Manda brasa. Amanhã vai ter incêndio
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Manda brasa. Amanhã vai ter incêndio lá em casa.
20 frases
Manda brasa. Amanhã vai ter incêndio
Manda brasa. Amanhã vai ter incêndio lá em casa.
Fale-me de amor! Faça um gesto! Que essa gostosa "matéria prima"
Fale-me de amor! Faça um gesto! Que essa gostosa "matéria prima" não fique só no verbo, no sujeito ou predicado... esqueça até da "rima" e venha mais pro meu lado!
para o silêncio do poeta quando você se cala o silêncio fala canta o galo zumbe a abelha
para o silêncio do poeta quando você se cala o silêncio fala canta o galo zumbe a abelha mia o gato pia o pinto ruge o leão quando você se cala o silêncio fala a baleia bufa o burro zurra o bezerro berra o bode bala ladra o cão quando você se cala o silêncio fala grasna o ganso o rato guincha o cavalo rincha bate meu coração quando você se cala o silêncio fala a cigarra estrila a hiena gargalha estalo os dedos e canto esta canção.
Era uma Abelhinha tão belinha que pediu a Deus o que não tinha: - Quero uma flor e uma amiguinha!
Era uma Abelhinha tão belinha que pediu a Deus o que não tinha: - Quero uma flor e uma amiguinha! - Quero uma rosa e uma borboletinha! Deus - que não era nenhum Papai Noel, que realiza sonhos e desejos a granel - Deus, que sabe de onde vem o mel, deu para a Abelinha... espaço no céu. Acostumada a voar com o pensamento a Abelhinha se deixou levar pelo vento aproveitando aquele doce momento: - Se a felicidade não existe eu invento! Deus gostou do que ouviu e fez um teste. - No cacto e na lagarta a cor se manifeste, entre espinhos a delicadeza mais rupeste e a flor voe até a mais alta folha do cipreste! Chamou a Abelhinha e deu o seu presente. Que vendo a lagarta e o cacto tão contentes sentiu pela primeira vez uma felicidade latente: - O amor que a gente sente é amor diferente! "Quem ama o feio leva cada susto" disse Millôr. A abelhinha gostar da lagarta e do cacto não é pior do que fazer do gato sapato ou espinho na flor? - Na lagarta ou no cacto o que nasceu foi o amor.
o dia que eu bem-te-vi trago sempre comigo foi mano a mano
o dia que eu bem-te-vi trago sempre comigo foi mano a mano esse trocar insano de olhares e acenos ideias e planos foi coisa do destino isso não se conquista amiga é amiga à primeira vista
mergulhar bem fundo na lagoa rasa é conhecer o mundo sem sair de casa é voar mais alto sem abrir as asas
O que há de pecado No amor Não sei não
O que há de pecado No amor Não sei não Porque nasce o espinho Sem dor Não sei não Para que tanto sangue Não se zangue Meu coração Porque o verde não nasce Na flor Não sei não Eu sei o que bate no peito Eu sei o que gosto de ver Eu sei o que é tão perfeito Eu sei o que gosto em você
Uau! Não mereço, não mereço! Mas quero-quero.
Uau! Não mereço, não mereço! Mas quero-quero. Duas vezes, uma pra mim e outra pra você. é por isso que o passarinho repete: quero-quero!
Preste atenção ao seu corpo e à linguagem das sensações e das emoções. Preste atenção para tocar de leve, levar além. Preste atenção ao abrir uma janela. Quando pular de body-junp na poesia. Preste atenção porque você está a um passo da primeira vez. Preste atenção ao brincar com…
Preste atenção ao seu corpo e à linguagem das sensações e das emoções. Preste atenção para tocar de leve, levar além. Preste atenção ao abrir uma janela. Quando pular de body-junp na poesia. Preste atenção porque você está a um passo da primeira vez. Preste atenção ao brincar com fogo, porque na lagoa há sapinhos e na padaria assa pão. Preste atenção ao pegar alguém no colo. Preste atenção ao cheirar o corpo e aprisionar o instante. Preste atenção ao soltar as asas, preste atenção ao treinar o improviso. Preste atenção porque a amizade não é um amor sem compromisso e começa com o mesmo A de Amor. Preste atenção aos números. Era um, depois dois e era uma vez três. Preste atenção quando engravidar um poeta, e ser mãe de uma poesia. Preste atenção na resposta que já vem com a pergunta.
Bem-me-quer mal-me-quer. Bem-te-vi quero-quero! Duas vezes uma pra cada um.
Bem-me-quer mal-me-quer. Bem-te-vi quero-quero! Duas vezes uma pra cada um. Um para cada uma. Plim-plim!
Vida poesia - coisa louca Eu não posso tirar meus olhos da tua boca
Aqui o inverno é leve é a paina que cai no lugar da neve.
coisa singular dois olhos em um só
coisa singular dois olhos em um só olhar.
não entendo nada que não seja esse momento
não entendo nada que não seja esse momento leve assim leve o vento leve-me sorriso leve teu tormento
Quem tem QI, vai.
Eu, no retrato não sou um. Sou três por quatro.
Os ratos estão roendo teus sonhos
Os ratos estão roendo teus sonhos no meu armário quem mandou você guardar tanto sonho otário joga teus sonhos no lixo tira o recheio de lá sonhos não enchem barriga intriga de quem não sabe sonhar.
Loucura esse teu jeito estranho: finge que chora enquanto toma banho.
joão de barro de joão de casa
joão de barro de joão de casa barro foi feito caminho. caseiro e pedra sentados fazem sentido sozinhos. quem teve caso com pedra pisa com muito carinho. que pedra no meio mais que pedra é casa de passarinho.
Quando a primavera acontece até o botão do casaco floresce.