E você não vai mais encontrar, nem o sorriso, nem os lábios e nem o olhar.
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E você não vai mais encontrar, nem o sorriso, nem os lábios e nem o olhar. Já não há mais nada para te segurar, para se segurar, para me segurar. Que a mascara mantenha o que maquiagem nenhuma pode disfarçar, e vamos festejar. Afinal, o que mais fazer com todo esse vazio, senão dançar? Nem a natureza, nem o corpo, um ser vivo, um ser morto, ou, um ser torto? Que permaneça enquanto ser que se manifesta, que surge do vazio, festa! E que não se segure à nada. São desses picos que surge a floresta, e, já não importa mais o que me resta, que eu os enfrente a todos, mesmo que perca tudo, mesmo que seja esta, a grande batalha, a última festa.