, Uma linda estrela, Que fez-me, Ficar á mercê dela, Lembrar...! Lembrei-me de algo, Da delicadeza do meu olhar, Vi a grande estrela brilhar, De uma forma tâo intensa, Que me fez até gaguejar, Da suavidade, A sua divindade, Convidando-me para lhe apreciar, Tua imagem, Reflete na paisagem, Minha razão, Tem um sentido, Oh céus, Como tu és "BONITO", Fico feito um bobo, Te paquerando sem noção, Olho-te daqui, Invadindo tua beleza, Sem ao menos sua permissão, A minha vontade, Está na sua explicação, E continuo aqui, Alí, Ou lá, Vivendo no mundo da lua Da fantasia sem sentido Meus pensamentos habitam nas ruas, Ruas essas sem nomes, Nas galáxias do céu infinito, Da utopia que tenho vivido. Autor :José Ricardo

⁠ÁGUA Água, Oh água...!
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⁠ÁGUA Água, Oh água...! Olhos d"água da vida, Sua jornada é comprida, Nasce muitas vezes em montes, Vai fazendo seu curso, Segue seu percurso, Vai pelas fendas rochosas, Vai penetrando mata a dentro, Dançando charmosa, Vai molhando solo a baixo, Enche as lagoas, Passe pelos riachos, Ah água...! Água cristalina, Vc vem da minas, Apreciando as garoas, Chuvas fortes te mancham, Lixos te contamina, Noites frias, Tarde quentes, Não pare, Pois checará em seu poente, Vieste de longe, Você tem seu paradeiro, Vá em dias ensolarados, Quase sempre tem ao seu redor, Paredes e barrancos desmoronados, Posso ouvir até seu despejar, Despenca em cachoeiras, Vai pelas beiras, Pegando poeiras, Animais saciam de suas fontes, Muitos param na sua margem, Pra ver suas miragens, Estrelas brilham com seu reflexo, Vários ficam até perplexo, Peixes nadam nos seus rios, Outros em oceanos, Muitos vc proporciona, pra abrandar os ânimos, Seus atrativos tem um sentido, Mata a sede de muitos desnutridos, Vidas se salvam pela sua existência, O cuidar e te apreciar, Depende de todos, Seu valor, Tem um calor, Seu destino é evaporar com o calor do sol, Sobe pras nuvens, E depois torna voltar, Ao seu lençol... Autor: José Ricardo

⁠As laterais do meu coração, Ainda têm borrões e murmuras, E com muita ternura,
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⁠As laterais do meu coração, Ainda têm borrões e murmuras, E com muita ternura, Apago essas rasuras, Das tintas derramadas com o tempo, Embora com todo zelo, Declamo nesse pequeno verso, O meu pequeno universo, Bombeando e manchando, O que exprime, É não é um crime, É apenas um regime, Daquilo que me oprime, Na minha arte de amar, Quero ser mais que um conselho, Dadas as tintas derramadas, Espremo e exprimo, E nesse momento eu rimo, Num só colorir, Fora do existir, O meu "AMOR", É somente um temor, Ao SOBERANO "CRIADOR" Decifro isso pra mim, Pra também que me acompanha, Pois minha revolta é imensa tamanha, Demorei pra ter toda essa indignação, Na minha memória, Existe uma história E ter perdido aquilo que é meu, Faço questão de existir, Pra aqui escrever, A reviravolta tem que acontecer, Não me importando a dor quê doer, Posso permitir o chorar da dor, Não me importando com horror, Se eu chorar agora, O Pai vem e me consola, Só eu pude vivenciar, Porquê nesse lamento, Posso ter esse evento, Ah! Coração, Você está impregnado, Só não me peça pra voltar atrás, Você cansou de ser bobo, Logo você vai provar do bolo, Que tanto espera nesse rebolo. Autor :José Ricardo

⁠Atrevido na arte Não posso calúniar minhas poesias... Elas tem ossos...
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⁠Atrevido na arte Não posso calúniar minhas poesias... Elas tem ossos... Tem pele... Tem carne... Em cada uma delas... Existem um coração nobre... Atrevo-me com minha essência de poeta... Perfuma-las.... Sou um caçador de imagens... Sou um admirador das paisagens... Sou tão atrevido que.. Embora com os ossos machucados... Não faço negócios com minha imaginação... Ela não está a venda... Ela não tem preço.... Afogo-me... No amor... Me deito no ar... Mergulho no meu Mar... Não sou de subtrair... Odeio o sinal de divisão... Cabe então... Eu eleger uma promoção.... Recuo daquilo que não me inspira... Essa arte de cultivar poesias.... É minha... E tudo que meus olhos capitam.... É capaz de magoar até o verso mais puro.... Sou capaz de dar fôlego até o verso mais contaminado.... O que me importa.... É cultivar sem denegrir.... Semear sem tocar.... E colher sem apanhar.... Sou exportador de sementes... Elas vão e vem... Sou importador de um verso carente.... Sou nacional e internacional.... Sou recem nascido.... Sou da atualidade ou moda antiga Jogo mel no amargo.... Elimino o fel.... Mesmo que alguém possa não ter gostado... Rasgo a tristeza ao meio... Ainda sou capaz de remendar a felicidade... Meu inimigo.... Sou eu mesmo... Levo a mim... A minha própria notícia.... E se contém alguma difusão... É apenas um verbo.... E ele está aqui.... Dentro de qualquer inspiração.... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.