Quanto mais longe vamos, mais perto de nós estamos!
Frases de paulo santana
71 frases
Sorria e chore quantas vezes achar necessário, pois ambos exprimem emoção essencial à vida.
A busca pelo conhecimento é infinita, nunca deixe de buscar!
A vida pessoal de uma pessoa não deve interessar a ninguém, exceto aos indivíduos de mente e vida vazias, vulgarmente conhecidos como fofoqueiros.
Adrenalina para corpo e alma Quando se trata de assuntos do coração, nem sempre chegamos a uma conclusão definitiva, pois o destino é o inconveniente que há entre o amor e os amantes. O amor, o verdadeiro amor, em síntese, é um excedente; mas o destino possui os seus princípios,…
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Adrenalina para corpo e alma Quando se trata de assuntos do coração, nem sempre chegamos a uma conclusão definitiva, pois o destino é o inconveniente que há entre o amor e os amantes. O amor, o verdadeiro amor, em síntese, é um excedente; mas o destino possui os seus princípios, dos quais lança os apaixonados ao abismo profundo, do qual períodos figuram uma eternidade. A teia do destino, por assim dizer, esmaga o coração, causando uma infinita e pungente agonia. A dor de uma separação é avassaladora, quase uma loucura. Existe nos grandes dramas sentimentais exemplos absurdos de psicose passional, histórias que transcendem gerações, tanto na ficção quanto na vida real, afinal a arte imita a vida! O amor nos dá como dádiva a oportunidade para ver a nos mesmos diante da pessoa amada, se não, de que forma entender o turbilhão confuso que o amor nos impõe? A emoção se regenera a cada ciclo, embora tenhamos idade avançada um espírito juvenil se apodera e preenche o enorme vazio que em instantes abunda o coração de fogo lascivo, submissão e desejo. Tudo se torna novo, nova vida e novas perspectivas, essa é a mágica do amor, sentir a influência de outro ser em nossas vidas e o julgar bom, necessário à existência. Algo tão precioso que sem ele a vida perde o real significado. Como um vício agradável aos sentidos, produzindo adrenalina para corpo e alma.
A mente mente, descaradamente!
Autorretrato De minha mesa vejo um homem escrevendo ansioso, ocioso e melancólico. Seu semblante lúgubre e sem harmonia é de uma criatura alheia a seu próprio universo. Com mãos trêmulas, traça seu drama pessoal sobre uma pequena toalha de papel. Sua escrita é serena e seu gesto…
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Autorretrato De minha mesa vejo um homem escrevendo ansioso, ocioso e melancólico. Seu semblante lúgubre e sem harmonia é de uma criatura alheia a seu próprio universo. Com mãos trêmulas, traça seu drama pessoal sobre uma pequena toalha de papel. Sua escrita é serena e seu gesto tem a cor e forma da tragédia. A sensação que me ocorre no momento, é que estou diante de uma pessoa profundamente deprimida. De onde estou é possível perceber seu vacilante destilar e o advento de uma lágrima a rolar. O momento é delicado, por um mísero instante ele parece hesitar, olha para o horizonte, um olhar perdido, talvez esteja preso a um passado distante, quiçá deseja-o esquecer. Em súbito volta a rabiscar, como se algo o puxasse de volta a sua atividade febril. Através da sombra que se faz à meia luz, consigo visualizar a silhueta de sua mão a escrever, agora mais calmamente, como se estivesse tecendo cada verbo de uma composição. Talvez esteja construindo uma escrita subliminar, rabiscando seu tormento, sinto-me tocado por sua aflição. Proponho-me a imaginar sua amargura, o que realmente o move a agir daquela maneira? Não obstante, calmamente o homem se levanta, olha para o horizonte e pensa por um momento, em um gesto hesitante, gesticula uma súplica. Ele olha para trás, olha para sua mesa e permanece estático, logo, se vira e vem em minha direção. O homem passa então a meu lado, segue seu caminho a passos calmos, sem pressa e desaparece. Com tremenda sensação de euforia não resisti ao desejo sublime da curiosidade, e calmamente fui à sua mesa, ocasião em que pude ver o pequeno pedaço de papel e me deparei com o esboço de um homem extremamente triste, e a baixo uma descrição: "eis-me aqui; assim me sinto no momento"!
