Quando a mente está doente A consciência fica dormente Não quero que meu medo me atormente
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Quando a mente está doente A consciência fica dormente Não quero que meu medo me atormente Mas vagando pelo meu subconsciente Estou inerte à dor Mesmo que nada sobreponha meu ódio, raiva e rancor No coração não há mais calor A tristeza emerge Sinto minha alma deteriorar-se Derretendo lentamente, como um iceberg Pensamentos devoram o psicológico Então, seria só não pensar? Quem dera se a na vida tudo fosse tão lógico Ainda que sufocado, suspiro Sem ar, mas respiro Ao meu alter ego, apenas suplico: Devolva-me, aonde estou? O que restou? Uma caixa de Pandora? Quando todo mal passar, irei voltar? Outrora estava vivo, o que sobrou? Espero que ao final, haja um paraíso E meu espírito eu reencontre Ainda que só um resquício.