“Aquém diga não ser real, mas como acreditar nas palavras de um sonho que vêem de uma alma que roga por paz?”
Frases de Pablo Gabriel Ribeiro Danielli
240 frases
"Tem que ter bom humor, uma pitada de ciúmes e muito amor".
"O problema do brasileiro, é que ele nunca leva os problemas do Brasil á sério."
"Tolo do homem que acha que pode viver sem o amor, este nunca conseguira voar e provar da verdadeira felicidade!"
"Cai uma folha, inicia-se o outono. Cai uma lágrima, finda um amor."
"Amanhã serei maior que hoje Serei mais sábio, serei mais completo, Terei mais carga para carregar em minhas costas,
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"Amanhã serei maior que hoje Serei mais sábio, serei mais completo, Terei mais carga para carregar em minhas costas, Serei com certeza mais forte."
O bom de viver em um país democrático é isso, nem é a questão da liberdade de escolha, mas saber respeitar a escolha do próximo. Situação que ainda tem que ser aprendida e compreendia no Brasil.
“A matemática é simples, a soma de nossos corpos, é igual a nossa felicidade”.
"E lá estava o destino do menino, que se encontrou e tornou-se homem..."
“O problema é que não posso viver seus erros, da mesma forma que aprendi a lidar com os meus, você tem que suportar os seus e com isso crescer...”
"Quis o destino que fosse assim, pois tudo que inicia um dia tem seu fim. Quis a vida que fosse a assim, pois teu olhar é um oceano de amor sem fim."
"Tudo tem seu tempo certo, e o tempo das flores e de novos amores, certamente chegará."
Um pequeno conto sobre amor Com corações partidos, Sorrisos e lagrimas.
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Um pequeno conto sobre amor Com corações partidos, Sorrisos e lagrimas. Olhares trocados Papéis rabiscados, Juras de amor Dor, sem pudor.
Entre as letras Soltas de uma oração, Um pouco de fé,amor e ilusão!
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Entre as letras Soltas de uma oração, Um pouco de fé,amor e ilusão! Dedos cruzados Olhares marejados, Trazendo dias e levando anos... Coração morno, sorrisos largos, Buscando nos desencontros Afagos e vontade de viver.
Eu erro, Ele erra... Todos erramos!
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Eu erro, Ele erra... Todos erramos! Continuamos todos a culpar... Os santos.
Alguma porta... Alguma pedra, Algum lugar!
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Alguma porta... Alguma pedra, Algum lugar! Para atravessar... Para jogar, Para visitar! Entre alguns pensamentos... Entre alguns dias e noites, Entre alguns corpos para se desejar!
E a felicidade Estapeou sua cara, Somente pelo prazer
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E a felicidade Estapeou sua cara, Somente pelo prazer De lhe provar, Que nunca poderia doma-la. Tal pedaço do paraíso Escondido por trás dos dentes, Que serrados combinavam Um tímido sorriso. Continuava lá, sentado... Há contar ás horas Ás estações e migalhas, Que tentava aproveitar. Poderia ser mortal! Ser intenso ou puro frenesi. Á tal momento Tudo que poderia, Morrer ou viver... Está ao alcance De seus tristes olhos. E suas mãos não desejavam, Folhar alguma pagina, a mais sobre a vida. Deseja o momento eterno de felicidade, Cobiçava estar diante do paraíso. Mas á vida... Insistia em lhe mostrar Que ao menos para si, Alegria vã é acompanhada Pelo sacrifício tolo. E a eterna... Por pequenos monólogos de tristeza, Anunciando a loucura popular, Por segundos, explorada, De algum tipo de sorriso.
Na lona O beijo roubado, O amor não vivido!
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Na lona O beijo roubado, O amor não vivido! Sobre uma certa luz Do sol, refletida na lua. Na lona... Escondido, delírio, Sem motivo... Para levantar, O corpo só, estendido. Na lona... Á navegar, Dentro de um sonho, No oceano de um olhar.
“Há pessoas que nascem e morrem, sem se arriscar para saber qual mundo existe por trás da porta”. Rotas da Liberdade
As marcas da mão Escondem uma vida, Leves toques e olhares
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As marcas da mão Escondem uma vida, Leves toques e olhares Disfarçam o sentimento. Passado guardado... Na mente, subconsciente, Como noites e dias, Respirados de forma intensa, Como velhos amores... Que chegam e não guardam lugar. De tantos sonhos antigos O presente persiste, Em trazer o futuro... Carregado pelo vento. Ao acaso das escolhas Quem sabe outras rotas, Para quem deseja outras bocas, Na procura desvairada... Respirar a vida.
