Teu corpo é poesia escrita no silêncio dos gestos, onde cada curva guarda um verso
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Teu corpo é poesia escrita no silêncio dos gestos, onde cada curva guarda um verso e cada pausa revela sentido. É poema que não se lê com pressa, mas se sente — na leve inclinação do sorriso, na cadência do teu respirar, no mistério que a pele sugere sem jamais se entregar por inteiro. Teu corpo fala uma língua antiga, feita de harmonia e instinto, onde o belo não pede explicação e o desejo nasce da contemplação. Há em ti uma métrica viva, um ritmo que desacelera o mundo e ensina que o amor, antes de tocar, aprende a admirar. Teu corpo é poesia.