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Frases de Poeta Brasileiro Sidarta Martins

9 frases

⁠Dia dos avós? Meu amigo, quanta hipocrisia! "Tudo que é falso é ruim” (autor desconhecido) Surpreendo-me com a chamada da NET, a cada 26 de julho, sobre o “Dia dos Avós”.
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⁠Dia dos avós? Meu amigo, quanta hipocrisia! "Tudo que é falso é ruim” (autor desconhecido) Surpreendo-me com a chamada da NET, a cada 26 de julho, sobre o “Dia dos Avós”. Mas como pode haver tanta hipocrisia! Quem são os avós brasileiros em sua grande maioria, senão cuidadores de crianças que não são suas, sem qualquer remuneração? Quem são os avós brasileiros, senão devedores de empréstimos do INSS, que não foram usados para seu lazer ou para sua melhoria de vida? Quem são os avós brasileiros, em sua grande maioria, senão números em filas incontáveis de Postos de Saúde mal cuidados, sem recursos e sem médicos, pontos perdidos em filas de farmácias populares, sem remédios e sem bondade, corpos abandonados à própria sorte, em macas improvisadas nos corredores dos infindáveis prontos-socorros do SUS? Quem são os avós brasileiros, e estrangeiros também, senão pessoas esquecidas o ano todo, e lembradas através dos “Faces” da vida, sem face, sem afeto, sem sentimento? Quem são os avós brasileiros, senão seres humanos abandonados e esquecidos? Quem são os avós brasileiros, senão homens e mulheres que já não podem ir à praia, ao campo, ao churrasco, porque não conseguem mais se movimentar direito, com desenvoltura? Quantas vezes você, que me lê agora, levou seus filhos para uma visita aos avós, mas para uma visita mesmo, sem celular, sem pressa, sem condições...Com “ouvidos para ouvir” não “bocas para falar”? Quantas vezes, você que foi levado a tantos lugares, perguntou a seus pais e seus avós para onde eles gostariam de ir, onde gostariam de passear, quem gostariam de visitar, isso mesmo, visita Quantas vezes você telefonou para seus pais, e avós de seus filhos e filhas, este ano, para perguntar se precisam de algo, se estão bem de saúde, ou...Somente para ouvir a voz deles e para que eles pudessem ouvir sua voz? Quantas vezes disse a eles de seu amor, de sua vontade de estar junto, de sua vontade de abraçá-los? Quantas vezes perguntou se gostariam de visitar uma livraria, tomarem uma cerveja na esquina, sentarem-se no banco da praça para ver a banda tocar, sim, para, simplesmente, ver a banda tocar? Quantas vezes agradeceu por sua formação e, por extensão, pela formação de seus filhos e filhas? Quantas vezes compreendeu as dificuldades por que passaram, e as vicissitudes que enfrentaram, para trazê-los até aqui? Quanta santa hipocrisia! Fácil dizer-se cristão, difícil reconhecer-se pecador, aceitar-se pecador, compreendendo, assim, ao outro, e amando ao outro. Difícil exercer a verdadeira bondade, a verdadeira solidariedade, a verdadeira generosidade para com todos que nos precederam. Todos tiveram alguma atuação na construção do que somos hoje. Todos participaram, mesmo que seja só com um tijolinho, da construção dos Seres Humanos que dizemos ser. Fácil sermos hipócritas, difícil sermos gratos! Não deixe o tempo passar, faça agora, mude agora, sinta agora, fale agora, abrace agora. Quer viver seus pais, avós e bisavós, viva-os o agora, não deixe para depois. Depois é muito longe...

