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Frases de Petrus Lucchesi

29 frases

"O sucesso do fracasso é quando começamos a duvidar da nossa capacidade."
QUANDO EU MUDEI O FOCO ⁠Quando mudei o foco, descobri que eu não tinha mais tempo para perder com quem não tinha tempo para perder comigo. Quando eu mudei o foco, aprendi que não existe nada no mundo mais importante do que o amor-próprio.
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QUANDO EU MUDEI O FOCO ⁠Quando mudei o foco, descobri que eu não tinha mais tempo para perder com quem não tinha tempo para perder comigo. Quando eu mudei o foco, aprendi que não existe nada no mundo mais importante do que o amor-próprio. Quando eu mudei o foco, comecei a transformar solidão em solitude e, então, por experiência própria, vi o quanto podemos amadurecer e crescer no silêncio íntimo e gritante do meu ser. Quando eu mudei o foco, vi que por muitas vezes estava no lugar errado e que eu era o único responsável por permanecer ou para encontrar um lugar melhor. Quando eu mudei o foco, desfrutei da vida como nunca havia feito antes e entendi que os pequenos detalhes fazem toda a diferença e que não existe momento nenhum mais importante do que o agora. Quando eu mudei o foco, decidi que ia escrever a minha história com as minhas próprias mãos e no que depender de mim, esse livro já é um best seller.

⁠AS VOZES DA NOITE . As cores e formas que outrora preenchiam o ambiente, desaparecem e dão espaço a escuridão quando aquela luz, que até então temos como única fonte de iluminação se apaga.
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⁠AS VOZES DA NOITE . As cores e formas que outrora preenchiam o ambiente, desaparecem e dão espaço a escuridão quando aquela luz, que até então temos como única fonte de iluminação se apaga. . Os sons familiares e amigáveis que completam com maestria o ambiente, quando chega a hora se silenciam e muitas vezes resta apenas ruídos indefinidos que acalentam o silêncio. . Está hora sempre chega e ela vem repleta de memórias e semelhanças de coisas, lugares, sentimentos e pessoas que já não sabemos mais como lá chegaram, porque permaneceram ou nos deixaram. . Sinto que finalmente a hora chegou e vou ter a oportunidade de me silenciar por completo e renascer novamente com o brilho das cores e o som agradável da vida que me cerca. Espero que fique bem com isso.

⁠O CAMINHO . Como se apenas a chegada importasse e todo a beleza, observada, ouvida e sentida do caminho simplesmente não existisse.
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⁠O CAMINHO . Como se apenas a chegada importasse e todo a beleza, observada, ouvida e sentida do caminho simplesmente não existisse. . Os passos apressados, a ânsia pelo final, o foco cego, mudo e surdo pode ser o responsável por tamanha atrocidade? . O que é afinal o ponto de chegada sem os prazeres possíveis de serem vividos e eternizados ao longo da jornada? . Não existe sensação melhor, do que, olhar para o caminho percorrido e lembrar orgulhoso de todos os obstáculos, que por mais contundentes e paralisantes que ora possam ter sidos, não foram capazes de impedir você de lograr êxito em chegar no seu destino! . Aproveita o caminho e desfrute do sabor da chegada.

O sorriso triste Até mesmo o mais belo sorriso pode conter em suas raízes uma profunda tristeza, como se duas almas distintas habitassem o mesmo corpo, o conflito entre o amor e o ódio, a depressão e a cura, a prisão e a liberdade, o medo e a coragem, o fracasso e a determinação…
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O sorriso triste Até mesmo o mais belo sorriso pode conter em suas raízes uma profunda tristeza, como se duas almas distintas habitassem o mesmo corpo, o conflito entre o amor e o ódio, a depressão e a cura, a prisão e a liberdade, o medo e a coragem, o fracasso e a determinação. A busca incansável em descobrir o que é ser realmente feliz... E essa guerra interna vai te consumindo, te esgotando e, enquanto isso, você utiliza o resto de suas forças para continuar. Continuar sorrindo externamente, o mais belo dos sorrisos, como se por dentro estivesse tudo bem.

