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Frases de Pablo Arterur

18 frases

A Doida Em um lamaçal uma flor floresceu; Em um dia ensolarado o céu escureceu;
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A Doida Em um lamaçal uma flor floresceu; Em um dia ensolarado o céu escureceu; Após um dia ruim uma doida nasceu; E em um gesto de sanidade a doida faleceu; A doida foi embora; Antes de doida se tornar; Pois, agora em outra hora; Ela a de retornar; Por que doido foste eu; Que doida a julguei; Roubei aquilo que era teu; Sua sanidade guardareis; Adeus ó doida; Outro dia nos veremos; Nos meus delírios minha querida; Sempre juntos estaremos.

⁠Quando tudo estava bem, meu relacionamento, minha carreira, minhas ambições... Olhei para o céu sem luar, naquela rua escura, silênciosa e um tanto quanto azul. Desejei morrer...
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⁠Quando tudo estava bem, meu relacionamento, minha carreira, minhas ambições... Olhei para o céu sem luar, naquela rua escura, silênciosa e um tanto quanto azul. Desejei morrer... Pensei. "Talvez seja isso! O prólogo da morte. Quando você a esquece, e acredita que de fato vive, ela te rouba. Quando a felicidade que tens não condiz com o saldo que você deve ao carma, acredite, logo será cobrado."

⁠ A Rainha das minhas letras. O seu destino era viver
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⁠ A Rainha das minhas letras. O seu destino era viver E o meu foi de admirar sua vida. Você é o alívio angustiante dos meus tormentos. É a lágrima que eu não lamento. É a saudade que eu não aguento. É o meu sufoco por dentro. É minha paz. E a dor que me traz. É aquela que te faz. A Rainha das minhas letras. Você é a inspiração eterna de um louco. Você é o conflito entre muito e pouco. Você é meu desejo mais impróprio. É a brisa de um sóbrio. É com você que eu sumo. É com você que eu trouxe ao mundo. No meu aqui, em minha cabeça. Todas as noites sem que eu perceba. Eu abraço forte o travesseiro torcendo porá que você apareça. Vejo o nosso amor personificado Sinto sua respiração. Sinto seus cachos enrolados na minha mão. E um beijo seco, e cheio de emoção. A sensação de preenchimento cerca o coração. Enfim acordo. A esperança aumenta e corro para o banho logo. Torcendo, sei lá talvez, não seja impossível na minha cabeça. Ver mais uma vez. Só mais uma vez. Você em meu quarto. E fazendo com que o mundo eu esqueça. A angustia se ameniza. E da saudade tornei minha amiga. Já que ela é a única que não deixa você ir. É o mais sincero e inocente que consigo rir. Eu achava... Que iria demorar um pouco mais. Mas não foi tão imprevisível assim A importância que tomaria em mim. É você. Infelizmente ou não. É você. Estando aqui ou não É você. Perto ou não. Sempre. Sempre será você. A dona do meu único e sincero amor. E se um dia não for mais você. É porque talvez eu não seja mais eu. Porém acredito que até na falta de lucidez. O meu “te amo” é teu. Não se sinta triste meu amor. Apenas admira, esse sonho que você criou.

⁠O seu toque desajeitado Tentando se desvincular da suavidade que ele tinha, disfarçando em toques mais grossos que achava ele que eu gostava Acho que eu sabia que não era ele
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⁠O seu toque desajeitado Tentando se desvincular da suavidade que ele tinha, disfarçando em toques mais grossos que achava ele que eu gostava Acho que eu sabia que não era ele Mas queria tanto ter fé Queria eu olhar com os olhos que ele me olhava Que me transformavam em uma mulher única Que olhar cruel o dele Tão ignorante e tão certo do que me fazia sentir Parecia que escolhia com sabedoria cada verso que ia me ler Excluía aqueles que me fariam sofrer

⁠ A imperfeição que eu via quando ele errava uma fala Quando o ar se enrolava em seus pulmões
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⁠ A imperfeição que eu via quando ele errava uma fala Quando o ar se enrolava em seus pulmões Até mesmo nas ideias que ele tinha, os universos que ele tanto gastava seu tempo Os universos que nunca terão um fim E que por isso se tornam mais lindos Sempre me dizia, sente-se vamos conversar, me fazia sonhar vidas em um segundo Resolvia guerras e batalhas com seu toque

⁠Ele poetizava de mais, cada euforia puxava a caneta e se colocava a rabiscar Até que era lindo, no começo, mas ficou chato, repetitivo Hoje olho na caixa e vejo dezenas de papéis, centenas de palavras
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⁠Ele poetizava de mais, cada euforia puxava a caneta e se colocava a rabiscar Até que era lindo, no começo, mas ficou chato, repetitivo Hoje olho na caixa e vejo dezenas de papéis, centenas de palavras Talvez eu não fosse a mulher certa pra amar tudo aquilo Oh! A grande musa do poeta tão pouco se importava Mas eu ainda o amava Amava tudo, menos seus textos Não que eu os odiasse Mas eles eram tão criativos, tão irreais Fazia tudo ser tão perfeito E ofuscava a imperfeição que me fez por ele eu me apaixonar

⁠Desejo viver no inferno na minha cabeça, onde posso controlar a temperatura das chamas que queimam os pensamentos. Do que viver no inferno de palavras cuspidas da bocas de ignorantes por escolha. Aos questionadores paz, ao contrário deles, morte!
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⁠Desejo viver no inferno na minha cabeça, onde posso controlar a temperatura das chamas que queimam os pensamentos. Do que viver no inferno de palavras cuspidas da bocas de ignorantes por escolha. Aos questionadores paz, ao contrário deles, morte! Pois na terra os que carregam a palavra e consigo a maioria, são também os mais cegos na vida que vivem. Que eu morra, ao ser semelhante. Que eu sofra se por um dia somente, hipócrita eu me tornar. Não a coisa mais hostil, do que aqueles que não acreditam no que diz.