Carrego um nome que às vezes me veste apertado, como se fosse de outro. E no silêncio, onde ninguém me chama, sou eu quem respondo na voz que o mundo não ouve. Há dias em que o vento me reconhece melhor que as pessoas, e sussurra:
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Carrego um nome que às vezes me veste apertado, como se fosse de outro. E no silêncio, onde ninguém me chama, sou eu quem respondo na voz que o mundo não ouve. Há dias em que o vento me reconhece melhor que as pessoas, e sussurra: “fica tranquilo, tu nasce ainda.” E eu sigo, me dobrando em mim mesmo, esperando o instante em que o espelho pare de estranhar quem nunca deixou de ser.