O REENCONTRO⁠ Às vezes, eu olho no espelho... e não sei quem está ali. É como se a imagem refletida fosse uma tentativa desesperada de parecer inteira, mas por dentro, tudo parece rachado. O corpo continua, a rotina segue, a fala até convence. Mas a alma... a alma está em silênc…
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O REENCONTRO⁠ Às vezes, eu olho no espelho... e não sei quem está ali. É como se a imagem refletida fosse uma tentativa desesperada de parecer inteira, mas por dentro, tudo parece rachado. O corpo continua, a rotina segue, a fala até convence. Mas a alma... a alma está em silêncio. Um silêncio pesado, abafado, que ninguém escuta. E é nesse vazio que a gente se dá conta: não estamos tristes por causa dos outros... estamos tristes porque nos perdemos de nós mesmos. O sorriso ficou automático, as palavras viraram performance, e o peito, um cofre trancado cheio de vontades engolidas. Dói. Dói como se a alma gritasse por socorro, mas ninguém escutasse. Nem mesmo a gente. E nessa confusão toda, vamos nos moldando para agradar. Queremos caber na régua da igreja, da família, das redes sociais. Queremos ser aceitos, entendidos, desejados. Mas quanto mais tentamos ser tudo para todo mundo… menos somos para nós. E aí, nos desvalorizam, ignoram, invalidam e a gente acredita. E deixa um pedaço para trás. Como se dissesse: “essa parte de mim não serve mais”. E sem perceber, vamos nos abandonando. Parte por parte. Capítulo por capítulo. Há lugares dentro de nós que não podem ser destruídos. Só esquecidos. Mas continuam lá… esperando. E então, um dia, sem aviso, acontece. Você pisa de volta nesse território esquecido. Não por escolha racional, mas porque algo dentro de você não aguentou mais a ausência. E é como abrir a porta de um quarto antigo, onde tudo ficou exatamente como estava. O chão de madeira ainda range, o cheiro da infância ainda paira no ar, os desenhos nas paredes continuam firmes, como quem resistiu ao tempo. E no meio desse cenário… ela está lá. A criança que você foi. Sozinha. Mas inteira. Com os olhos brilhando como quem te esperava há anos. Você se aproxima com medo, mas também com saudade. E quando os olhares se encontram, o tempo congela. O abraço que acontece ali não é físico, é espiritual. É como se duas partes da mesma alma se reconhecessem depois de uma guerra. E nesse abraço silencioso, sem nenhuma palavra, algo se reconstrói. Uma ponte. Um vínculo. Uma verdade que nunca deixou de ser sua. Eu não vivi esse reencontro ainda, mas sonho com ele todos os dias. Sonho com o dia em que vou me acolher sem vergonha, me ouvir sem medo e me abraçar com amor. Talvez esse texto não seja um relato, mas um desejo íntimo de alguém que cansou de fugir de si. E se você também cansou de fugir, talvez seja hora de voltar.

⁠O único caminho é para dentro Você pode passar a vida inteira correndo, fingindo que não ouve o barulho. Pode se ocupar de gente, de trabalho, de metas e de distrações, tentando tapar o som do que te chama aqui de dentro. Pode até enganar os outros por um tempo — e até a si mes…
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⁠O único caminho é para dentro Você pode passar a vida inteira correndo, fingindo que não ouve o barulho. Pode se ocupar de gente, de trabalho, de metas e de distrações, tentando tapar o som do que te chama aqui de dentro. Pode até enganar os outros por um tempo — e até a si mesmo — acreditando que um dia lá fora alguém vai te entregar a paz que você procura. Mas uma hora a conta chega. Uma hora as vozes externas se calam, as cores somem, e você fica sozinho com o som mais insuportável de todos: você mesmo. Foi assim que eu entendi. Não havia nada fora que pudesse resolver. Nenhuma mão que pudesse me salvar do que só eu podia atravessar. Eu precisei parar de fugir e aceitar que só existia um caminho — para dentro. E não tem nada de bonito nisso no começo. É frio, é escuro, é desconfortável. É encarar as partes que você passou anos evitando. É olhar para os teus monstros e reconhecer que alguns têm o teu rosto. É ouvir o silêncio pela primeira vez e perceber que ele sempre esteve ali, esperando que você tivesse coragem de escutá-lo. Enquanto você olha para fora, você sonha: com finais felizes, com resgates, com soluções prontas. Mas quando finalmente ousa entrar em si, quando se senta diante do teu próprio abismo sem mais desculpas, você acorda. E o que você encontra não é um paraíso, mas um chão. Um chão firme o bastante para você parar de cair, respirar, e começar a caminhar — dessa vez, de verdade. O único caminho que existe é para dentro. É lá que a sua travessia começa. E acredite: ninguém pode andar por você.