⁠Seu dia, ou, a vida é uma quimera. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Abrimos a janela e olhamos para o novo dia Dia a dia fazemos a mesma coisa, sempre a mesma coisa
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⁠Seu dia, ou, a vida é uma quimera. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Abrimos a janela e olhamos para o novo dia Dia a dia fazemos a mesma coisa, sempre a mesma coisa Faça sol ou faça chuva Cada dia em nossas vidas tem sido mais do mesmo “Olhar para o novo dia” Mudemos! Olhemos para o outro lado O lado desconhecido que a janela nos apresenta De outra forma, com outro olhar Façamos valer o novo! Acreditemos no novo! Construamos o novo! A mudança é possível! O novo é uma realidade construída a cada novo dia E só depende de nós, de mais ninguém Por mais que queiramos passar a responsabilidade a outrem Depende, única e exclusivamente, de nós De cada um de nós O novo está à porta, nos convidando Nos chamando, pedindo para entrar Adentrar nossas portas e janelas e fazer parte de nosso ser... Pois que assim seja! Que se renovem nossas esperanças, auê se renovem nossos atos Que se renovem nossos passos na direção da luz Que, apesar das tantas e quantas surpresas da existência Possamos olhar para fora, e para dentro, de nossas janelas De forma diferente, com um olhar diferente, com a alma diferente Com disposição para aceitarmos o novo em nossas vidas E fazermos, assim, valer o novo, de fato e de direito - NÃO BASTA QUERERMOS O NOVO, É PRECISO RENOVARMOS, DE FATO NOSSOS CONCEITOS, NOS LIVRARMOS DE NOSSAS MAZELAS E PICUINHAS... A vida é uma quimera! Ao entrarmos no avião, não sabemos como sairemos dele... Então que prevaleça o amor, a compreensão... Um novo dia, cada novo dia, depende de nós, somente de nós mesmos. Abra as janelas, da casa e da alma, deixa entrar a luz do novo dia....

⁠Alerta! Nós precisamos da paz. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Nós, os seres ditos humanos, estamos nos destruindo, e a uma velocidade espantosa. Fomos, aos poucos, destruindo nossas florestas, nossos rios, poluindo nosso ar, poluindo nossa atmosfera e biosfera sem “dó nem…
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⁠Alerta! Nós precisamos da paz. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Nós, os seres ditos humanos, estamos nos destruindo, e a uma velocidade espantosa. Fomos, aos poucos, destruindo nossas florestas, nossos rios, poluindo nosso ar, poluindo nossa atmosfera e biosfera sem “dó nem piedade”, como diz o ditado popular. Escravizamos e matamos nossos semelhantes, brancos, índios, negros...Tudo em nome da ganância. Nosso planeta azul pode suprir a todas nossas necessidades e muito mais...O poder é uma quimera, sem razão, sem justificativa. Sem a atmosfera e sem a biosfera não existiremos também, sem nossos semelhantes, qual a razão da existência? Em um momento importante de lucidez e consciência os Seres Humanos criaram a ONU e escreveram, a muitas mãos, em 1948, a Carta dos Direitos Humanos, que em 2023 completa 75 anos. Olof Palmer, ex primeiro ministro da Suécia, conseguiu, em 1972, reunir em seu país, para o primeiro encontro mundial sobre meio ambiente, um grupo de pessoas bem intencionadas, e conscientes também, que escreveram a “Carta da Terra”, para mim um dos mais importantes documentos sobre a preservação da Humanidade, depois da Carta dos Direitos Humanos. Se levados a sério, e saírem do papel, essas duas “Cartas”, por si só, já servem para promover a paz mundial e a harmonia entre os homens. Todos os seres humanos conscientes, e de boa vontade, precisam se unir contra a destruição da vida humana no Planeta Terra. A Terra, como planeta, continuará seu caminho pelo Universo, muitas outras vidas sobreviverão, mas não os Seres Humanos. É uma ilusão acharmos que podemos tudo, que daremos um jeito... Não! Onde estão os dinossauros e seus primos, terráqueos ou aquáticos? Eles eram bem mais fortes que nós, ditos humanos. As baleias e os tubarões resistiram – até a chegada do homem! Uma guerra afeta toda a civilização, e é responsabilidade de todos, e de cada ser humano. Uma guerra nuclear não só destruirá bilhões de vidas como inviabilizará a existência humana como a conhecemos atualmente. Há que se repensar urgentemente nossa omissão e nossa passividade perante os graves fatos que estão acontecendo no planeta. Precisamos gritar, aos quatro cantos, que necessitamos da PAZ para continuarmos, não de picuinhas, de ódio, de disputas infundadas. Precisamos da PAZ, não precisamos da guerra! Artistas, intelectuais, pais, médicos, engenheiros, professores, jornalistas, militares, políticos, todos, todos, unidos, a uma só voz, precisamos agir, mas agir urgentemente e de forma sinérgica, para que possamos ser ouvidos. Nosso “Grito de Alerta” precisa ser ouvido nas ruas, avenidas, escolas, templos, teatros, cinemas, assembleias, congressos, espaços públicos e privados. Mãos à obra! Não há mais tempo!

