Sinais sem luz. Pontos sem expressão. Alegria sem riso.
Continuar lendo
Sinais sem luz. Pontos sem expressão. Alegria sem riso. Tristeza sem dor. Tumulto de solidão.
620 frases
Sinais sem luz. Pontos sem expressão. Alegria sem riso.
Sinais sem luz. Pontos sem expressão. Alegria sem riso. Tristeza sem dor. Tumulto de solidão.
Estou mergulhado dentro de mim e quase afogando entre os tantos entretantos de mim.
Não tenha muita pressa, mas não se esqueça que a vida passa depressa e não nos avisa. Tempo ido sem rumo certo é caminhada infrutífera. O amor é incondicional...quando nasce... ganha vida... cresce, mas não pode nos fazer sofrer.
Não tenha muita pressa, mas não se esqueça que a vida passa depressa e não nos avisa. Tempo ido sem rumo certo é caminhada infrutífera. O amor é incondicional...quando nasce... ganha vida... cresce, mas não pode nos fazer sofrer. Ame e isso irá ser o bastante para viver bem.
São as horas fiéis na sua repetição que me mostram que nada se repete.
Imaginemos, apenas, que o dia caiu com outra oportunidade para seguir além.
Devemos aprender e apreender que nada levamos desta vida... a não ser os bons frutos semeados e o exemplo de humildade e os gestos de carinho que podemos doar para os outros.
Supliquei um gesto e Fui o resto. Tempo ferindo o meu coração desertor.
Não recebemos nada além do que fizemos por merecer.
Cá estou tentando me encontrar...mas não consigo por estar inteiramente com você.
Aceno para o vento. Ele, também, consegue me devolver o sorriso que quero acenar. Vou imergindo em mim e, consigo sem tantas tréguas, emergir com o meu olhar mais voltado para as coisas substanciais da vida.
Não deixe as lágrimas incomodar os seus olhos....elas aliviam o pesadelo de quem as originou.
Quantas vezes terei que pedir para você devolver meu coração?
Não se apresse. A demora não me incomoda...mas quando chegar....chegue inteira.
Vazios cheios...de lembranças recheadas de uma vida vivida repleta de história escrita nas linhas do tempo.
Tentei sair sem avisos. Avisei quando fiquei.
Muitas vezes eu desentendo o que entendo para não sofrer mais a aparência dos fatos que se revelam com a triste verdade...é hora de singrar mundo afora com a ilusão desiludida pela exclusão.
Vou contando os pingos. Pontos sem tanto nexo, mas resumindo o meu desconexo enredo. Ácido ferindo a face.
Vou contando os pingos. Pontos sem tanto nexo, mas resumindo o meu desconexo enredo. Ácido ferindo a face. Momento de opacidade absoluta. Nó que emudece o suspiro. Não posso anunciar o que não é relatável... mas, relampejando os meus sussurros, exponho a migalha de hora que atormenta outros pingos que descem ferindo a face. Let me count the drops. Points without much connection, but to summarize my rambling plot. Face injuring acid. Moment of absolute opacity. Node that mutes the sigh. I can not announce what is not reportable ... but flashing my whispers, expose the bit of time that plagues other drops that fall injuring the face.
O único medo que eu tenho é o de não ter medo de temer.
Ninguém tem o direito de nos motivar o pranto. Por isso e, talvez, somente por isso, depois de nascer.... ele - o pranto - deve morrer com a lembrança de quem o causou.
Abra suas asas e quem sabe, voando juntos, os nossos pesos serão suavizados!
O vazio que você deixa em minha alma é a presença que mais incomoda nesta hora que não passa. Arranco os ponteiros da minha solidão e
O vazio que você deixa em minha alma é a presença que mais incomoda nesta hora que não passa. Arranco os ponteiros da minha solidão e ela vocifera com gritos que dilaceram meus olhos. Lições pingadas manchando as mãos que acenam com gestos desiludidos. Passo. Outro fim sem começo.
Não há mistério no jeito de entender os fatos. Eles são. A verdade prepondera no gesto e, principalmente, na falta dele.
Quando não se vive com profundidade aquilo que é oferecido em nossas vidas... restará a tristeza da suposição daquilo que não fora vivido ou a penúria da culpa de termos rejeitado a oportunidade apresentada.
Ajuntei um tanto de letras da minha alma...pingadas sílabas cosidas no desabafo deste alforje incontido semearam lucidez ilúcida...amor descrevendo a vida ida.