Talvez seja necessário informar que a impiedade não é uma característica de todos os que não conhecem a Jesus ou não possui uma religião. A impiedade é algo muito sério e deve ser observado, pois ela é usada para disfarçar os maus intentos, geralmente de forma benéfica ou menos mal. Um grande exemplo de impiedade é o caso dos irmãos de José. Eles não podiam matar seu irmão, pois conheciam as consequências morais e espirituais deste ato, então, resolveram fazer algo pior: Condená-lo a Escravidão.
Ao vender seu irmão, mudaram todo o processo de vida dele, pois naquele tempo um escravo não tinha direitos e nem era considerado humano e sim como um objeto, um animal, até a alimentação era condicionada ao serviço que ele fosse fazer. Um escravo era comprado como uma animal na feira, colocado em um palanque e ali expunham pele, dentes e músculos para análise. Foi assim que Potifar comprou o jovem José, quando este chegou ao Egito.
Impiedade é a maldade ao extremo.
(Pastor Sérgio Carlos da Silveira)
O joio deve ser combatido com trabalho ativo não só na maior distribuição de semente de trigo sobre a Terra, mas também pelo atento cuidado para com as plantações, para que no meio não caia da semente maligna.
Por aqui cai a defesa de muitos pastores que alegam que não se deve arrancar o trigo. Na verdade não devemos permitir nem mesmo que ele seja semeado. Cuidar das plantações do Senhor é obrigação de seus ajudadores, que somos nós. Principalmente os líderes, seja de Igreja, de grupo ou congregações.
E mais, não quer muito joio, semeie mais trigo!
Pastor Sergio Carlos da Silveira
Muitos dizem que não são responsáveis por tirar o joio do meio da Igreja e isto não poderia ser mais errado, não por tirar o joio e sim por não cuidar do trigo. Se analisar bem a Parábola do Trigo e do joio, pode-se observar que os trabalhadores que reconheceram o joio, permitiram que este fosse semeado entre a boa semente por dormirem. E hoje muitos pastores estão permitindo que o joio seja semeado em meio ao trigo, simplesmente por fazerem como aqueles ajudadores do dono do campo, dormirem em serviço.