Oh, coração fulgurante e acintoso No etéreo azul voais exuberante Causais o pranto a quem o amou errante
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Oh, coração fulgurante e acintoso No etéreo azul voais exuberante Causais o pranto a quem o amou errante Em função de seu amor aleivoso. De atenção quente ao frio doloroso, Do desprezo atroz e dilacerante, Fizestes do amor lágrima constante Afogando-a no sonho impiedoso. Amai Clítie, a paixão correspondente E deixai de alimentar-se do pranto Que a inundou de desamor inclemente. Certificar-se-á do amor ardente, Deixarás de fitar o áureo manto Que a ti ignora constantemente.