Sou como um cão ganindo na escura noite A dor que não se dissipa do meu conto invisível. Paro e ouço um gemido mais agudo e íntimo
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Sou como um cão ganindo na escura noite A dor que não se dissipa do meu conto invisível. Paro e ouço um gemido mais agudo e íntimo Aflorando de um seio longamente sofrido; E a distorcida imagem do meu espelho Sorri e se evola para um céu desconhecido.