Ao amado Aí que saudade no peito De uma amor que não tem jeito,
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Ao amado Aí que saudade no peito De uma amor que não tem jeito, Quanto mais tento esquecer Sinto-me enlouquecer. Quando beijo sua boca ouço sinos tocarem, A tristeza vai embora... Se anuncia a esperança! Essa dor que agora eu sinto Deixa de fazer parte de mim. E as batidas do meu coração Batem como uma sinfonia Em mais completa harmônia E em vez de tum, tum, tum, gritam Te amo, te amo, te amo... Minha vida é um paradoxo Ou melhor tem dupla personalidade. Em um momento sou a mais feliz, Me entregando completamente em seus braços. Em outros, sinto arrancarem-me um membro ao te ver partir novamente. Me remédio com a ilusão de um dia te ver regressar Em uma vinda sem mais despedidas. Sem soluço, sem dor! Somente em nós o AMOR! 2005