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Frases de renunes

36 frases

Pensei em te buscar nas linhas das escritas minhas na minha mente... Te encontrei na linha de trem, no amém da manhã de domingo... No vai e vem das ancas alheias...
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Pensei em te buscar nas linhas das escritas minhas na minha mente... Te encontrei na linha de trem, no amém da manhã de domingo... No vai e vem das ancas alheias... Na perversão do mundo, perverso refém!

Nós - pobres bichos indefesos Era uma linda noite chuvosa Outono...
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Nós - pobres bichos indefesos Era uma linda noite chuvosa Outono... Iniciou mais um ciclo Noite de raios e trovões Em meio ao mato No campo Sentados em redor da mesa... Do centro Estão dois grandes amigos Os maiores vamos assim dizer Tamanha é a compreensão Tamanho é o conhecimento Tamanha consideração Entre um gole e outro Uma tragada e outra Olhares confundidos Pensamentos desviados Batalham por uma conclusão Mas a vida não terá nunca uma conclusão Será sempre um ciclo Nasce, cresce, reproduz e morre E morre tudo E esse é o sentido de tudo também Aí, param a pensar e pensar Descobrem a chave de tantos mistérios Tantos questionamentos Meu santo bendito Jesus deus, deuses (seria bem mais interessante) Seja lá qual for a crença Quanto tempo falta para a unificação? O centro de tudo mesmo Acreditam profundamente É o momento da união total Homem, animal, crença, etnia A união é igualdade É amar independente do todo ou do resto É trocar É romper as barreiras É pensar que os católicos querem a salvação Nada que os ateus também não queiram Salvação no sentido da libertação Então não venham com o discurso da maçã que fulano comeu O ser humano sempre se deturpou E também sempre culpou um alguém Com o fulano foi a serpente, a Eva... ?????? E com a gente é a sociedade, o governo, os políticos, o vizinho, o amigo, a família E nós? Pobres bichos indefesos e sempre iludidos inocentes! Particularmente fiquei admirada quando escrevi Jesus com letra minúscula no Word e ele grifou... senhor(ele não grifou)... rsrsrsrsrs Renata - 28/3/2007

Entre as divagações bestiais do cotidiano, cá estou, na sacada, de visão absurdamente citadina, a contemplar o barulho da máquina de lavar roupas, imaginando ser ela de escrever. Em minha frente os saltos altos demais e o batuque deles, me lembro da escola de samba. É carnaval.…
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Entre as divagações bestiais do cotidiano, cá estou, na sacada, de visão absurdamente citadina, a contemplar o barulho da máquina de lavar roupas, imaginando ser ela de escrever. Em minha frente os saltos altos demais e o batuque deles, me lembro da escola de samba. É carnaval. E me vem a mente, presente em minha frente, sobre a mesa, a figura do anjo branco e rosa. Que balançava suas ancas, num vai e vem calmo e doce. Com olhos fundos e tristes ela me acompanha. Agora, a máquina enche de água novamente, me fazendo imaginar a cachoeira. Ela lava a sujeira fétida das roupas e o que não presta vai pelos canos. Assim funciono. Todos os dias um recomeço, como meu nome diz!

E como num passe de mágica No de repente de um acaso Ela apareceu
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E como num passe de mágica No de repente de um acaso Ela apareceu Com toda a insanidade Medrosa Confusa Louca Alucinada Senhora da racionalidade Tem o poder de me parar Pensar E intrigar E querer bem Salve a ti minha querida senhora Salve a mim Abracadabra Dentro de mim Dentro da minha lucidez Ela se instalou Permaneceu...

descartável... como tudo que já não se sente.... descartei como se nunca tivesse desejado...
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descartável... como tudo que já não se sente.... descartei como se nunca tivesse desejado... descartado como se nunca, amor.... abandonei a mim em minutos de trocas de palavras... verbos abusados, abstratos... conjugados a nem sei lá qual tempo... dei adeus aos sentimentos... fiz acenos... joguei beijos... para trás.... passado... perfeito... o capítulo de ontem.... da novela (des)preferida... amei e desamei em segundos... em minutos! adeus.... adeus.... para trás nossas vidas descartáveis.... passado do presente do futuro imperfeito! 25/06/06

o branco e rosa que vem de ti as vezes triste algumas vezes alegre
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o branco e rosa que vem de ti as vezes triste algumas vezes alegre ele soa como a mais linda melodia que meu ouvidos não cansam de ouvir ele vem doce com aroma de melancia faz minha boca cheia de sede as vezes envergonhado, chega de mansinho na escuridão do quarto do meio só dá ele na imensaidão da minha alma dizes que não falo mas te demonstro assim entrelaçando as letras arrematando nosso amor sem fim minha pequena gigante do sorriso mais profundo da alma mais lavada do olhar mais intenso e da boca mais amada o branco e rosa que vem de ti

