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Frases de Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

240 frases

Existem diversas formas de acompanhar A divulgação da poesia, cronicas e textos! O face é mais uma ferramenta,
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Existem diversas formas de acompanhar A divulgação da poesia, cronicas e textos! O face é mais uma ferramenta, Se você gostou ou achou interessante Vai Lá e da um curtir! https://www.facebook.com/pages/Pablo-Danielli/135413313230522

Há quem se preocupe com as folhas Tem aqueles que se preocupam com a vida, E tantos outros que não estão nem ai.
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Há quem se preocupe com as folhas Tem aqueles que se preocupam com a vida, E tantos outros que não estão nem ai. Há quem misture Tristeza com alegria! Também quem faça fofoca, E aqueles que usam ironia. Diferentes sentidos Com variados “porquês”. E ainda tem gente que insista em julgar Como você escolhe viver! Talvez por isso essas vidas Não sejam tão divertidas! E ao invés de acompanhados Vivem em um universo mesquinho, Fazendo da vida uma enorme perda! Sem sentindo e nem caminho.

Concreto, fé e suor! Sonhos de uma selva, Humanamente de pedra.
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Concreto, fé e suor! Sonhos de uma selva, Humanamente de pedra. Do pó as muralhas Que protegem, cercam e separam, Aniquilando liberdade e sonhos. Reféns da própria ganancia! Amarrados pela fome do luxo! Aonde o chão é feito de concreto Lagrima alguma pode tocar, Não se permite fazer a vida Ou a esperança brotar.

Jogou pedra na cruz Palavras ao vento, Olhares vazios.
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Jogou pedra na cruz Palavras ao vento, Olhares vazios. Trocou a roupa Escolheu os sapatos, Enfeitou as palavras. A melhor marca, o melhor sonho, A unica forma individual de viver. O coração blindado O sentimento escondido, Para dar valor a insignificâncias. Apagou a luz, deitou e dormiu, Mais um dia perdido, obsoleto e vazio, Escolheu ser mais um retrato na parede Do que uma cor perdida, que pinta alegrias, Na paisagem cinza da vida.

Do tempo A vida certas vezes nos presenteia com pequenos prazeres, que gostaríamos que fossem ao menos por alguns segundos eternos. Um sorriso, uma lagrima, um beijo e quem sabe o mais ousado dos apaixonados diria sem pensar duas vezes: Um grito de gol! Aprendemos que tão praze…
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Do tempo A vida certas vezes nos presenteia com pequenos prazeres, que gostaríamos que fossem ao menos por alguns segundos eternos. Um sorriso, uma lagrima, um beijo e quem sabe o mais ousado dos apaixonados diria sem pensar duas vezes: Um grito de gol! Aprendemos que tão prazerosos, quanto estes momentos em nossa cabeça, são o desejo de vive-los novamente. Mas o tempo é implacável, não é corrompível, não se dobra aos nossos caprichos, vive nos deixando lições, mostrando que somos feito de sonhos, mas que nossa carne não é eterna como tantos deles, não conseguimos cortar o tempo sem deixar marcas em nossa alma. Abrimos e fechamos nossos olhos, sem nos dar conta que este dia pode ser o primeiro ou o ultimo de uma grande mudança, de um grande desejo, sem perceber o momento chega, passa e leva com ele nossa coragem, nossos medos. Os dias passam impiedosamente, as semanas correm pelos calendários que tentamos em vão controlar o que não se pode tocar, apenas viver e respirar! O menino nasce, descobre o doce e o amargo da vida, cria rugas e sem desejar se desapegar de suas manias, morre. Com todos os erros e acertos possíveis, com todos os amores improváveis, com todos os pecados inimagináveis. Encontramos paredes rabiscadas de poesias impublicáveis, sobre o que é esse desejo latente que costumamos e insistimos apelidar de vida. Percorremos corredores tão sufocantes que nossos sonhos não cabem dentro deles, quartos tão pequenos que nossa voz ecoa em forma de grito pelas frestas de madeira velha, rasgando ouvidos, rasgando o invisível, se sobrepondo ao desejo. Somos no fim reféns dos mesmos requintes, luxuosos prazeres e ansiosos pelos ponteiros do relógio que marcam o passo, lembrando que mais hora ou menos hora o tempo, nos trata com desdém, ignorando nossas conquistas, apagando nossas decepções, deixando apenas uma vírgula em aberto, para que se assim ele desejar, podermos continuar a escrever a nossa breve, porém intensa história. Eterno momento Guardado na memória, E em um velho e rabiscado papel. Imaginação além do desejo! Sentimento além da carne! Descobre com as escolhas Com acertos e erros, Que viver é mais que respirar. É sentir, perder, sonhar, É, e porque não seria? Se apaixonar!