⁠Nem os Santos ou Quebrantos. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Nossos feitos foram tantos Que nem santos ou quebrantos
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⁠Nem os Santos ou Quebrantos. (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Nossos feitos foram tantos Que nem santos ou quebrantos Tirarão nossa alegria Nossa vida lapidada Construída dia a dia Nossas buscas, nossos sonhos As correntes e a alforria Os embates, os combates Ombro a ombro, na batalha Lado a lado, confiantes Sempre juntos, pais e filhos Uma crença, uma esperança As visões e as lembranças As canções e as poesias Retratando o novo dia Novo dia, nova vida Novos rumos, novos feitos Novos pais e novos filhos Outros feitos serão tantos Que nem santos ou quebrantos Tirarão nossa alegria.

⁠Ensarilhar as armas (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Convocação Geral: Voltemos aos abraços, às cantorias, à expressão do amor, enfim. O Planeta está vivendo um momento delicado, lembrando os períodos anteriores às duas grandes guerras do século passado.
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⁠Ensarilhar as armas (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Convocação Geral: Voltemos aos abraços, às cantorias, à expressão do amor, enfim. O Planeta está vivendo um momento delicado, lembrando os períodos anteriores às duas grandes guerras do século passado. A incompreensão tomou conta da vida dos Seres Humanos, a intolerância se espalhou de tal forma que qualquer coisa que seja dita se torna motivo de discussão, de inimizade e, até, de animosidade, chegando, não raras vezes às agressões verbais e físicas. Amigos deixaram de se falar, irmãos deixaram de se visitar, pais não visitam os filhos e filhos não mais visitam os pais. Nos esquecemos dos velhinhos que precisam de uma conversa amiga, ou só de alguém que os ouça, nos esquecemos do Humano espelhado no Divino. Ah, Poeta, mas sempre foi assim! Não, meus amigos, a segunda metade do Século XX foi de encontros, de distensão, de abraços, de “Pax and Love”, de construção sinérgica. Na arte, na música, na literatura, no dia a dia, o clima era de festa, de alegria, dos bailes de garagem, dos amores fortuitos, dos beijos roubados, dos sonhos, dos abraços intermináveis, da redescoberta da Fé. Beatles, Frank Sinatra, Elvis, Violeta Parra, Mercedes Sosa, Elis, Roberto, Chico, Sérgio Reis e os Sertanejos, Raul Seixas, e uma infinidade de artis-tas espalhados pelo mundo, todos, todos, falando do Amor, da Paz, da Alegria. O risco é grande! Há que se repensar nossa forma de ver nossos semelhantes, nossos familiares, nossos colegas de trabalho, nossos companheiros de jornada, e o Mundo como um todo. O AMOR precisa voltar a ser o centro de tudo, a mola mestra, o norte e o sul, o leste e o oeste. Precisamos visitar mais, encontrar mais, abraçar mais, dançar mais, beijar mais, expressar nosso carinho e nosso afeto. A desunião que tomou conta de nossos corações e de nossas almas nos últimos anos não pode continuar dirigindo nossas vidas. Não à guerra! Não à desavença! Não ao ceticismo! Não à descrença! Não à desesperança! Nós somos muito maiores que as opiniões, nós somos resultado do AMOR! Que espalhemos pelos quatro cantos da Terra a união e o afeto, o amor fraterno, o bem, a compreensão. Que façamos deste ano de 2023 o ano da VIRADA! O ano do RE-ENCONTRO conosco, com a bondade, com nossa essência, Acreditem, isto é possível! É hora de ensarilhar as armas!

