Gosto de afirmar que a paciência é a pausa da sabedoria.
Frases de psicologalinevicente
12 frases
Eu vivi traumas que quase me fecharam Mas não fiz deles minha morada Perdoei não pra salvar quem feriu
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Eu vivi traumas que quase me fecharam Mas não fiz deles minha morada Perdoei não pra salvar quem feriu Mas pra não continuar algemada
Empatia é frear o ego Quando ele quer aparecer É não usar a dor do outro
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Empatia é frear o ego Quando ele quer aparecer É não usar a dor do outro Pra falar sobre você É ficar quando é difícil Sem prometer consertar Empatia é presença limpa Que não invade, só está,
Talvez a maior coragem Não seja esquecer ou apagar Mas olhar pro que foi quebrado
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Talvez a maior coragem Não seja esquecer ou apagar Mas olhar pro que foi quebrado E ainda assim escolher criar
Eu vivi traumas que moldaram minha voz Mas não calaram quem eu sou Transformei ruína em chão possível
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Eu vivi traumas que moldaram minha voz Mas não calaram quem eu sou Transformei ruína em chão possível E do que sobrou, algo novo brotou Não virei dura pra sobreviver Nem cínica pra não sentir Eu escolhi continuar humana Mesmo sabendo tudo que eu vivi
Se dizem que sou diferente, deixo ser, prefiro sentir do que me esconder. No fim das contas, o que me salvou
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Se dizem que sou diferente, deixo ser, prefiro sentir do que me esconder. No fim das contas, o que me salvou foi o milagre de ainda sentir dor.
Tem gente lutando por dentro Enquanto sorri por fora Tem batalha que não aparece
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Tem gente lutando por dentro Enquanto sorri por fora Tem batalha que não aparece Mas consome quem a mora A paciência é esse abrigo Que não cobra explicação É entender que cada um Tem seu ritmo, seu chão
Talvez a coragem não seja voltar Pro lugar de onde eu caí Mas seguir mesmo sem garantias
Já vi palavras pesarem Mais que o mais duro silêncio Por isso escolho cuidado
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Já vi palavras pesarem Mais que o mais duro silêncio Por isso escolho cuidado Mesmo quando eu tenho argumento Não me movo pelo impulso Nem pela vontade de ganhar Tem força em quem se preserva E sabe quando falar
Ninguém me explicou como existir, sem fingir calma, sem repetir. Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir.
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Ninguém me explicou como existir, sem fingir calma, sem repetir. Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir. Ninguém me ensinou como ser, sem me perder, sem me esconder, sem me extinguir. Mas tô aqui inteira e torta, com a dor batendo na porta.
Não foi o mundo que enlouqueceu Foi meu jeito antigo de olhar Nem tudo que parece absurdo
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Não foi o mundo que enlouqueceu Foi meu jeito antigo de olhar Nem tudo que parece absurdo Precisa ser consertado, só atravessado Depois da queda eu entendi Que controle não me salvou Foi aprender a perguntar Quem eu sou agora, não quem eu fui ontem
Hoje me sinto como um fantasma. Caminho entre as pessoas, respondo, acolho, escuto. Estou presente, mas parece que ninguém realmente me vê. Ouço lamentos, desabafos, preocupações e pedidos. Sou porto para muitas tempestades, mas raramente encontro alguém que pare por um instant…
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Hoje me sinto como um fantasma. Caminho entre as pessoas, respondo, acolho, escuto. Estou presente, mas parece que ninguém realmente me vê. Ouço lamentos, desabafos, preocupações e pedidos. Sou porto para muitas tempestades, mas raramente encontro alguém que pare por um instante e pergunte: “E você? Como está?” ou “Como foi o seu dia?”. Às vezes sinto que minha função é atender necessidades, preencher vazios, sustentar o que está ao redor. Mas, pouco a pouco, surge um cansaço silencioso. Como se tudo o que entrego atravessasse os outros sem deixar marcas. Como se o cuidado oferecido fosse recebido, mas a pessoa que o oferece permanecesse invisível. E então me pergunto quanto de mim ainda resta para dar. Talvez seja isso que os fantasmas sintam: estão ali, observam tudo, carregam histórias, afeto e presença, mas passam despercebidos pelos olhos de quem segue apressado. Hoje me sinto assim. Um fantasma. Não por estar ausente, mas justamente por estar presente demais para todos e cada vez menos para alguém.