Quão chato seria esse mundo sem as crianças! Somos responsáveis por nossas crianças e devemos oferecer-lhes a possibilidade para criarem as bases de suas estruturas e se tornarem pessoas normais. Uma criança que recebe uma infância feliz se torna um adulto feliz, é uma recíproca…
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Quão chato seria esse mundo sem as crianças! Somos responsáveis por nossas crianças e devemos oferecer-lhes a possibilidade para criarem as bases de suas estruturas e se tornarem pessoas normais. Uma criança que recebe uma infância feliz se torna um adulto feliz, é uma recíproca de valores e um ato de amor fundamental na vida dos pequenos, algo tão relevante que reflete boa influência em nossas vidas. É realmente gratificante coexistir com uma criança, pois elas têm tanto a nos ensinar, se prestarmos mais atenção no comportamento infantil, podemos notar que aquela pequena criatura abunda em conhecimento, inocência e amor natos, algo que vai muito além da nossa compreensão. Portanto é realmente importante para os adultos a interação com as crianças, sobretudo o desprendimento sentimental, que gera a ligação entre duas pessoas, fato que para as crianças é algo extremamente natural, uma vez que para elas, embora pais, tios, irmãos ou avós somos os seus benfeitores. Em nossa vida adulta lidamos com inúmeros problemas, alguns transcendem e invadem o mundo das crianças, logo, isso não deve acontecer, uma vez que podem gerar transtornos psicológicos irreversíveis, mas com uma boa dose de bom-senso podemos evitar que isso ocorra, afinal, na condição de benfeitor cabe a nós a responsabilidade de um protetor. Já pensou se nascêssemos todos adultos, quão chato seria esse mundo sem as crianças!
O tolo não entende o fundamento de sua própria euforia.
O que um leitor espera realmente é ser arrebatado pela beleza da escrita e seduzido pelo talento do autor!
Aficionados Nós, amantes da boa leitura, apaixonados pela literatura somos aficionados. Inventamos as horas de ócio e as transformamos em algo proveitoso, deleitoso, pretensioso. O hábito da leitura é o atributo do leitor, a sua marca, o seu cosmo. Há firmamento no universo lite…
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Aficionados Nós, amantes da boa leitura, apaixonados pela literatura somos aficionados. Inventamos as horas de ócio e as transformamos em algo proveitoso, deleitoso, pretensioso. O hábito da leitura é o atributo do leitor, a sua marca, o seu cosmo. Há firmamento no universo literário, e isso se resume a horas a fio, entretido em uma deliciosa leitura, pois os momentos lúdicos de um leitor sintetiza-se na profunda concentração de seu intelecto em uma estimulante narrativa. Um contexto literário abrangente alicia seu ledor, mais que isso, o abduz à sua atmosfera, formando raízes em seu entendimento, agregando conhecimento e a experiência torna-se única, inesquecível, pergunte a um leitor qual foi o livro da sua vida e ele terá a resposta na ponta da língua (você mesmo está com ele agora na sua mente). O que um leitor espera realmente é ser arrebatado pela beleza da escrita e seduzido pelo talento do autor, quando abrimos um livro pela primeira vez sentimos o pulsar acelerado do coração e a notória ansiedade nos leva a uma atraente sensação de felicidade. O sorriso brota no rosto, reluz a expressão alegre, é um sentimento de satisfação única. Afinal estamos diante de um artefato que nos desconecta desse universo e nos apresenta outro plano, muito mais sofisticado, bonito e agradável.
O livro é um artefato que nos desconecta desse universo e nos transporta a um plano superior, muito mais sofisticado, bonito e agradável.
Já pensou se nascêssemos todos adultos, quão chato seria esse mundo sem as crianças!
A prevalência das crianças é uma dádiva, são imprevisíveis e possuem uma inocente liberdade.
As crianças apreciam a oferta de amor, carinho, compreensão, mas conhecem a violência.