⁠Bailes, conversas e madrugadas (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Falemos um pouco de saudade, saudade infinita dos bailes, das conversas e das madrugadas. Eram madrugadas de risos, de cantorias, de danças na calçada, madrugadas alegres, tocando a alma Deixemos nossa alma se e…
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⁠Bailes, conversas e madrugadas (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Falemos um pouco de saudade, saudade infinita dos bailes, das conversas e das madrugadas. Eram madrugadas de risos, de cantorias, de danças na calçada, madrugadas alegres, tocando a alma Deixemos nossa alma se embalar na saudade infinita de um tempo que se foi, das conversas que se foram, das voltas, dos passos, dos compassos, dos abraços, saudade de um tempo dourado, de amor, de calor, de amizade. Os famosos bailes do Ituano Clube, do Comerciários, do São Pedro, do Independente, da URCA, com os famosos bailes do “Zinho do Violão”, e os inúmeros bailinhos de garagem (as famosas “Brincadeiras Dançantes”), nos proporcionavam conversas e encontros encantadores que, não raras vezes, terminavam em casamentos. Que saudade gostosa da espera, da espera pelas sextas, aquelas sextas de amor, de calor, de apoio, de conselhos, de aconchego, de amizade gostosa. Saudades! Ah! A doce espera pelos bailes encantados, pelos encontros...os afagos e a dança na rua. Tudo se foi! Se foram os bailes, aqueles bailes, se foram as sextas, aquelas sextas, se foram as conversas, tão profundas, nas idas e nas voltas...Tudo se foi, como tudo se vai, se foi o tempo dourado, a amizade tão pura, singela Até o café se foi, o café na casa das amigas ou dos amigos, preparado com carinho pela mãe zelosa, Aquele charmoso café com pão e manteiga. Pão quentinho, comprado em uma das inúmeras padarias ituanas, já abertas ao romper da aurora. E a espera...Até a espera se foi, como tudo precisa ir, para que venha o novo, para que venham outros bailes, outros salões, outras conversas, outras padarias na madrugada, outros encontros Tudo se foi, mas ficou a saudade, saudade infinita de um tempo encantado, encantando nossa alma. Um tempo tão doce, doce como mel, um tempo dourado, dourado como a luz do sol que nos esperava a cada madrugada, dando as boas-vindas a um novo dia. Tudo se foi, mas ficou a esperança, a esperança de um novo baile que novamente nos encante a alma, de um novo tempo, que nos mostre o futuro, de novos lugares, que nos mostrem o novo, de novos pares, que nos ensinem novos passos, de novas conversas , que nos mostrem outros horizontes e nos guiem por novos caminhos, para novos cafés, com outros aromas, com outros perfumes e outros sabores Ficou a esperança! Sim, ficou a esperança, mas ficou também a saudade, uma imensa saudade!

⁠Senhores da guerra e da paz (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Vocês querem a barbárie Nós queremos a civilização
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⁠Senhores da guerra e da paz (Poeta Brasileiro Sidarta Martins) Vocês querem a barbárie Nós queremos a civilização Vocês querem morbidez Nós queremos a vitalidade Vocês querem a maldade Nós queremos a bondade Vocês querem a mão em riste Nós queremos a mão estendida Vocês querem terra arrasada Nós queremos campo florido Vocês querem a enfermidade Nós queremos a saúde Vocês querem a fraqueza Nós queremos a energia pulsando Vocês querem sempre o pior Nós queremos o melhor Vocês querem a fome Nós queremos alimentar Vocês querem o frio Nós queremos o calor humano Vocês querem a ruptura Nós queremos a união Vocês querem a guerra Nós queremos a paz Vocês querem a destruição Nós queremos a construção Vocês querem a morte Nós queremos a vida Senhores da guerra Por favor, deixem-nos em PAZ!

⁠Pobres meninos, pobres meninas palestinas Sexta da Paixão, Momento de Compaixão Pobres meninos, pobres meninas
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⁠Pobres meninos, pobres meninas palestinas Sexta da Paixão, Momento de Compaixão Pobres meninos, pobres meninas Pobres crianças palestinas Impiedosamente assassinadas Descaradamente contrabandeadas e maltratadas Desfiguradas... Pobres meninos e pobres meninas Pobres crianças palestinas Sem noção de tempo, não terão semana santa Não sabem o que é o santo... Não sabem o que é paixão Nunca souberam o que é compaixão Não terão chocolates, não terão afagos Não terão abraços... Milhares perderam suas pernas Perderam seus braços... Há muito perderam seus pais E nunca tiveram um país Perderam seus brinquedos Nunca tiveram infância Perderam a noção do ser Perderam a noção do que é ser criança Perderam a dignidade e perderam a esperança Pobres meninos e pobres meninas Pobres crianças palestinas Uma oração precisa ecoar, de todos os corações Para os meninos e para as meninas Pobres crianças palestinas.

Pela metade e por inteiro Metade dela, beleza, outra metade, luz
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Pela metade e por inteiro Metade dela, beleza, outra metade, luz Metade dela, sorriso, outra metade, atração Metade dela, alegria, outra metade, só folia Metade dela, encontro outra metade, espanto Metade dela, convite, outra metade, adeus Metade dela, revelação, outra metade, reclusão Metade dela, procura, outra metade, encontro Metade dela, certeza, outra metade, ilusão Metade dela atrai, outra metade diz não Metade dela, distância, outra metade, união Metade dela, matéria, outra metade, espírito Metade dela, mente, outra metade, coração Em cada encontro, a certeza, da procura e da ilusão Da distância e da união, do sorriso e da atração Do sim e... Do não! Metade dela mulher Metade dela é menina Metade dela é mãe A outra metade é divina E por inteiro amor Este amor que me fascina Me conduz... Me ilumina!