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Frases de Rayme Soares

135 frases

Elegância Elegância ao caminhar por entre os olhares traiçoeiros Elegância ao virar a esquina e deixar, pra trás, o que feriu por dentro
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Elegância Elegância ao caminhar por entre os olhares traiçoeiros Elegância ao virar a esquina e deixar, pra trás, o que feriu por dentro Elegância ao assumir o fardo da culpa, redimindo-se Elegância ao plantar em solo novo, sendo novo, sendo franco Elegância ao dançar a música da vida, com passos leves Com pausas breves Ser sabiá no canto

Aprendendo Já perdi a noção do que deveria ser melhor pra mim Já escolhi as companhias que me apunhalariam pelas costas
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Aprendendo Já perdi a noção do que deveria ser melhor pra mim Já escolhi as companhias que me apunhalariam pelas costas Já disse coisas que não deveria Já depositei confiança em quem, de modo algum, inspiraria Já construí coisas sem sentido Já compus canções que jamais serão ouvidas Já tomei decisões sobre as quais tive que voltar atrás Já acreditei que existiam absolutas verdades Já pensei que teria uma calmaria constante Também, acreditei que a turbulência não cessaria Já me deixei levar pelo que a mim convinha Já acreditei no que ninguém acreditaria Já desacreditei, quando não devia Já sofri pelo que de nada valeria Mas acertar, melhorar, crescer e aprender foi o que eu sempre quis...

Escolhas Quando eu escolho, não estanco o meu futuro. Na realidade, dou-me a possibilidade de visualizar um novo leque de opções. Outras escolhas deverão ser feitas. Escolhas que travam, sacodem, arrastam, empurram, machucam, saram, derrubam, levantam, mas, acima de tudo, ensina…
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Escolhas Quando eu escolho, não estanco o meu futuro. Na realidade, dou-me a possibilidade de visualizar um novo leque de opções. Outras escolhas deverão ser feitas. Escolhas que travam, sacodem, arrastam, empurram, machucam, saram, derrubam, levantam, mas, acima de tudo, ensinam! Rayme Soares.

Liderança Quando o barco a vela perde o rumo Muitos hão de revelar em cada ato
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Liderança Quando o barco a vela perde o rumo Muitos hão de revelar em cada ato Que quem mais serve, mais acerta o prumo E em verdade, o que se vê é o óbvio fato Mas em verdade, também se vê que o insensato Ansioso por Poder não gera insumo E por não saber ter fino trato Leva o barco ao ermo, ou mesmo ao fundo. Esse pouco cresce, descompensado Não aceita hierarquia, e se mostra inculto Se reportando ao mediato De saber parco, vê-se, assim, astuto A liderança se estampa evidente Naquele que respeita e assegura Equilíbrio constante e convincente Mantendo base e estrutura. Rayme Soares

A Felicidade A felicidade é tão clara, quando vejo cara a cara que enxergamos nossa alma A felicidade é tão cara, que me encanta cultivá-la com a delícia desse amor
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A Felicidade A felicidade é tão clara, quando vejo cara a cara que enxergamos nossa alma A felicidade é tão cara, que me encanta cultivá-la com a delícia desse amor A felicidade é tão massa, sem esforço ela abraça e me faz sentir calor A felicidade é de graça, basta deixar que se faça o que o coração mandou A felicidade, cada dia, alimenta, alimentada, essa boca que beijou

Estrada de Chão Uma coisa em você Me fez entender
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Estrada de Chão Uma coisa em você Me fez entender E ver melhor o que haverá de ser Vi o sete-cores, vi a claridade da noite Pé na estrada de chão, sem saber Se tive amores, foram todos vagos açoites Algo na estrada tem De dentro um bem Além do sol, a verdadeira paz Se manterá nas horas, por todas auroras, a vida Pé na estrada de chão sem saber Uma coisa nova fez querer dançar com o vento Andar feliz, cantar como a gente sempre quis Café de manhã até madrugada e só zuando....

POÇO SEM FUNDO Ela passou por mim, por mil inícios e fins Antes do meu peito, o que a prendia, dias ruins
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POÇO SEM FUNDO Ela passou por mim, por mil inícios e fins Antes do meu peito, o que a prendia, dias ruins E depois do mundo, voltou marcada por cada... Dizendo ter tudo, tudo, tudo, sem ter nada Foi o nó, poço sem fundo Depois tantos outros do mundo Ela voltou procurando e querendo Um porto em mim, no meio da estrada Querendo um abraço, mas perdida não se vê E eu não vejo nada, nada além de um vão querer Na face a poeira da estrada e ela cansada E ela nega tudo, mas a vida estampada Em sua voz, duras palavras E a paz, tão mal disfarçada Ela voltou procurando e querendo Um porto em mim, no meio do nada... Há muito tempo ela foi e eu não vou...