tu vai eu também vou todos vão
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tu vai eu também vou todos vão a gente se encontra alguns questionam e quanto mais penso que sei mas me isolo aí... é dúvida... desespero até mesmo minha destruição as vezes certa outras errada e todos corretíssimos eu fora do universo longe bem longe da normalidade fora dos padrões fora de moda arcaica... pelo jeito como vivo, como lido e os sonhos que tenho!

deixo dormir agora... tudo bem entendo
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deixo dormir agora... tudo bem entendo compreendo eu é que nao tenho o que fazer aí passo os dias a te escrever a te mandar literatura a te encher de coisas minhas a te fazer gostar de neruda... clarice... pessoa... mas é assim a vida minha um pouco de ti misturado com pouco de mim e a saudade sem fim...

não é que meu dedo cortado esteja doendo muito menos porque chove ali na rua... não é porque tá tudo embass(ç)ado...
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não é que meu dedo cortado esteja doendo muito menos porque chove ali na rua... não é porque tá tudo embass(ç)ado... muito menos porque hoje não me vi... não é que meu avesso é maior que o meu normal... nem muito menos que o sangue não pulsa... é que eu te amoooo... e como amo qto amo... sinto já a velhice chegando e tu do meu lado... do lado avesso e do normal... vejo nossos filhos correndo nossos cães sedentos alegres companhias e a gnt feliz... de mãos dadas pelas alamedas coloridas... numa paz sem fim alegres companhias de nós... e nossas conversas na lareira... o vinho... a cerveja... a boa comida... os bons livros... e nós em nossas companhias... doces pares lindas partes d nós... um só...

a igualdade de gêneros ferrenha questão o amor bate como a onda na pedra
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a igualdade de gêneros ferrenha questão o amor bate como a onda na pedra e o tormento de não conseguir viver é como os raios em dias de tempestade deitei... deleitei... deletei... em dias calorosos como hoje prefiro teu lado de mãos doces corpo claro boca cerrada não posso não pode doce ilusão de um amor de classes

de tudo que tenho, o mais importante, sem dúvida, é o teu amor e pensar numa explicação... pensar numa forma de te fazer entender seria impossível...
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de tudo que tenho, o mais importante, sem dúvida, é o teu amor e pensar numa explicação... pensar numa forma de te fazer entender seria impossível... sou um tanto ruim no falar... prefiro te escrever, pra tentar descrever o que sinto... não quero fazer rima, nem poema... quero que entenda, só entenda... rimas fiz.. poemas tbm... tá tudo dentro de mim guardado, como quase o mundo todo... mas pra ter uma idéia, pensa na maior alegria.. pensa no sorriso mais gostoso.. pensa na paz pensa nos carinhos intermináveis.. pensa no sonho encantado e no castelo encantado também sabe o céu de verão? cheio de estrelas? então... e o mar??? então... o além mundo... é tudo! te amo assim.. de dentro e de fora, de certo e errado.. amo a porção toda, inteira cada cantinho, cada gestinho, cada beijinho, cada defeitinho, cada reina, cada palavra, cada movimento cada olhar, cada cara de descontentamento, cada cara feia, cada brabeza te amo como sei lá o que, como... só amo.. amo como quem quer cuidar e zelar.. proteger.. adorar.. tratar bem não tenho uma forma.. um nome.. um significado q explique.. amo! e só..

Sabe o gelo derrete derretimento de coração
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Sabe o gelo derrete derretimento de coração gelo coração gélido pensamento medo medo de terminar isso de gelar congelar terminar de inceberg no pólo norte ao lado do papai noel............................ Renata Nunes 02 de outubro 2007

Normalidade da vida da gente faz da gente prisioneiro do cotidiano e do cotidiano se faz tédio
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Normalidade da vida da gente faz da gente prisioneiro do cotidiano e do cotidiano se faz tédio o tédio que estraga a vontade encerra os olhos cala a língua Normalidade que afeta o paladar inodora o cheiro.... emudece palavras Normalidade que sofre quer se rasgar as roupas desnudar pensamentos e inibi-se a alma fecha-se janelas e do outro lado continua-se andando continua-se falando erra-se no seguinte da vontade a ação encerra fecha as portas da normalidade onde sente-se só desamparo em meio as vírgulas em meio aos pontos finais a ação é o próprio desfecho nos pontos finais do dia a dia Renata Nunes 02 de outubro de 2007

chega de tentar me esconder achar desculpas para as minhas falhas quero calçar minhas sandálias e sair por aí
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chega de tentar me esconder achar desculpas para as minhas falhas quero calçar minhas sandálias e sair por aí contando os passos lentamente quero somente meu ombro, prum choro quem sabe quero meus braços, pra um abraço bem apertado não quero mais projetar e desejar coisas que não vou fazer quero vestir meus vestidos de malha e ir além do viver!