O indivíduo embutido da prerrogativa de expor seus sentimentos, nada mais é que um cativo.
Textinho criança! A criança que há em mim não deseja brinquedos, grandes ceias, ela não busca apenas o afago, afeto, uma aventura ou emoções perigosas. Essa criança deseja algo mais e não apenas a mão estendida. Essa criança tem sede de amor, igualdade social e teme o futuro das…
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Textinho criança! A criança que há em mim não deseja brinquedos, grandes ceias, ela não busca apenas o afago, afeto, uma aventura ou emoções perigosas. Essa criança deseja algo mais e não apenas a mão estendida. Essa criança tem sede de amor, igualdade social e teme o futuro das outras crianças que perdem a inocência cedo demais. Existe em mim uma criança alegre, saudável e sorridente, mas percebe o desamparo. A humanidade está perdendo seus valores, as crianças não entendem os problemas complicados dos adultos, mas sofrem com as consequências. As crianças apreciam a oferta de amor, carinho, compreensão, mas conhecem a violência. Sentem medo do escuro, essa escuridão tirou a visão dos adultos, que em seus próprios medos reagem como crianças desamparadas. As crianças não culpam as pessoas por suas ações equivocadas, mas lamentam por todo o desamor imposto pela humanidade. A criança que há em mim é a mesma que há em você, devemos conservar essa doçura e não deixar que evanesça. Pois a cada decisão tomada, precisaremos da opinião de um ser de inocência nata. Estamos brincando pouco com nossas crianças e isso intimida a criança interior. Elas têm um único propósito, nos trazer felicidade. De todos os períodos, a infância é o mais perfeito, pois as crianças não possuem maldades em seus pequenos corações, somente encantos. Quando crianças têm seus direitos asseguras, elas são apreciadas e amparadas. No entanto, infelizmente os menores sofrem abusos e injustiças. Vulneráveis e inocentes tornam-se vítimas da maldade humana. A minha criança interior não deseja brinquedos, mas lamenta o fato de não haver possibilidade para sonhar.
Um predador em estado gregário, é o homem em meio a sociedade.
Dedique sua vida à informação e a transforme em conhecimento.
Dê asas à imaginação e amplie os horizontes, no palco da abstração, o estorvo é invenção da mente.
O subconsciente humano é a linha tênue que divide as coisas que podem realmente acontecer com a realidade do que inevitavelmente acontece
A necessidade de felicidade. Nada me dá mais prazer do que escrever, criar, sonhar e compartilhar. Há no ato da escrita uma espécie de prisão, sinto-me fascinado por esse delicioso e cativante sentimento de amor. Agradável união entre o escritor e sua arte, a escrita. O vínculo…
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A necessidade de felicidade. Nada me dá mais prazer do que escrever, criar, sonhar e compartilhar. Há no ato da escrita uma espécie de prisão, sinto-me fascinado por esse delicioso e cativante sentimento de amor. Agradável união entre o escritor e sua arte, a escrita. O vínculo é forte, um ensaio embrionário, como reza a fraternidade entre seres que se unem através do elo maternal. A necessidade urge e não importa a que lugar, companhia ou circunstância nos encontramos, a cobrança é forte, mais que uma necessidade, a ânsia diante do afortunado momento de inspiração, a angústia em reunir os pensamentos e o medo de que tudo esvaneça em fração de segundos. O indivíduo embutido da prerrogativa de expor seus sentimentos nada mais é que um cativo. Os grilhões são seus sentimentos, as amarras seus pensamentos e o tirante sua virtude. Pois a ocasião faz todo o sentido, desde que esteja diante daquela que possa se tornar a sua Magnum opus, algo para compartilhar com o resto do mundo e ensinar os rudimentos do amor, oferecer esperança para a humanidade através de motivos para sonhar. Pois os sonhos surgem da necessidade de felicidade.
O sofrimento causado pela dor é lesivo, em silêncio oculta o desespero, num choro calado de soluço dobrado.
Vigora em minha vida uma emoção especial, a mágoa fica para as pessoas superficiais.