ANO NOVO Almejo o novo, como quem caminhou sob sol a pino e está prestes a se defrontar com água fresca e limpa. Anseio pelo que há de claro e definido, para que eu possa caminhar sem receio de me defrontar com o obscuro.
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ANO NOVO Almejo o novo, como quem caminhou sob sol a pino e está prestes a se defrontar com água fresca e limpa. Anseio pelo que há de claro e definido, para que eu possa caminhar sem receio de me defrontar com o obscuro. Desejo o vigor necessário, para que eu possa afastar as pedras sem, delas, lembrar depois. Quero o amor intenso e infinito...

MEU TEXTO Escrevo por necessidade, sem medir tempo, sem vaidade Porque tem gente que chega sorrindo e sorrindo lindo já me invade
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MEU TEXTO Escrevo por necessidade, sem medir tempo, sem vaidade Porque tem gente que chega sorrindo e sorrindo lindo já me invade Porque tem dessa de olhar perdido, que até bambeia se não se planta No balanceio zum de zumbido, de quem tonteia quando se encanta Porque tem lugares de se encontrar perdido e tantos ares de quem estanca Escrevo por necessidade, sem medir tempo, sem vaidade Porque tem gente que nem nos liga, e tem abraço que é de verdade E assim tem dessa que nos abriga, que quando parte deixa saudade Porque me encanta o mar na noite, e me "espanta" a liberdade Mas sou mais leve no pensamento, de quem me leve na seriedade Escrevo por necessidade, sem medir tempo, sem vaidade Porque ainda tem serenata, com sol de ouro, lua de prata Porque a vida corre na veia, e o céu acolhe toda a estrada Tem passarinho cantando tanto, parece até estar perdido Parece procurar seu canto, tal qual meu texto querendo abrigo Escrevo por necessidade

O QUE ESCREVI NA LOUSA Desejar e viver novos horizontes é necessário, contudo, a responsabilidade sobre o que escrevemos (mesmo que não mais na lousa) será sempre nossa. É maravilhoso podermos reescrever nossas histórias, mas nunca deixarmos de assumir e aprender com nossas escr…
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O QUE ESCREVI NA LOUSA Desejar e viver novos horizontes é necessário, contudo, a responsabilidade sobre o que escrevemos (mesmo que não mais na lousa) será sempre nossa. É maravilhoso podermos reescrever nossas histórias, mas nunca deixarmos de assumir e aprender com nossas escritas passadas...

AS MÁQUINAS CESSAM Engrenagens frias, falta de alma, as máquinas cessam Frias....
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AS MÁQUINAS CESSAM Engrenagens frias, falta de alma, as máquinas cessam Frias.... Mas na frieza há quem as imite. E, sem limite, maquine. Gente que maquina Até virar uma esquina, e, numa quina de mesa, pancada surpresa O destino pega logo ali; um pouco depois do desatino E depois da trama, no atoleiro de lama, a vida ensina Ou seca do céu à raiz

Quem Foi Herói Estavam a caminho de um ninho Que nem mesmo em um sonho caberia
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Quem Foi Herói Estavam a caminho de um ninho Que nem mesmo em um sonho caberia Pra tocar naquilo que seria Resplandescente tez do que é pleno Miravam um lugar novinho Onde jamais chegariam Outros que não fossem eles Outros lá não entrariam Mas um olhou pra trás Evocou o que não cala mais Cegou os olhos de quem foi herói Desancorou a âncora da paz Cessou Seguiam para além daqui Pra onde poucos sabem ir Levavam em cada coração O que se diz em oração O que se quer da vida, enfim A cura pro que é ruim A glória de doar de si O que se diz em confissão De amor.

Plenitude Posso te dar carícias Para que mostres a exuberância das flores
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Plenitude Posso te dar carícias Para que mostres a exuberância das flores Posso te dar meu peito, meu abraço... Para que tua segurança me faça sentir realizado Posso te dar minha mão Para que nossos dedos, espontaneamente, se entrelacem Posso te dar minha força Para que a tua delicadeza me permita conhecer a plenitude!

Primavera Dela Oito dias depois, a primavera Mas desde ali, um encanto personificado
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Primavera Dela Oito dias depois, a primavera Mas desde ali, um encanto personificado E, mesmo antes de eu ter pensado, era E, na casa onde cheguei, faltou o chão E sem chão persiste a encantadora estação Insiste em ser mais bela, mais dela Mais suave que eu pensava A cada presença, aquela lindeza se revela Antes mesmo da espera...

NO ESQUECIMENTO Agudas luzes no infinito Estrelas não mais existem
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NO ESQUECIMENTO Agudas luzes no infinito Estrelas não mais existem Mas dizem sobre o que foram Ecoam as lembranças no olhar Quando no esquecimento se vêem As estrelas não deixam de ser belas Petrificam os feixes de fogo Aos que sabem do bom No esquecimento, tantos abraços sinceros Os seus, os meus e os de outrem Quantos perderam do tom? Da vida azul, quantos perderam do tom? No esquecimento, quantos deixaram o bom? Nesse momento, lembrei de tantos afagos!