Ser ou não ser... Pensante. Este não é um texto politico, tão pouco apartidário. São palavras que falam sobre os problemas, não apenas sobre culpados ou inocentes, mas sobre a consciência nossa de cada dia. A sociedade se diz evoluir todos os dias, nas mais diversificadas áreas…
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Ser ou não ser... Pensante. Este não é um texto politico, tão pouco apartidário. São palavras que falam sobre os problemas, não apenas sobre culpados ou inocentes, mas sobre a consciência nossa de cada dia. A sociedade se diz evoluir todos os dias, nas mais diversificadas áreas e nos mais diferentes temas. Embora a base de tudo se mostre ainda arcaica, resumindo-se em ser contra ou a favor. Por mais que os anos passem e as manchetes de jornais insistam em mostrar algum tipo de mudança, o comportamento das pessoas diante de alguns temas se mostra primitivo. Assuntos como fé, politica e futebol, por muitos anos são mantidos como “não discutíveis”, por mexer com a emoção e quando se envolve sentimento, se perde a razão. Fato no qual discordo totalmente e por essa justificativa ser usada ainda nos dias de hoje, talvez tenhamos chegado a níveis extremistas de imposição da própria opinião. O país esta envolvido em um manto de justiça e desigualdades, talvez nunca sentidos antes. Muitas questões antes vistas como tabus, chegam de forma bruta estapeando nossas caras, nos indagando por um pensar diferente do feito em outras épocas, mostrando para nossa consciência que chegou a hora de debater. Mas de forma lógica, procuramos sempre por culpados e não por soluções. E sempre a culpa não é nossa, por coincidência é do vizinho, é do politico, do branco, do negro, é do pastor ou do bispo. Não temos a coragem suficiente de assumir a parcela que cabe a cada um de nós para resolver. Chegamos assim, jogando os problemas no colo de outros, ao momento em que falar o que se pensa, expor um pensamento, defender um ideal, chega a ser praticamente uma heresia. Vivendo um momento de um falso politicamente correto, um modelo no qual quando se é contra a maioria, é estar contra a politica divina e incontestável do homem. Se você defende o governo é de direita, se você defende a família, é homofóbico e vise e versa. Assim desta forma bruta e sem um debate de ideias, vem se criando uma sociedade cada vez mais intolerante, quando na verdade deveríamos sentar todos e nos perguntar o porquê deixamos tais fatos nos tornarem pessoas agressivas, ao invés de vermos uma oportunidade de nos colocarmos no centro da discussão, como oportunidade de crescimento humano. Falta bom senso de todas as partes, falta não somente o investimento em educação, mas usarmos a que recebemos de nossos pais. O país hoje parece, um amontoado de pessoas tentando escalar uma sobre as outras, buscando sua melhor visão da cidade. Deixamos o individual, aos poucos ser muito mais importante que o coletivo, nos permitimos vendar os olhos com a soberba do consumismo, como forma de satisfação e direito de quanto mais se tem, mais se pode sobre os outros seres que dividem nossa convivência. Ao escolher o caminho confortável, acreditamos estar livre de momentos que consideramos desagradáveis. Mas a sociedade que não tem acesso a tais formas de vida, mais cedo ou mais tarde, haveria de cobrar sua parte no bolo. Mostrando assim, que toda forma de exclusão, mesmo sem “saber” que havia sido feita, afeta a cada um de nós.
Calcanhares Lentamente os calcanhares tomavam o corpo de assalto, voltando os passos dados, como uma tentativa de retroceder no tempo. Em vão, assim como o olhar lançado ao espaço vazio, cortando os sentimentos confundidos, em alguns momentos parecia ser amor e em outros parecia…
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Calcanhares Lentamente os calcanhares tomavam o corpo de assalto, voltando os passos dados, como uma tentativa de retroceder no tempo. Em vão, assim como o olhar lançado ao espaço vazio, cortando os sentimentos confundidos, em alguns momentos parecia ser amor e em outros parecia apenas mais uma noite de solidão. Não havia a possibilidade de um dialogo por menor que fosse a vontade, pois as palavras não faziam qualquer questão de confortar. Era apenas alguém, um objeto, como tantos outros, que ali se deitaram na esperança de esquentar um corpo, preencher um coração, fingir uma emoção. Crônicas absurdas lidas ao avesso, mais parecidas com notas musicais tortas, para combinar com a imperfeição dos corpos e todos os defeitos que se tentavam esconder, mesmo com o apagar das luzes, o escuro consegue enganar os olhos, mas não consegue confundir a mente. Não há roupa ou maquiagem suficiente, para tapar tantos prazeres que a carne, mesmo a boca dizendo não, insiste em se entregar. Pode ser um alguém, pode ter um nome ou ser dono de um sorriso, logo abandonado, logo esquecido e quando acaba a sede, por momentos se mostra triste. Olha as paredes, observa o teto, faz criticas pela falta de organização, pela falta de bom gosto na decoração. Fala e revela para si mesmo que aquela é a única vez, a ultima tentativa de ser mais individuo vazio. Pensa em alguma desculpa, sem a necessidade de ser convincente, apenas como rota de fuga ou ponto final. Imagina uma boa cerveja gelada esperando por você. Não se importa em saber que não haverá próxima vez. Essa é a vida, são assim que as escolhas ditas banais são feitas, parecendo filmes com roteiros programados. Ouve um sussurro ao fundo, mesmo tentando ignorar, responde com a voz calma, para não entregar... Vai fechar a porta, não vai ligar e se o acaso ajudar, será apenas um pecado a mais para perdoar.
Mais uma virgula Mais uma pagina, Mais uma história!
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Mais uma virgula Mais uma pagina, Mais uma história! Se vivem varias vidas Assim sem saber, Por meio dos livros. Se respira o impossível Torna-se real o pensamento, Indivisível, invisível e intimo.
Sorriu... Quando ninguém sabia, Contagiou com amor,
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Sorriu... Quando ninguém sabia, Contagiou com amor, Velhos pensamentos vazios. Fez o coração pulsar, Quando já não havia, esperança de vida, Ao olhar sem desejar, tocou almas para curar. Por fim... A criança coloriu a casa, Com a única coisa que possuía, Sua alegria!