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Frases de OgaihtSuil

29 frases

A vida é um jogo suicida onde o tempo é a corda,
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A vida é um jogo suicida onde o tempo é a corda, só não agradece aos ponteiros quem nunca teve uma ferida, aqui odiar o relógio é fácil quando planos seguem seu badalo, mas pra quem no tic tac está afogado, odia-lo é mergulhar quando se precisa respirar.

Ao primeiro coração que se alimentou da minha natureza, eu lhe dou tal alcunha: Os fogos que reproduzi em teu peito, saiba que não se originaram da minha vontade,
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Ao primeiro coração que se alimentou da minha natureza, eu lhe dou tal alcunha: Os fogos que reproduzi em teu peito, saiba que não se originaram da minha vontade, mas de um desejo sórdido, do qual fui marionete de impulsos. Ao final do vosso nome, eu fui vilão, mas, para os nascidos após aqui, serei herói. Não pude caminhar em teus ombros, contudo, fui capaz de sentir a chuva de quem te amou. E, sem dúvidas, foram sonhos, enquanto fingíamos dormir.

Assim como a chuva, tenho aprendido a cair, mas também a encontrar o caminho aos céus. Assim como as nuvens, aprendi a resguardar meu sol, mas também a permitir-me brilhar. Os socos que me foram acertados, descobri que não devem ser recitados; os olhos só refletem o que a alma…
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Assim como a chuva, tenho aprendido a cair, mas também a encontrar o caminho aos céus. Assim como as nuvens, aprendi a resguardar meu sol, mas também a permitir-me brilhar. Os socos que me foram acertados, descobri que não devem ser recitados; os olhos só refletem o que a alma os condenam a enxergar e as raízes do homem já compuseram todos os finais dos livros que só leram pela metade.

Eu deixo a moralidade para putas e ladrões. Ontem mesmo eu estava com a solidão, essa velha cafetina da alma, me levou ao quarto de uma meretriz. Não tinha dinheiro, mas paguei com um relógio que encontrei no próprio prostíbulo; o tempo ali não pertence a ninguém. Deixo a moral…
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Eu deixo a moralidade para putas e ladrões. Ontem mesmo eu estava com a solidão, essa velha cafetina da alma, me levou ao quarto de uma meretriz. Não tinha dinheiro, mas paguei com um relógio que encontrei no próprio prostíbulo; o tempo ali não pertence a ninguém. Deixo a moralidade para os alcoólatras e os viciados em jogos, que fazem sermões com o copo na mão e roletas no bolso. Eu, por mim, não gosto nem de álcool nem de jogos, então só jogo quando bebo, e só bebo quando me percebo vivo. Deixo a moralidade para os que se afogam na em águas rasas. Eu prefiro os pecados honestos, as mentiras sinceras e as verdades que se contam em um beijo na boca.

Cego, dou passos largos à multidão, como quem vai em direção à saudade. Travo os ponteiros e deixo de me perceber, tornando-me um instante.
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Cego, dou passos largos à multidão, como quem vai em direção à saudade. Travo os ponteiros e deixo de me perceber, tornando-me um instante. As luzes apagam. Vejo, dou passos curtos em direção ao vazio, como quem ilumina a alma com a solidão. Travam-se os ponteiros, e passo a me perceber, tornando-me um passado. As luzes acendem. Cego-me (...)

Caminho e o mundo abre como casa sem portas, entro como quem não recebeu convite e saio como parte da rua. Degusto uma saudade na esquina, como quem abraça pela primeira vez,
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Caminho e o mundo abre como casa sem portas, entro como quem não recebeu convite e saio como parte da rua. Degusto uma saudade na esquina, como quem abraça pela primeira vez, e guardo em meu bolso está parte de quem sou Volto a caminhar e observo o céu como quem olha teus pulsos, pisando no chão como se este tivesse culpa. Sou amargo com quem tenta adoçar minha vida "não tenho dinheiro, obrigado". Agora, vejo as vias correndo e zango-me quando elas param. Anseio pelo tempo como quem possui encontro marcado . Retorno e deito-me Caminho e o mundo abre como casa sem portas (...)

Os pés à frente dos pés: em linhas, em retas, em curvas nubladas. Inerciados negativamente ao futuro e subordinados a um passado, surgiram de um desejo profundo, contudo de um imaginário raso: conectados como um quebra-cabeça de duas peças. O simples se moldou complexo, existindo…
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Os pés à frente dos pés: em linhas, em retas, em curvas nubladas. Inerciados negativamente ao futuro e subordinados a um passado, surgiram de um desejo profundo, contudo de um imaginário raso: conectados como um quebra-cabeça de duas peças. O simples se moldou complexo, existindo mais na persistência do que no desejo. Por mais que seja incerto, os pés andaram muito para recuar, mas pouco para concluir.

Eu já fui um desejo tão profundo que tornou outono tudo que floresceu antes
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Eu já fui um desejo tão profundo que tornou outono tudo que floresceu antes de mim. Eu já fui um homem bêbado que discutiu com os ponteiros sobre o hoje já ter estado ali. Fui um ladrão honesto, um vadio trabalhador, Um aventureiro acorrentado, um explorador de terras conhecidas. Eu fui a parte de uma parte, jamais um ser inteiro e desse mesmo teor eu nunca deixei de ser quem sou.