Liberdade livre como um pássaro dentro da gaiola
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Liberdade livre como um pássaro dentro da gaiola livre como os peixes em redes livre como os animais em jaulas andar tranquilo pela calçada mas desviar quando alguém feio, sujo, roto, atro atravessar teu caminho livre a perambular pelo mato e com medo de alguém que possa te fazer mal livre como jesus estraçalhado na cruz sair sem hora,a toa, na boa e controlar as horas pra não se chegar atrasado a qualquer lugar... e até em lugar nenhum dar uma volta de carro enfurecer numa fila... fechar as janelas e nem curtir a paisagem andar pelas ruas do teu bairro e achar que o mundo é isso aí um bando de pessoas trancafiadas com medo da sombra não conseguir ir além da tua esquina porque do lado de lá alguém pode te ferir e te ferirá e te desrespeitará e te invadirá se tu faz porque não ele? Renata Nunes 05 de outubro de 2007

Era uma vez uma vez de noite estrelada o amor pulsava a alma
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Era uma vez uma vez de noite estrelada o amor pulsava a alma o amor que propaga era uma vez uma vez onde se sentia na carne onde tremia os nervos uma vez que se era o ser encantado seu desejo era uma ordem seu desejo sempre é uma ordem encantamento de ordem encantamento do ser encantamento de encantado encantado admirador Renata Nunes 02 de outubro de 2007

Queria te dizer que sinto muito pelo jeito como sou as vezes.... Me domar é um tanto difícil... Eu tento...
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Queria te dizer que sinto muito pelo jeito como sou as vezes.... Me domar é um tanto difícil... Eu tento... É... Tenho vontade de me domar.... Mas é complicado.... E eu vou indo.... Em direção ao nada e ao tudo... Queria te dizer que sinto muito.... Pelas vezes que sou ausente.... Mas minha ausência é necessária pra alimentar meu ser.... Sinto pelas vezes que ironizo uma emoção.... Um sentimento.... Mas é uma forma de me defender de mim mesma.... Queria te dizer que te venero... Venero pela forma que és.... E pela forma que me faz.... Queria te dizer te amo.... Amo como a mim.... Como a vida... Queria te dizer que pra sempre....

Delícia é o gosto inconfundível do teu ser Delícia são os dias e noites de braços dados sob a lua ou chuva Delícia é ouvir tua risada silenciosa
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Delícia é o gosto inconfundível do teu ser Delícia são os dias e noites de braços dados sob a lua ou chuva Delícia é ouvir tua risada silenciosa Delícia é sentir tua boca quente Delícia é ver teus olhos me devorar Delícia é te ter nas minhas mãos no nosso jeito

se fosse música, o chico tocaria na vitrola se fosse uma letra, olhos no olhos na nossa cama se fosse uma receita, felicidade plena
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se fosse música, o chico tocaria na vitrola se fosse uma letra, olhos no olhos na nossa cama se fosse uma receita, felicidade plena se fosse comida, sushi e sashimi se fosse dia claro, o céu mais azul se fosse noite, o luar ofuscaria nossos olhos se fosse um gosto, melancia se fosse perfume, intrigante uma palavra, nojeira uma frase, tá de reina se tivesse uma só cor, verde mas como todas fazem parte, arcoíris e como nosso sentimento maior, incondicional tanto o amor tanto o respeito ... e se fecho os olhos e sorrio e se mordo, puxo os cabelos se me transbordo se me entrego me possues! ...

Na vida No vai e volta dela Estava ela
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Na vida No vai e volta dela Estava ela Bela Na vida Na busca infindável Estava o prazer Ela o achou Na vida Entre os sonhos Os encontros Estava a grana Ambição Na vida Pelos buracos e superfícies Surrada Magoada Na vida Criança feliz Moça da vida se fez Lucidez Na vida Pela alegria e dor Ela Tão ela Moça Bela Deu-se ao prazer A ambição De repente por um dia Dona bela moça da sua damice Estupidez!