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Frases de Penny Almeida

15 frases

Queria por mil motivos não ser eu, queria por várias vezes provar o que é doce quebrando a rotina de ter sempre no armário o que é amargo, queria um dia olhar pra frente e poder ser o mínimo. Na verdade não quero tudo, só quero o que me basta, ser alguém que pra você seria tudo.
Sentindo como se o ar de dentro dos pulmões propagassem para fora como foices cortando a calma, esfolando a alma, queimando a coragem e dando asas ao medo. Não é simplesmente caminhar, é caminhar e ver, respirar, sentir, iludir, tentar.
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Sentindo como se o ar de dentro dos pulmões propagassem para fora como foices cortando a calma, esfolando a alma, queimando a coragem e dando asas ao medo. Não é simplesmente caminhar, é caminhar e ver, respirar, sentir, iludir, tentar. Tudo o que não costumo fazer antes de me machucar

Olhando-nos juntos em um futuro lúdico podemos ver facilmente a incoerência e a falta de sentido. Mas será? Não posso deixar morrer esse brilho que eu tenho de você, e não posso ousar viver sem acreditar que o destino faz sentido. É fácil ver, olhar seus olhos e os meus, é como s…
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Olhando-nos juntos em um futuro lúdico podemos ver facilmente a incoerência e a falta de sentido. Mas será? Não posso deixar morrer esse brilho que eu tenho de você, e não posso ousar viver sem acreditar que o destino faz sentido. É fácil ver, olhar seus olhos e os meus, é como se fossem a carretilha na madeira, a cola no papel o calor que vem do Sol e a transparencia na água, não da pra deixar passar, é muita coêrencia correndo pelo fio, é duas vidas unidas por um tris. Porque e se o fio estourar? será que eu consigo suportar te ver partir?

O maior desafio do homem é fingir. É fingir não ver a carne e não se lembrar que de um animal em matadouro, aflito e oprimido vai ser futuramente aquilo que no prato está. É fingir não ver dor quando alguém geme de dor e é roubado de cena quando a luz da vida se apaga.
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O maior desafio do homem é fingir. É fingir não ver a carne e não se lembrar que de um animal em matadouro, aflito e oprimido vai ser futuramente aquilo que no prato está. É fingir não ver dor quando alguém geme de dor e é roubado de cena quando a luz da vida se apaga. E fingir não ver amor nos olhos daquele que por ele teu coração bate mas não é por ti. É fingir não ver que as pessoas acusam-no pelo que você superficialmente parece ser. É fingir não ver fome em outros cantos do mundo quando aquele muito desperdiçado no prato desperta pra consciência uma lasca de dor latente. O homem finge não ver o escuro, cria para si uma lampada reacendendo as coisas, apagando outras quando lhe convém e conduzindo os olhos pro lugar menos doloroso pra retina do coração.

Estamos rendidos ao acaso, à colisão que aproxima dois corpos distantes em um nanosegundo e no momento seguinte quando nem nos olhamos o amor já adentrou. Estamos fardados contra a dor de perder mas sucumbidos à vontade de arrancar do peito o colete que proteja o peito contra sen…
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Estamos rendidos ao acaso, à colisão que aproxima dois corpos distantes em um nanosegundo e no momento seguinte quando nem nos olhamos o amor já adentrou. Estamos fardados contra a dor de perder mas sucumbidos à vontade de arrancar do peito o colete que proteja o peito contra sentimentos infiltrados. Na verdade seja com armadura ou sem estamos sujeitos a precisar de um outro coração e a ter que se acostumar em fazer o nosso bater por si só quando houver partida. Aqui ou no céu estaremos flutuando por ai entre o rarefeito e a gravidade da terra propensos a tomar alturas maiores e se perder nessa imensidão sentimental. Mas quem é que consegue ousar não tentar e amarrar os pés ao chão? Não existe chão quando o coração quer sonhar.

Realmente é necessário chegar ao extremo de uma mágoa, usar palavras ásperas, esfregar tragédias alheias por sentir-se em frangalhos, por sentir que esta perdendo algo, ou sentir falta de um alguém com quem tanto se esbraveja palavras feríveis e a eminencia do espaço vazio entre…
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Realmente é necessário chegar ao extremo de uma mágoa, usar palavras ásperas, esfregar tragédias alheias por sentir-se em frangalhos, por sentir que esta perdendo algo, ou sentir falta de um alguém com quem tanto se esbraveja palavras feríveis e a eminencia do espaço vazio entre esses dois corpos já tenha alcançado a saudade? Quando nos deixamos ser feridos por alguém, não sabemos ao certo de onde vem tanta falta de controle com qual ferimos tanto quanto quem nos feriu e ao invés da satisfação o sintomas é de feridas incuráveis e uma vontade de pedir desculpas, voltar atrás e tentar achar o auto-controle no ar pra que a voz não seja tão alta capaz de se tornar balas na medida em que acertam o peito de quem tanto se ama. Mas se de fato houvesse tanto controle do que se diz, do que se fala, do que se sente obviamente não seria dor e nem amor.