Noite dos cachorros perdidos Enquanto o latido Toma conta das ruas,
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Noite dos cachorros perdidos Enquanto o latido Toma conta das ruas, Restos são jogados Como banquete. Na tentativa De amordaçar, Bocas famintas. Como uma sinfonia absurda A raiva espumando pela boca, Já contamina as diferentes formas de vida. Dessem-lhe pauladas! Duchas generosas de agua! Por um breve momento recuam Mas fome é tanta, Que seu amo assustado recua. Corre e com medo se esconde, Atrás de falsas propagandas De alegrias gratuitas.

Democracia Quando ouvi os gritos, Tampei meus ouvidos.
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Democracia Quando ouvi os gritos, Tampei meus ouvidos. Quando senti a fumaça, Cobri meus olhos e nariz. Quando o sangue respingou em mim, Apenas lavei minhas mãos. Quando a minoria estava nas ruas, Tranquei-me na sala e liguei a tv. Enquanto o governo coagia, E a policia batia, minha omissão falava. Com a coleira de ajuda e salários mínimos, A sociedade me oprimia. Só percebi que o caminho não tinha mais volta, Quando amanhecia o dia. Manchetes de jornal em sua maioria, São sempre as mesmas e vazias. Eu morria sem envelhecer, Escravo de um sistema brutal, Disfarçado de democracia. A ilusão vendida à conta gotas, Esmola para mentes vazias, E isto sem perceber, havia me custado uma vida.

Você sente Disfarça, canta e encanta! Esconde a tristeza
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Você sente Disfarça, canta e encanta! Esconde a tristeza Corre da solidão, E lamenta a falta Da esperança. Tenta se apaixonar Jura não chorar, Entrega seu coração Mas foge da emoção. Joga ciranda Faz os olhos brilharem Finge-se de forte, Faz papel de ingênua. Mas continua sendo A saudade buscando Um porto, um abrigo, Para descansar o coração. E poder se perder Em largos sorrisos, E alguns momentos A razão.

Faltou agua Acabou a luz, Comida não tem.
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Faltou agua Acabou a luz, Comida não tem. Sofrimento sempre sobra Em alguma casa Sem janela e nem porta, Seja no sul ou no sertão! A noite é iluminada Pelos lamentos, E o sal das lagrimas É o sustento! Para a barriga de vento. Em terra castigada Pela politica e corrupção Quem sofre é o miserável Sem o acesso a saúde E educação. Que vive de promessas Que insistem em se repetir A cada quatro anos Ilusão, ilusão, ilusão, Pela falta de competência Na escolha de uma nação.

Acende uma vela Reza pro teu santo! Por desapego, por desespero,
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Acende uma vela Reza pro teu santo! Por desapego, por desespero, E algum tipo de encanto. Enquanto a luz do dia Espera e te aguarda, como guia, Pra você sentir a vida Ao invés de ficar ajoelhado, Em algum canto. Lamentando Por dizeres que sozinhos Não movem um mundo, Nem geram espanto. De pedido em pedido Impedindo de ser a vida Que tanto ouve em forma De melodia e canto!

Em um fértil Terreno da malandragem, Esconde-se nas entranhas
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Em um fértil Terreno da malandragem, Esconde-se nas entranhas Do povo, O medo de ser livre. Por caminhos mal feitos Por falta da estrutura ética, A nobre alma padece, Em seu próprio ego. Ansiedade se mistura Com o desespero, A dor aos poucos toma conta Sem nenhum alarde. Até os ossos dos cachorros Tiraram-lhe, Está morrendo de fome O país com vocação De vira-lata.