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Frases de Oldair Silveira

69 frases

⁠Evolua para um dia ser menos CONTRAPONTO e mais COMPLEMENTAÇÃO.
⁠A tal "busca pelo sentido da vida" deve ser entendida como a construção de uma nova estrada em uma floresta fechada e não por andar em uma trilha apertada, na mesma floresta, esperando encontrar em algum momento uma avenida pavimentada e iluminada pronta à sua espera. O sentido…
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⁠A tal "busca pelo sentido da vida" deve ser entendida como a construção de uma nova estrada em uma floresta fechada e não por andar em uma trilha apertada, na mesma floresta, esperando encontrar em algum momento uma avenida pavimentada e iluminada pronta à sua espera. O sentido está no sentido!

⁠Ano novo, ciclo novo! Não transfira ao futuro uma carga mais pesada do que ele mereça. Viva diariamente de acordo com suas convicções, abra-se a realinhar suas rotas, ou não, há coisas que não precisam ser mudadas. Dê mais ouvidos ao seu coração do que a boca dos outros. Seja g…
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⁠Ano novo, ciclo novo! Não transfira ao futuro uma carga mais pesada do que ele mereça. Viva diariamente de acordo com suas convicções, abra-se a realinhar suas rotas, ou não, há coisas que não precisam ser mudadas. Dê mais ouvidos ao seu coração do que a boca dos outros. Seja gentil e sincero, se possível as duas coisas juntas, se não, ao menos sincero. Viva perto de quem te torne melhor. Desse forma, não precisará desejar nunca um ano novo de mudanças.

⁠Quem és tu? Sou uma equação de sentimentos onde a maioria dos elementos são incógnitas. Sou um acumulador de alegrias, mas um desprendido de tristezas.
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⁠Quem és tu? Sou uma equação de sentimentos onde a maioria dos elementos são incógnitas. Sou um acumulador de alegrias, mas um desprendido de tristezas. Coleciono momentos e, em muitos momentos, me faço peça na coleção dos outros. Sou abençoado com o milagre chamado entusiasmo. Sou meu presente, fui meu passado e serei meu futuro, isso é minha propriedade! (Parte I)

⁠Quem és tu? Sou o muito de uns, o nada de outros, mas o tudo de mim mesmo Vou de encontro ao silêncio das coisas, mas fujo do silêncio das pessoas.
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⁠Quem és tu? Sou o muito de uns, o nada de outros, mas o tudo de mim mesmo Vou de encontro ao silêncio das coisas, mas fujo do silêncio das pessoas. Abatimento e descrença são apenas rituais simbólicos que precedem as lutas que eu nunca perco. Fui protagonista e coadjuvante no mesmo instante da mesma cena da mesma história. Sou isso tudo e apesar disso, tudo isso não diz tudo o que sou. (Parte II )